apresentado por Santander

Preconceito, gênero e empreendedorismo: Santander abre espaço na Casa Tpm para discutir questões atuais e urgentes

O bate-papo com Gabriel Lodi tinha acabado de acabar, quando uma mulher se aproximou do palco do lounge Santander, na Casa Tpm. “Quero te agradecer. Seu depoimento me ajudou muito. Tenho uma filha trans que está passando pela transição agora. É tudo muito novo, mas, com o que você compartilhou, vou poder ajudá-la”, contou Cristina, sustentando um sorriso no rosto. Os dois se abraçaram. “Se a minha experiência puder poupar ao menos um adolescente do que eu passei, já estou feliz”, disse Gabriel, homem trans, convidado do Santander para debater as questões de gênero no evento. “Quanto mais a gente falar sobre o assunto como algo normal, mais vidas serão salvas. Só entendimento e conhecimento trazem empatia”, afirmou ele, que recentemente participou da série documental Transversal, que reúne entrevistas feitas com transgêneros.

Essa foi uma das muitas passagens marcantes que rolaram no lounge Santander nos dois dias de Casa Tpm. Teve gente que criou o primeiro gif da vida do filho de 4 meses, em uma máquina que ficava no espaço da marca. Teve quem levou até torcida organizada na hora da rodar a roleta de brindes que o Santander oferecia – e teve a sorte de levar para casa lambe-lambes com frases de empoderamento e um par de ingressos para uma peça de teatro. E outras tantas que se deliciaram com os bolos caseiros da Valdirene, empreendedora apoiada pelo Santander.

Empreendedorismo feminino, inclusive, foi o tema da palestra da empresária Ana Fontes, outra convidada da marca, que contou sobre a dificuldade da sua trajetória profissional – e do preconceito sofrido dentro de grandes empresas por ser mulher – para finalmente abrir a Rede Mulher Empreendedora, plataforma de serviços que reúne mais de 300 mil inscritas. “Nossa missão é desenvolver e apoiar seus negócios”, explicou. “Empreender para muitas delas é ter independência financeira e, portanto, independência de vida. Sendo dona do próprio dinheiro ela passa a ter poder de escolha – como terminar um casamento abusivo, por exemplo, um dos casos recentes da Rede.” Para Ana, essa é mais uma certeza de que está no caminho certo.

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Imagem principal: Bruno Polengo

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