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Rock e filmes digitais

Digitais
Tudo começou como um festival de filmes voltado para a produção digital. Hoje, o Resfest, festival itinerante de arte pop e tecnologia, conta com palestras e shows, além de uma extensa lista de filmes. Este ano são 250 títulos, distribuídos entre longas, curtas, clipes e peças publicitárias, que mostram o que há de mais inovador em técnicas de produção e roteiro.
Na programação, destaque para as retrospectivas de clipes do Beck, dos trabalhos do coletivo de diretores escandinavos Traktor (um dos mais premiados de toda a historia da propaganda) e dos primeiros clipes do New Order. Entre os documentários, vale a pena conferir Infamy, sobre a realidade de sete conhecidos grafiteiros americanos e mais recente trabalho de Doug Pray, diretor do aclamado Scratch (leia mais aqui), além de Sou Feia Mas Tô na Moda, um retrato sobre as mulheres do funk carioca. Entre os curtas, não perca o novo de Chris Cunningham, Rubber Johnny.
O festival traz ao Brasil a dupla alemã Tarwater. Formado por Bernd Jestram e Ronal Lippok, o duo eletrônico é bastante influencido por Kraftwerk.
Para as palestras, o Resfest recebe três influentes diretores da atualidade, os brasileiros Denis Kamioka (Cisma) e Guilherme Marcondes, Mathew Cullen, da Motion Theory, e Luis Briceno, da Metronomic. Para mais informações e programação completa acesse www.resfest.com.br
Vai lá
O quê:
Resfest 2005
Quando: de 25/11 a 27/11
Onde: diversos locais

Rock, rock e rock
Depois de trazer o Placebo para o Brasil, o Claro que É Rock fecha o ano com chave de ouro e reúne no mesmo festival Flaming Lips, Sonic Youth, Stooges e Nine Inch Nails. Além de novas bandas selecionadas pelo evento, o festival conta com outros dois nomes nacionais: os gaúchos do Cachorro Grande e os pernambucanos da Nação Zumbi, com álbum novo na praça, Futura.
Destoando do restante da escalação, o Good Charlotte, fenômeno adolescente, é a primeira atração gringa a se apresentar no evento, seguido pelo Fantomas, banda que Mike Patton, ex-Faith No More, montou com Dave Lombardo, baterista do Slayer. O grupo, que substituiu o Suicidal Tendencies, passeia pelo hardcore e death metal e outras vertentes pesadas do rock. Depois deles é a vez do trio americano The Flaming Lips, famosos por unir belas melodias e experimentalismos em apresentações que podem ter de chuva de papel picado ao vocalista Wayne Coyne andando dentro de um bolha de plástico. Pioneiro do punk, Iggy Pop desembarca aqui com a sua lendária banda The Stooges. No set, músicas do disco Fun House, de 1970, grande sucesso da banda, além da performance visceral de Iggy. Já o Sonic Youth, que se apresenta pela segunda vez no Brasil, traz seu rock dissonante – repleto de microfonias e distorções de guitarra – e músicas dos dois álbuns que lançaram depois de sua passagem por aqui, em 2000. Para finalizar a empreitada, o Nine Inch Nails, liderado pelo cantor, compositor, multiinstrumentista e produtor Trent Reznor, sobe ao palco para mostrar seu rock mergulhado na eletrônica. Nem precisa falar que é imperdível.
Vai lá
O quê:
Claro que É Rock
Quando: 26/11, sábado (São Paulo), e 27/11, domingo (Rio de Janeiro)
Onde: São Paulo: Chácara do Jockey (rua Santa Crescência, 323 – próximo ao número 5100 da Francisco Morato).
Rio de Janeiro: Cidade do Rock (Barra da Tijuca)
Quanto: R$ 120 (São Paulo) e R$ 100 (Rio de Janeiro)

Blues man
Ícone do blues, Buddy Guy, que coleciona fãs como Eric Clapton, Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan, faz uma única apresentação em São Paulo nesta sexta (25). O guitarrista de 69 anos, 44 deles de carreira, nasceu e cresceu em Louisiana, mas viu sua carreira se firmar em Chicago no fim da década de 50. Ele toca aqui sucessos como “Damn Right, I’ve Got The Blues” e “Watch Yourself”, além de faixas inéditas do seu novo álbum Bring ‘em In.
Vai lá
O quê:
Buddy Guy
Quando: sexta-feira, 25/11, às 22 h
Onde: Credicard Hall (av. Nações Unidas, 17955 – Tel.: 11 6846-6000 – São Paulo/SP)
Quanto: de R$ 80 a R$ 200

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