“O LG R590 é um avião na internet, super-rápido, tem uns atalhos legais e a qualidade da tela é muito boa.”
Entusiasta da tecnologia, o fotógrafo Kiko Ferrite, 38, não titubeou em abraçar a fotografia digital assim que ela surgiu no mercado. “A tecnologia digital salva minha vida. Eu consigo finalizar o trabalho na minha casa, sem precisar voltar pro estúdio, e muitas vezes tenho que terminar a edição e tratamento das fotos na locação onde estou”, conta ele, que acrescenta: “Hoje, se o resultado não estiver no e-mail do cara em uma hora, ele quer te matar, mas por outro lado eu finalizo o trabalho mais rápido e fico livre para outras coisas”. Kiko chegou a estudar ciências sociais na USP mas enveredou para a fotografia graças a uma viagem que registrou – e gostou. No mercado há 15 anos e admirador do trabalho de Helmut Newton, Richard Avedon e dos brasileiros Cassio Vasconcellos e Penna Prearo, depois de trabalhar em estúdios e redações, hoje Kiko ganha a vida como freelancer, o que lhe garante rotina zero. “Eu não tenho realmente
nenhum planejamento, cada dia estou num lugar e isso é do que mais gosto na profissão. Mas minha mulher quer me matar.” Pai de dois meninos (João, 7, e Antonio, 8) quando não está batendo uma bola com os filhos, dedica-se à música e à gastronomia. Ataca de DJ de jazz e MPB sempre que pode e vira chef de massas e assados nos fins de semana. Kiko conta que sempre ansiou pela internet móvel, agradece a possibilidade de checar e-mails em trânsito e usa muito a integração entre o notebook e o celular para poder chegar em casa e não ter que ligar o computador para checar e-mails. “A mobilidade é fundamental. Eu tenho que ter a possibilidade de me conectar sempre, isso faz parte da minha vida”, finaliza o fotógrafo-DJ-cozinheiro.
