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Samba, house e MPB com arte

Bailemos
O Brasil recebe pela enésima vez o top DJ argentino de progressive house Hernán Cattáneo. A primeira parada é na Privilège, em Búzios. No dia seguinte, Cattáneo põe as pick-ups para rodar no litoral catarinense, na paradisíaca Warung, em Itajaí. A perna brasileira encerra no sábado, quando o Sirena, em Maresias, recebe o disc-jóquei. No ano passado, Cattáneo já havia se apresentado no mesmo Sirena, além de ter sido uma das principais atrações do festival Creamfields, em Curitiba. O currículo do argentino é respeitável: durante dez anos ele tocou em algumas das melhores casas noturnas de seu país. Atualmente, faz o povo sacolejar como residente do badaladíssimo clube Pacha de Buenos Aires. Contratado do selo Perfecto Records, de Paul Oakenfold, Cattáneo já dividiu os vinis com John Digweed, Deep Dish, David Morales, Carl Cox e Chemical Brothers, entre outros bambas da música eletrônica.
Vai lá
O quê:
Hernán Cattáneo
Quando: Búzios (quinta, 12), Itajaí (sexta, 13) e Maresias (sábado, 14)
Onde: Privilège Búzios (rua José Bento Ribeiro Dantas, 550, Orla Barlot, Búzios, Rio de Janeiro, tel.: 22 2623-5398); Warung (avenida José Medeiros Vieira, s/n , praia Brava de Itajaí, Santa Catarina, tel.: 47 3348-7643); Sirena (rua Sirena, 418, Maresias, São Paulo, tel.: 11 3077-0020)
Quanto: Privilège: R$ 40 (mulheres) e R$ 60 (homens); Warung: R$ 30 (mulheres) e R$ 50 (homens); Sirena: R$ 25 (mulheres) e R$ 50 (homens)

Desde os primórdios até hoje em dia
O sucesso foi tanto que a cantora e compositora carioca Marina Lima volta ao belíssimo Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, para mais seis apresentações. Na abertura do espetáculo, intitulado Primórdios, ela inova ao recitar um texto dos artistas plásticos Mark Rothko e Adolf Gottlieb, de 1943, no qual afirmam: “Somos pela expressão simples do pensamento complexo”. Acompanhada de banda, Marina Lima passeia por várias fases de sua carreira. Canta, entre outras, “O Lado Quente do Ser”, escrita em parceria com seu irmão, Antônio Cícero, além de temas de Paulinho da Viola, Lupicínio Rodrigues, Caetano Veloso e da banda nova-iorquina Le Tigre. O arquiteto Isay Weinfeld assina a cenografia e a tarimbada Monique Gardenberg, a direção.
Vai lá
O quê:
Marina Lima
Quando: Sexta a domingo, dias 13, 14, 15, 20, 21 e 22, às 20h30
Onde: Auditório do Ibirapuera (avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 2 do Parque do Ibirapuera, tel.: 11 5908-4299)
Quanto: R$ 30

Nas origens do samba
Que tal um sambinha de qualidade interpretado por uma cantora cuja voz já foi comparada com a das grandes Clara Nunes e Elis Regina? Acompanhada de violão e percussão, a paulistana Fabiana Cozza leva ao palco do Sesc Vila Mariana o show Samba de Mesa. Constam do repertório faixas como “Viva Meu Samba”, de Billy Blanco, “Falsa Baiana”, de Geraldo Pereira, e “O Samba É Meu Dom”, de Wilson das Neves – este último, inclusive, dá título ao disco de estréia de Fabiana, lançado dois anos atrás. O espetáculo faz parte do projeto Na Cadência do Samba, que tem como objetivo mostrar a história e a evolução do gênero.
Vai lá
O quê:
Fabiana Cozza
Quando: domingo, 15, às 13 h
Onde: Sesc Vila Mariana (rua Pelotas, 141, tel.: 11 5080-3000, São Paulo)
Quanto: grátis

De volta aos 80
Ao lado de, entre outros, Leda Catunda, Beatriz Milhazes e Daniel Senise, o pintor, desenhista e escultor cearense José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), ou simplesmente Leonilson, despontou ao participar da fundamental exposição “Como Vai Você, Geração 80?”, realizada em 1984 no parque Laje, no Rio de Janeiro. O emblemático artista, morto precocemente aos 36 anos em decorrência da Aids, ganha em São Paulo uma nova mostra individual na galeria Luisa Strina, onde já havia exposto duas décadas atrás. Os 17 trabalhos – produzidos a partir de 1989 – contemplam técnicas variadas, como coloridos bordados e desenhos, e demonstram toda a sensibilidade, delicadeza e complexidade do artista.
Vai lá
O quê:
Leonilson
Quando:
segunda a sexta,10 h às 19 h; sábado, 10 h às 17 h. Até 17 de fevereiro
Onde: galeria Luisa Strina (rua Oscar Freire, 502, tel.: 11 3088-2471, São Paulo)
Quanto: grátis

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