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Um ovo frito, por favor.

Por Redação

em 9 de dezembro de 2009

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sara rafferty
sara rafferty

 

 

Se sua geladeira só tem ovo, sinal de que você entende de tendência. Um amigo foi jantar na casa de uma fotógrafa que cozinha “superbem” e o prato – que já vinha feito – era “todo colorido, lindo, com um ovo estalado por cima de tudo”. A colunista da Folha de S.P., Nina Horta, dedicou sua mais recente coluna a ele, o ovo. “Agora pode, frito, em gelée, cozido durante 60 horas, gema molinha e clara dura, clara dura e gema mole”, escreveu. “Agora pode” porque um estudo desses cientistas que adoram mudar de ideia diz que, ao contrário do que por muito tempo se acreditou, o ovo não é tão prejudicial ao colesterol assim. O British Nutrition Foundation afirma que não há problema em comer um ovinho por dia, e que a ação do ovo sobre o colesterol do sangue é mínina.

Ricos em proteína e pobres no preço, quem tem crise financeira vai no pão com ovo! (adoro pão francês com ovo, tomate e maionese. Experimenta) . Para a Tpm entrevistei a artista americana Sara Rafferty. Foi com ovos que ela deu cor a figuras femininas em fotos antigas. “Ovos são muito significativos na representação da feminilidade e maternidade”, acredita. Leia aqui, a entrevista.

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