por: Westwing

Meu trabalho é minha força

apresentado por Westwing

Conheça cinco mulheres que encontraram propósito em suas profissões

Com o propósito de destacar trabalhos independentes e enaltecer a potência do femininoTpm conheceu 5 designers que, ao buscarem independência, descobriram toda sua capacidade. Aqui, cada uma delas fala sobre as dores e delícias de serem criadoras e como se tornaram mulheres mais fortes através do trabalho.

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Maria Thereza Macedo

Thereza é designer de moda com pós em Fashion Business. Começou a trabalhar na área assim que entrou na faculdade, por isso teve a oportunidade de atuar em vários setores como assistência de estilo, figurino e também na área comercial. Criadora da Empooderadas, marca de camisetas com seios bordados, ela dará uma aula de bordado na Casa Tpm em um oferecimento de Westwing.

Qual a maior dificuldade desse trabalho? O fato de vir da área criativa e ter que entender de gestão foi, no início, uma loucura. Hoje, porém, eu consigo olhar com mais afeto para as minhas planilhas. [Risos]

E a maior força? Sou apaixonada pelo que faço e acredito que isso coloca muito entusiasmo e amor em tudo. Sou daquelas que às vezes manda e-mail para clientes só para dizer: "Postei sua blusa hoje e ela estava tão, mas tão linda… Obrigada!"

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Qual sua maior evolução? Sempre fui privilegiada por trabalhar com quem eu admirava. Depois de um tempo, fui refletindo sobre como a gente convive mais com os colegas de trabalho do que com quem amamos. Percebi, assim, a importância que o trabalho tem e como pode transformar a vida das pessoas. Ele deve trazer inspiração, esse é o ensinamento que levo para a vida. Muito antes de deixar uma cliente encantada, eu preciso fazer isso com quem está no meu time. Assim o caminho é muito mais leve e fluido. 

Como você acha que seu trabalho te transforma em uma mulher mais forte? Acredito que as pessoas com quem eu me conectei graças ao meu trabalho me transformaram em uma mulher mais forte. Eu sou muito ansiosa e o bordado trouxe a calma que eu precisava. Hoje, ele vai muito além, me conectou com outras pessoas através e me ajudou a conquistar uma independência financeira. 

Laura Pereira

Viajar é a maior inspiração de Laura e, segundo ela, não precisa ir muito longe para isso. O trabalho da designer, inclusive, é focado para os viajantes, ainda que esteja inserido no meio da moda. "Estou sempre desenvolvendo coisas novas, deixando o acaso acontecer. Como em uma viagem", diz. Os produtos que a designer desenvolve, como mochilas, pochetes e porta-cobertores, são para acompanhar as pessoas que querem explorar novos caminhos. Durabilidade, conforto e beleza é a tríade que permeia tudo que ela faz. "Todo designer tem uma responsabilidade muito forte com o que está criando", acredita Laura, que defende um consumo mais consciente.

Qual a maior dificuldade desse trabalho? Uma das maiores dificuldades é trabalhar sozinha, fazer um trabalho de criação e desenvolvimento solitário. A gente precisa conectar com o mundo, com o mercado e com clientes, mas na parte da decisão é tudo muito solitário e acaba sendo uma dificuldade.  

E a maior força? Vejo que também é isso, ser independente. Essas duas questões estão ligadas. Ser independente é muito bom para poder tomar rumos de acordo com o que faz sentido para nós e com o que acreditamos. Isso também é um alento, ainda que seja uma dificuldade.

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Qual sua maior evolução? Os desafios sempre me fizeram evoluir. Tive algumas crises no caminho, claro, mas a persistência foi um elemento que esteve sempre presente, por isso a marca existe até hoje. Aprendi a sempre tentar um novo jeitinho, uma nova forma de fazer as coisas e não aceitar a desistência como solução. Às vezes, é isso que leva ao amadurecimento. Passar pelas experiências e situações que se apresentam deixa qualquer trajetória profissional mais rica.

Como você acha que seu trabalho te transforma em uma mulher mais forte? Acho que trabalhar, criar e fazer seu próprio trabalho proporciona, por si só, uma força muito grande. Essa força é feita dos desafios, das dificuldades. Com minhas experiências, consigo estar preparada para que outras situações se apresentem. Ser mulher, no mundo, já é uma questão. Desenvolver essa força no trabalho é se empoderar como mulher e ajudar nessa luta. 

Camila Sarpi

Camila é designer de acessórios banhados com acabamento de alta joalheria. Depois de trabalhar por muitos anos com moda em Nova Iorque, percebeu uma vontade crescente de se envolver com a produção artesanal e colocar, literalmente, a mão na massa. "Me apaixonei pelo processo de produção e resolvi voltar ao Brasil para começar minha própria marca", diz. Perfeccionista, ela se dedica aos pequenos detalhes e todas as peças, sem exceção, passam por suas mãos antes de serem comercializadas.

Qual a maior dificuldade desse trabalho? Meu processo é lento e trabalhoso. São várias etapas de produção em lugares e com pessoas diferentes, sendo que todas as peças passam pelas nossas mãos antes de irem para o cliente final. Também sou muito intuitiva para criar e não consigo fazer nada a toque de caixa. 

