“Não gosto de dinheiro, porque pode ser instrumento de corrupção. O dinheiro não devia ser uma preocupação”. O arquiteto Paulo Mendes da Rocha, 78, deu essa aula franciscana na edição 94 da Trip.
Ele pode até não gostar muito das verdinhas (arquiteto, em geral, é tarado por cinza), mas nesta segunda-feira, 10 de abril, o mestre brasileiro vai ter que engolir uma bolada. O artista embolsou US$ 100 mil e ainda vai arrumar na estante um espaço para acomodar o Prêmio Pritzker de Arquitetura, o de maior distinção no mundo. É algo como um Oscar no cinema, um Nobel em literatura, em medicina etc.
A gente aqui na Trip tem um motivo a mais para comemorar. Mendes da Rocha foi a inspiração de uma das reformas gráficas da revista. À época, na edição 94, entrevistamos o bamba em nossas Páginas Negras. Um pedacinho desse papo você confere aqui.
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