Fotos Marcelo Naddeo
BERG SANS NIPPLE:
?Impressionante como apenas dois músicos conseguem produzir um som tão rico. O baterista Shane Aspegreen e o tecladista Lori Sean Berg mostraram seu som inclassificável e surpreenderam o público que chegou cedo na primeira noite do festival. Música que não segue caminhos retos, sempre tomando desvios inesperados?, Filipe Luna, estagiário da Trip
THE KILLS:
Rock, badalação e cabelos sedosos. Aliás, The Kills ou The Killers? Voz legal da garota. Pelo que a gente conseguiu ouvir lembra Boss Hog, aliás, cadê a Cristina [vocalista da banda]? O rock precisa dela. Alguém avisa?? E sobre a cabeleira de Alison Mosshart: ?propaganda da Seda?
Eli Testone, chefe de arte da Trip e guitarrista do Lava, junto com Heleninha Fagundes, baterista da banda, em uma série de comentários non-sense
?Mark Arm, do Mudhoney, se deu muito bem com os remanescentes do lendário MC5. Tão bem que fizeram um dos melhores shows da noite ? senão o melhor. Mas bom mesmo foi ver As Mercenárias, rainhas do pós-punk brazuca. Com as ?originais? Sandra Coutinho, no baixo, e Rosália Munhoz, no vocal, e mais a batera de Pitchu Ferraz e a guitarra inquieta de Geórgia Branco, elas fizeram a platéia se perder no tempo [e no espaço] com as clássicas ?Polícia? e, claro, ?Me Perco Nesse Tempo?. Thiago Lotufo, subeditor da Trip
DUNGEN:
?A diferença da língua definitivamente não foi um empecilho para a apresentação da banda sueca Dungen. Rock and roll cantado em sueco [absolutamente incompreensível, mas quem se importa?] com instrumentos e estética vintage, porém com sonoridade moderna. Alterna momentos de
psicodelia experimental com momentos agressivos e belas melodias ? com direito até a solos de flauta! Um grande show de uma das melhores bandas dessa nova safra?, mais uma de Filipe.