E a maior força? O lado bom é que tenho um trabalho autoral e minhas coleções são atemporais. Quando troquei a moda pela joalheria, ainda nem se falava em slow fashion. Porém, já existia essa busca por um trabalho independente de tendências e estações.

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Qual sua maior evolução? São tantas coisas em treze anos de marca... Evoluí como pessoa, na maneira de lidar com os outros, nos produtos, na maneira de me comunicar. Hoje sou bem mais confiante, tenho consciência das minhas habilidades e talentos, assim como das minhas limitações. Quando comecei era muito crítica com tudo e principalmente comigo mesma. Não sabia aceitar elogios e tinha medo de não dar certo. Hoje sei reconhecer que faço um bom produto e também onde precisamos melhorar como empresa. Essa, para mim, é a maior evolução.

Como você acha que seu trabalho te transforma em uma mulher mais forte? Ter uma pequena empresa no Brasil, que se sustenta por si só há treze anos, deixa qualquer um mais forte. Na área de moda então, nem se fala. São tantos os desafios todos os dias que você acaba criando músculos [risos]. Brincadeiras à parte, o fato de ser independente, saber que consigo tocar uma empresa, criar produtos de boa qualidade e ainda colecionar um tanto de boas histórias pelo caminho, me dá força e a confiança de que sou capaz de fazer qualquer coisa bem feita se realmente me empenhar.

Kiki Ortega

Kiki é uma terapeuta integrativa de várias técnicas. Além de consultora de Feng Shui, é numeróloga, mestra em Reiki e aromaterapeuta. Seu propósito é ajudar as pessoas a se encontrarem para que possam, assim, cumprir livremente sua missão de vida. "Isso é o que me deixa mais realizada", confessa. A convite do Westwing, ela estará na Casa Tpm deste ano com uma aula sobre como a energia do Feng Shui se aplica em nosso dia a dia.

Qual a maior dificuldade desse trabalho? É a continuidade. As pessoas são imediatistas e esperam resultados rápidos, assim com um antibiótico. Não é assim que funciona quando se trata de mudança de paradigmas e de comportamento. Qualquer resultado, quando falamos de energia, depende muito do interagente, que deve fazer a sua parte. Quem se dedica, consegue chegar a lugares surpreendentes.

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E a maior força? O propósito, que é capaz de nos levar a lugares inimagináveis. Depois vem os resultados, que são reais, duráveis e passam do empírico à materialização.

Qual sua maior evolução? Hoje, olhando para trás, eu percebo o quanto eu cresci e me empoderei com meus conhecimentos. Além disso, sei o quanto eu posso ajudar as pessoas. Isso é algo que me deixa muito feliz, porque é o meu propósito de vida. De um ano para cá eu já me sinto feliz, imagina de 12 anos para cá?

Como você acha que seu trabalho te transforma em uma mulher mais forte? Me sinto muito mais consciente sobre as minhas próprias emoções. Quando a gente ensina, a gente também aprende. Seria incoerente eu ensinar algo que eu não coloco em prática, não é? Hoje me sinto muito mais preparada para enfrentar problemas que todos nós temos. Muitas vezes na nossa vida a gente acaba cedendo à parte financeira e deixando de lado a parte espiritual. Trabalhamos em coisas que não gostamos porque é preciso pagar contas. No meu caso, o trabalho me tornou uma mulher forte porque assumi 100% de quem eu era e sempre fui. 

Camila Bertolote

Estilista por formação, Camila se formou em moda no London College of Fashion e, diferentemente de seus colegas europeus, resolveu voltar ao Brasil para olhar sua própria cultura. Depois de passar por algumas marcas e vivenciando sua primeira gravidez, conheceu Elisa Atheniense e resolveu se lançar em uma linha de itens para casa junto a ela. 

Qual a maior dificuldade desse trabalho?  Somos designers e desenvolvemos o nosso produto em fábricas parceiras, que produzem com exclusividade para nossos clientes. Porém, os tempos estão difíceis para os pequenos produtores. Vimos muitas fábricas e curtumes fecharem as portas. Além da lamentar a perda destes fornecedores, tivemos que deixar para trás algumas ideias e produtos, infelizmente.

E a maior força? Minha maior força, com certeza, é a Elisa. Ela é uma força da natureza, incansável e inspiradora. Sempre em busca do novo e pronta para dar mais um passo.

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Qual sua maior evolução?  Eu acho a troca muito importante e é muito bom ter este espelho em uma sócia para confrontar as ideias. Os colegas de trabalho, mentores, colaboradores e clientes influenciam a gente no dia a dia e nos moldam pouco a pouco, fazendo de nós quem somos hoje. 

Como você acha que seu trabalho te transforma em uma mulher mais forte? Me tornar uma empresária, além de designer, me obrigou a me abrir a outros aspectos envolvidos nos processos de criação. Além disso, preciso ter uma visão mais holística não só no trabalho, como na vida. 

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Além de levar Maria Thereza e Kiki Ortega para a Casa Tpm deste ano, em workshops sobre bordado e Feng Shui, respectivamente, o site de casa e decoração Westwing criou uma campanha exclusiva com as criações deste time e mobiliários que vão embelezar a CasaVai lá!

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