Mari Moon e a meditação em tempos de apocalipse

Mari Moon fala como a meditação a tem ajudado a enfrentar o período de pandemia

Por Redação 1 de agosto de 2020 Compartilhar

Eu aprendi a meditar aos 14 anos, com a minha madrinha Regina Shakti, pioneira de yoga no Brasil. Mas, pra ser sincera, foi só em 2013, quando minhas bads me levara m pro fundo do poço, que eu me dediquei de verdade à prática. De lá pra cá, tive épocas de mais e menos frequência, até que a pandemia chegou, com abalos sísmicos à minha (nossa) harmonia mental. 

Essa, conquistada a duras penas e muito estudo da mente nos últimos 7 anos, se provou mais forte do que eu imaginava. Oba! Meus esforços valeram a pena! Apesar das primeiras duas semanas de terror psicológico, eu posso dizer que depois consegui voltar ao estado mais harmônico possível. 

Meditar, nesses casos, é um desafio enorme. Porém, recentemente me joguei num curso de hipnoterapia (juro) e ganhei um upgrade gigantesco que, agora, finalmente, me permite "desligar" de verdade quando fecho os olhos. Por isso, recomento tudo: a meditação, os estudos da mente e a hipnoterapia. Nada melhor do que desenvolver o autoconhecimento e autocontrole, especialmente em tempos de apocalipse. 

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