Ícone do site Trip | Conteúdo que transforma

Disputa de gerações

Enquanto as ondas não aparecem em Teahupoo, Taiti, para a terceira etapa mundial de surfe, as atenções se voltam para os destaques brasileiros no ISA World Junior, o mundial de Longboard e a segunda etapa do SuperSurf. O mar de Itaúna, Saquarema, RJ, garantiu o show no SuperSurf. O carioca Marcelo Trekinho, 27, desbancou, na semifinal, o tricampeão Peterson Rosa. Na outra chave, o veterano Wagner Pupo, 38, bateu o ubatubense campeão brasileiro de 2004 Renato Galvão. Na disputa de gerações da finalíssima, Pupo, em sua primeira final no circuito, mostrou força, mas Trekinho foi mais eficiente e ficou com o título. O atual campeão brasileiro, Jihad Kohdr, mais focado na vaga para o WCT, ficou em 17º. Marco Pólo e Trekinho lideram. No feminino, a potiguar Alcione Silva garantiu o prêmio ao bater a atual líder do ranking, Tita Tavares. Para os Pupo, não falta torcida.

Enquanto o pai disputava a final do Brasileiro, o filho Miguel, 16, se classificava no ISA World Junior, na Costa da Caparica, Portugal. O campeonato é o mundial até 18 anos disputado por equipes – com 30 países – e está na quinta edição. Diana Cristina, Jadson André, Charlie Brown e Miguel Pupo são os brasileiros na terceira rodada. No momento, 15 países dividem o primeiro lugar, o Brasil entre eles. Ano passado a competição foi em Maresias, SP, com festa australiana.

Em Anglet, França, foi realizado o Oxbow Pro World Longboard. Com a ausência da etapa Rabbit Kekai Classic, em Boca Barranca, Costa Rica – que normalmente define o título –, o Oxbow se tornou a competição decisiva do mundial. A etapa, encerrada dia 6, colocou o Brasil entre os melhores. O campeão, Phil Rajzman, 24, filho de Bernard do vôlei, deu show no pranchão. O carioca, com incríveis aéreos, disputou a final com o também brasileiro Danilo “Mulinha”. A hegemonia tupiniquim não pára aí: Carlos Bahia, de São Sebastião, ficou em terceiro, seguido pelo havaiano Bonga Perkins – campeão em 1995. O mundial de longboard tenta ganhar força e voltar a ter um circuito consistente – entre crises e negociações entre ASP e países sede.

Sair da versão mobile