Que samba esquisito este do Rômulo Fróes. Esquisito, mas bom demais. No fundo, muito mais brilhante e belo do que estranho. Batucadas lógicas, frias, de uma cadência triste. Uma voz pacífica e grave em letras de amor realistas, pieguice zero. Também tem uma cuíca que uiva como um cão, um clarinete solitário, um cavaco que quase não fala. Se o disco é triste? Rômulo responde cantando: ?Felicidade não é sorrir?. (www.bizarremusic.com.br)