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Nokia Trends manda bem na produção, mas tropeça no line-up

Festival peca por falta de ousadia

Por Redação

em 11 de dezembro de 2007

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POR KÁTIA LESSA | VÍDEOS CIRILO DIAS

Se tivesse caprichado um pouco mais no line-up, o Nokia Trends 2007 tinha tudo para ser um dos melhores festivais do ano. Tirando o calor senegalês da pista, as filas para o banheiro e as fichas no bar – que só podiam ser vendidas de dez em dez reais, mesmo se o que você quisesse comprar custasse 6 –, a produção foi impecável. Vídeos, projeções interativas e instalações de graffiti deixavam o lugar com ar hi-tech.

O acesso ao local foi fácil para quem escolheu o metrô e para quem foi de carro o estacionamento não deu dor de cabeça. A tenda negra montada no Memorial da América Latina era bem menor do que a do ano anterior, com estrutura de apenas dois palcos. No principal, tocaram Underground Resistance, She Wants Revenge, Van She, Phoenix e The Twelves. Durante os intervalos Maurício Takara, do Hurtmold, recebia os convidados Carlos Issa, Rogério Martins, Richard Ribeiro, Rodrigo Brandão, Akin, Kassin e Daniel Ganjaman em espaço intimista.

Nenhumas das apresentações foi sensacional, mas o Van She, os franceses do Phoenix e o She Wants Revenge arrancaram bons aplausos do público. O ponto alto da noite foi a música “Long Distance Call” do álbum Never Been Like That. Surpreso, o vocalista do Phoenix, Thomas Mars (marido de Sofia Coppola) custava a acreditar que a platéia sabia.

Van she – "Cat And The Eye"

Phoenix – "Run Run Run"

She Wants Revenge – Someone Must Get Hurt

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