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Amy Winehouse tupiniquim

O ensaio para a Trip ficou bem bacana e a semelhança entre Giselle Itié e Amy Winehouse é inegável, tanto que a mãe da atriz adorou e deu a idéia de transformar os seis dias de fotos sob as lentes da fotógrafa Hanna Jatobá em uma exposição. “Save Amy”, na verdade, é mais que isso. Para Giselle, é uma forma de comunicação com os jovens, questionando os abusos do álcool e das drogas.

POR RENATA SAGRADI

Por que o ensaio foi inspirado na Amy Winehouse?
Giselle – A Hanna Jatobá deu a idéia e eu topei. Isso porque mais ou menos um ano atrás teve uma pessoa que disse que eu tinha um quê de Amy. Aí eu comecei a escutar a música dela e curti muito. Ela é um ícone.

O que você achou do resultado das fotos?
Ficaram ótimas, né? Foram seis dias de ensaio e a cada dia eu me empolgava mais. Pesquisei como se fosse uma personagem mesmo, entrei de corpo e alma. Para entrar no clima, ouvi as músicas e traduzi as letras. A idéia era mesmo ter um olhar da Amy, em nenhum momento eu fiz uma cara sensual.

Onde surgiu a idéia da exposição?
A idéia foi da minha mãe, que viu as fotos e adorou. E agora tô aqui que nem louca produzindo.

Qual a sua expectativa?
Estou muito feliz e acredito que vai arrebentar. A gente tem um conceito muito forte com esse assunto de drogas e autodestruição. Vai rolar debate com psicanlistas e jovens recém-saídos de clínicas de reabilitação. Para fazer mesmo essa comunicação com o jovem.

E por que o Felipe Solari no papel do marido, Blake Fielder-Civil?
Eu que escolhi, porque ele foi a primeira pessoa que achou que eu era parecida com a Amy.

VAI LÁ: “Save Amy” – Instituto Cine Cultural – Av. Rebouças, 3.507. De 4 a 13 de junho, de segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 17h30. Quanto: grátis

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