Geralmente não gosto de música engraçada. É igual piada: não funciona na segunda audição. Daí meu espanto de já ter escutado este 2 Violão e 1 Balde várias vezes, compulsivamente, e ter chegado, sem mais nem menos, à conclusão seriíssima de que é um dos melhores discos da história do pop nacional. Diretamente de Chapecó, oeste profundo de Santa Catarina, os Irmãos Panarotto desconstroem o punk, o iê-iê-iê, o funk carioca, o folclore gauchesco, tudo sob o comando da produção pós-eletroacústica do meu ídolo Marcelo Birck. O resultado: iluminação estética e eternas gargalhadas. (demetriopanarotto@ig.com.br) Hermano Vianna, antropólogo
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