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Segundo Tempo

Este símbolo enfatiza o V de vitória e do Vasco. A camisa seria toda branca, com este V central bordado, e o resto, em silkscreen. O jogo de linhas representa a estratégia, para chegar à Vitória/Gol, do Vasco/Gama. A duplicação das letras é quase um eco do grito da torcida.
Gringo Cardia, 46, cenógrafo e diretor de arte




O escudo do Santos é foda, muito forte. Escolhi privilegiar o branco e preto e usei um elemento gráfico ? o quadriculado ? para reforçar a força das cores do brasão original.
Rodrigo Teco, 30, diretor de arte do estúdio Grafikonstruct




O apelido do estádio do Clube Atlético Paranaense é Caldeirão do Diabo. Quem já foi adversário no Caldeirão sabe que a torcida grita sem parar: ?Uh! Caldeirããão! Uh! Caldeirããão!?, como num ritual tribal. O redesenho, que guarda traços do escudo antigo, é a representação desse rito. A sigla agora é um dragão de duas cabeças que ainda incorporei à estrela de campeão brasileiro. Dá até para tatuar no peito essa paixão cheia de fervor.

Gustavo Porrua Baduy, 30, diretor de arte do estúdio People Like Poodle


Fugi do tradicional formato redondo e incorporei as estrelas que representam os principais títulos (dois brasileiros, duas Libertadores e um Mundial Interclubes). A figura do jogador e as listras do uniforme criam o movimento… e gol!
Geandre Tomazoni, 26, designer gráfico do coletivo Bijari




Não sei o que dizer. O escudo do Botafogo parece um escudo africano.

Rafic Farah, 55 diretor de arte

















Veja mais escudos na revista Trip 119, ainda nas bancas

 
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