por Redação

O ator conversou com o Trip TV sobre gênero, libertação e arte

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Quem vê Jesuíta Barbosa na pele de personagens complexos como o militar homossexual no filme Tatuagem (2013) ou o rapaz que se traveste escondido do pai para cantar na noite na série de TV "Onde nascem os fortes" não imagina que sua primeira experiência como ator foi uma frustrante participação no teatro da igreja.

Quebrando estereótipos nas telas e na vida real, o ator conversou com a Trip sobre a libertação que encontrou dentro da arte: "Esse lugar do macho e da fêmea são arquétipos que a gente criou e defende como dois únicos caminhos, e não é isso. É a desconstrução disso que interessa".

 

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