A Solidão e a Pedra Luiz Alberto Mendes 13 anos atrás Pedra Subitamente só A poeira do chão Entrava no sapato Enquanto os olhos tomavam A madrugada de surpresa. Prédios tatuados de horríveis grafites Às margens de rios mortos De lodo podre. À frente, disforme e inatingível Na rua Seguia o homem Pesado de história E só, como uma pedra. ** Luiz Mendes