por Redação

WWF-Brasil lista 5 aplicativos para ter no celular e se reconectar com a natureza

Usar o celular também pode ser transformador para a natureza. Existem diversos aplicativos escondidos que facilitam essa aproximação e permitem denúncias sobre crime ambientais, a consciência sobre a luta pela sobrevivência do Cerrado e até o controle da população dos mosquitos transmissores da dengue. 

Veja abaixo cinco aplicativos que prometem mudar a sua relação com a natureza na prática. 

1. Futuro em suas mãos — para smartphones e tablets, dá dicas (de forma divertida!) sobre a melhor maneira de produção para que o Cerrado se mantenha forte. Além disso, mostra como as práticas não sustentáveis podem afetar o bioma e a vida de todos. O desafio proposto é alcançar o equilíbrio: garantir rentabilidade, sem prejudicar o meio ambiente. Ele foi feito pelo Programa Cerrado Pantanal em 2016.

2. O app Meu Ambiente permite que as pessoas façam denúncias de crimes ambientais. Ele tem um link direto com instituições, como Ministério Público, secretarias e prefeitura, de modo que a denúncia, anônima, vai direto para alguns desses órgãos. A ferramenta permite denúncias sobre crimes relacionados ao meio ambiente, como desmatamentos, queimadas, tráfico de animais silvestres, poluição do ar e emergências químicas.

3. O Catálogo de Madeiras Brasileiras é voltado para arquitetos e engenheiros que queiram usar madeiras menos conhecidas em seus projetos. Ele lista espécies de madeira que podem ser utilizadas para fazer portas, janelas, rodapés, esquadrias etc. O uso desse aplicativo ajuda a fomentar o mercado de madeira certificada e a diminuir a pressão ambiental sobre espécies muito conhecidas, como o ipê e o jatobá. Foi desenvolvido com apoio do WWF-Brasil.

4. O Pesca Mais ajuda gestores e pescadores esportivos, artesanais e colônias de pescadores a monitorar populações de peixes. Isso pode ser útil para a conservação de espécies, relatórios de comercialização de recursos pesqueiros e pesquisas sobre biodiversidade de rios, mares e oceanos.

5. O Aetrapp, disponível hoje só no Acre, conta com a ajuda da população acriana para contabilizar ovos de Aetrapp e assim fazer monitoramento das populações do Aedes aegypti. A ideia é que as pessoas registrem a presença do mosquito e ajudem as autoridades de saúde e vigilância sanitária a combater os focos e criadouros do mosquito. Podendo, assim, desenhar políticas públicas mais eficientes para o combate a dengue, zika e chikungunya.

A lista é uma colaboração com a WWF-Brasil.

Vai lá: wwf.org.br

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