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Facilitando o acesso

No ano em que o Brasil disputa a elite mundial do surfe, WCT, com o menor número de atletas há mais de uma década, apenas seis, voltamos a ser o país com o maior número de provas da divisão de acesso, WQS. Depois da etapa de Pasta Point, Ilhas Maldivas, que começa dia 8 e é uma das oito na temporada classificadas como 6 estrelas prime, o circuito fará sua segunda passagem pelo Brasil.
O país abrigará sete provas masculinas e quatro femininas, todas entre 4 e 6 estrelas, que são as efetivamente somadas pelos atletas que disputam a ponta do ranking e têm pretensão de subir à primeira divisão. Entre as 48 provas disputadas nos quatro cantos do mundo só as sete melhores entram na somatória e, destas, no máximo quatro por região – a ASP é dividida em seis regiões.
Os brasileiros colecionam o maior número de títulos do WQS, e com essas provas de peso aqui podemos folgar nesse recorde. Hoje temos dois atletas na lista provisória de 15 surfistas que sobem em 2009, Hizunomê Bettero, em quarto, somando quatro resultados (os dois americanos que lideram já somam os sete), e Raoni Monteiro, em 14º, com apenas três pontuações. O Brasil chegou a abrigar 12 provas, em 1995, numa época em que não havia restrição ao número de resultados que o atleta podia somar por região. As sete etapas confirmadas em solo nacional este ano são consistentes em termos de pontuação e serão decisivas para aumentarmos o número de participantes no Tour.
A primeira foi em fevereiro, na Cacimba do Padre, Fernando de Noronha, e Raoni Monteiro faturou. A próxima será de 16 a 22 de junho, na praia do Forte, Bahia, 5 estrelas masculino e feminino. Depois virão as etapas do Guarujá – que marca a volta da cidade ao circuito, de fora desde 1996 e palco da primeira vitória brasileira no Tour da ASP, em 1991, com Fábio Gouveia –, São Francisco do Sul (SC), Rio de Janeiro, Itajaí e Ubatuba – as três últimas, 6 estrelas, em outubro.
No feminino a previsão é de quatro etapas: além do Forte, Rio de Janeiro, Costão do Santinho (SC) e outra no Rio. Bruna Schmitz é a brasileira mais bem colocada (7ª) e com boas chances de disputar o título.

MUNDIAL DE SURFE WCT
A etapa de Fiji, Globe Pro, começou bem, mas está parada há três dias sem ondas. Adriano de Souza é o único brasileiro na prova e pode subir para os top cinco do ranking se passar mais uma fase.

BRASILEIROS NO EVEREST
Rodrigo Raineri e Eduardo Keppke chegaram ao topo do mundo na terça-feira, mas usando oxigênio suplementar, por questão de segurança.

TEMPORADA DE INVERNO
Chile e Argentina comemoram a chegada de até seis pés de neve e devem antecipar a abertura de suas estações de esqui.

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