É inevitável passar pelo mês de maio sem pensar em casamento. Maio é o mês das noivas, segundo o calendário comercial. O marketing é pesado, e é aí que todas as moçoilas casadoras entram no negócio. Aquela idéia de juntar os CDs, os livros e dividir a cama em dias frios ganha, digamos, cenário e figurino. Bem, casamento sempre “rendeu” na indústria matrimonial, que está cada vez mais organizada. A moda é casar dentro do padrão, minha gente. Fazer o quê? Como tudo que é padronizado é chato, casar seguindo os mandamentos também. E a idéia de ter que fazer isso ou aquilo na decoração, na recepção, nos convites e nos trajes é estressante e maluca. “Vestido tomara-que-caia caiu de moda, sabiam”? Pois é, tinha uma rodinha de quase casadas que comentavam isso outro dia.”As flores do buquê não podem nunca, sob hipótese nenhuma, combinar com as do local de recepção.” Ah, por quê? É bom ter uma assessoria, principalmente no momento em que ficamos ansiosas, mas seguir à risca o manual não rola. Casar descalça na praia, na praça, com ou sem festa, com ou sem os famosos docinhos bem-casados, tudo é legal. Inclusive “juntar os trapinhos pra ver se dá certo”. No último caso, a grana pode valer uma viagem. Como estamos falando de casamento, seja ele como for, achamos uma lista de pares famosos da ficção.
Até que a vontade nos separe
