Metamorphosis, de 1973, é uma ótima compilação de raridades. Bom para os fãs que procuram novidade nas velharias dos Rolling Stones / Créditos: Reprodução
I Think I’ve Found It é o EP recém-lançado da banda de San Francisco Delta Spirit. O grupo desce a ladeira do Northern soul e desemboca no rock / Créditos: Reprodução
Separados, Josh Homme e Dave Grohl já são responsáveis por boa parte da redenção do rock nos últimos tempos. Juntos, e auxiliados pelo baixo de John Paul Jones, é até covardia / Créditos: Reprodução
Os Everly Brothers foram fonte de inspiração, nos anos 50, para bandas como os Rolling Stones e os Beatles. Star Spangled Springer, de 1973, é o primeiro disco solo do irmão Phil Everly / Créditos: Reprodução
Mandrill é a banda com o funk afro-latino de tirar o fôlego mais eficiente da década de 1970. Em We Are One, seus grooves gotejam um caldo orgânico de rock, disco e reggae / Créditos: Reprodução
Se o termo lounge-rock existe, ele tem que ser aplicado ao disco Antenna, da banda sueca Obliq / Créditos: Reprodução
Recipe for Hate teve o fardo de ser o disco sucessor do exitoso Generator. Críticas e nostalgia à parte, o disco tem o super-hit “American Jesus” / Créditos: Reprodução
Após ganhar moral com seu primeiro álbum, os Klaxons voltam, embebidos em ayahuasca, com o surpreendente Surfing the Void. Um disco afundado em iluminação e viagem pelo tempo / Créditos: Reprodução
Sissy Spacek, de 2001, é um disco com 79 faixas e 29 minutos de incessante experimentação. Nada a ver com a atriz e cantora – de mesmo nome – de country pop dos anos 80 / Créditos: Reprodução
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