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Ajoelhou, tem que rezar

Seja por simples decoração ou por pura devoção, um altar deixa a casa cheia de personalidade. Aqui, você conhece o lugar sagrado de crentes e profanos

1. Carla Caffé, 41, é ilustradora “Te­nho este altar desde o nascimento do meu pri­meiro filho. Uma reunião de objetos inusitados pelos quais tenho algum apego. Tem um Buda, da época do nascimento do Tom, uma Santa Clara, por causa do nome da minha filha, Clara, e um Yellow Sub­ma­rine dos Beatles, que é um ícone pa­ra o meu pe­queno, ele adora.”

2. André Godoi, 33, é redator pu­bli­­citário “No meu altar tem uma máscara que eu trouxe da Bahia, do meu orixá de cabeça, O­­xóssi. Sempre ponho oferendas – que são es­pe­­cíficas para cada entidade – como um whisky pa­ra Exu e flores para Iemanjá. Os meus Exus impedem que a energia ruim entre em casa, guar­diões que são, e o altar harmoniza o ambiente.”

3. Ellen Mesquita, 29, é advogada “O meu altar é uma mistura de religiões, não estou fixada em nenhum culto específico, mas na espiritualidade em geral. Tem Pacha Mama, que veio do Peru, Shiva e mãe Kwan. O altar é um lu­gar onde eu me sinto mais em casa, em contato comigo mesma.”

4. Arthur Veríssimo, 47, é repórter excepcional da Trip “Na minha casa e­xistem e coexistem alguns altares. O maior é u­ma infinidade de ícones, estátuas, deuses e figu­ras mito­ló­gicas. Cha­mo esse canto de falange do Orien­te. Ima­gens de Shi­va, Parvati, Tara Verde, Ghandi, Krish­na, Hanu­man, Nossa Senhora de Copacabana, Pathabi Jois, pedras da nascente do rio Ganges, Yamuna, Alak­nanda e Mandakini.”

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