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Edu Hirama

“Como trabalho em horários e lugares bizarros, achei bom o lance de o LG X140-L vir com TV integrada. Quando não tem outra saída, consigo acompanhar os jogos em qualidade digital.”

Nascido e criado em São Paulo, Edu Hirama, 36, se considera quase um viciado no ritmo frenético da cidade. Formado em arquitetura pela FAU, Edu arrumou um estágio como designer e assim optou por trilhar o caminho até a direção de arte. Diz que, se não fosse diretor de arte, seria jogador de futebol, mas como nunca teve ta-lento para isso, torce (e muito) para o São Paulo Futebol Clube. Atualmente, Edu divide seu tempo da maneira que bem entende entre a direção de arte de revistas e o trabalho de identidade visual para marcas. Quando não está cuidando da cara da marca de óculos Evoke, dedica-se a projetos editoriais e à direção de arte da revista do fotógrafo Bob Wolfenson. A tecnologia é uma das suas principais ferramentas de trabalho e Edu conta que praticamente não consegue se desconectar do mundo: “Minha rotina não é fixa, preciso do meu computador comigo o tempo todo, seja para responder e-mails, aprovar imagens ou resolver pendências de onde eu estiver”.Sua vida gira em torno da Vila Madalena, onde trabalha, e frequentemente é encontrado em cafés e restaurantes, sempre ouvindo música, antes ou depois de visitar alguma exposição de arte contemporânea. Do tempo em que se desenhava e projetava à mão, Edu acredita que a tecnologia substituirá todo o trabalho manual e a tendência é que tudo vá parar dentro de uma tela. “O impacto é tanto positivo quanto negativo”, explica Edu. “A mobilidade te poupa tempo, permite contato com as pessoas em qualquer lugar, mas o lado negativo é que existe uma obrigação de resposta imediata. A velocidade e a instantaneidade têm um lado bom e um ruim, precisa existir equilíbrio.”

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