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TRIP sobre rodas

Não faz parte da estratégia de marketing da TRIP patrocinar atletas ou equipes de esportes. Em geral, achamos que a revista deve manter um distanciamento editorial. Nessa área, nosso foco está em iniciativas como o BIG TRIP, que projeta toda uma categoria de atletas (os big riders), o Campeonato Brasileiro de Snowboard e o Snow Show, que vai popularizar o esporte trazendo neve para São Paulo. Porém, nos atraiu, no projeto desenvolvido pelo Eric, a iniciativa de dar a atletas com pouca condição financeira meios para que realizem plenamente os seus potenciais. O que importa para a TRIP, no esporte, na moda, na cultura, são sempre as pessoas: o aspecto humano da superação, da criatividade, da construção de um trabalho. É um prazer dar uma força para gente tão boa.
Num país em que esporte e educação não têm a atenção do Estado, a iniciativa privada, junto ao talento natural do brasileiro, são fundamentais para que
surjam mais Gugas, Victors Ribas, Ricksons Gracies, Popós etc.
(Paulo Lima)

A TRIP invade as ruas de São Paulo como patrocinadora oficial de uma equipe amadora de ciclismo.

Há seis meses, Eric Soares, 42, era um comerciante meio fora de forma. Apesar do biótipo magro, decidiu-se por uma bike Speed profissional. Desenvolvida para provas de velocidade no asfalto, a bike tem pneus finos e guidom voltado para baixo, para maior aerodinâmica. Eric se apaixonou de tal forma pelo esporte que passou a pedalar 40 quilômetros diariamente, na Cidade Universitária (USP).
Com uma turma de novos amigos, todos ciclistas, Eric resolveu usar o carisma e o traquejo de empresário e montou uma equipe para participar de competições amadoras. Selecionou quatro atletas e saiu à caça de
patrocinador. De cara pensei na TRIP. Bike é a cara da revista. O Paulo Lima, incentivador de esportes não convencionais, abraçou a idéia, bancou equipamento e uniformes e até apareceu em alguns treinos, conta, animado.
O time, composto por ET, Toninho, Neno e Osny, estreou na II Copa São Paulo de Ciclismo e obteve o quinto lugar em três das cinco
etapas. Tem muita gente boa nas provas amadoras, mas nós chegaremos lá, afirma Osny, capitão da equipe. A próxima meta é a Copa Santo Amaro, prevista para o fim deste mês.
(Renata Leão Bavaresco)

Confira o preço médio dos equipamentos básicos:

Bike Speed completa: R$ 2 a R$ 5 mil
Capacete: R$ 300 a R$ 500
Óculos: R$ 50
Bermuda + camiseta especial com bolsos nas costas + meia: R$ 150
Pneus: R$ 70 cada
Sapatilha: R$ 200
TOTAL: R$ 4 mil em média
Bike Speed não é pra qualquer um.

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