por Redação
Tpm #166

Iniciativas que recolhem lixo orgânico em casa começam a se espalhar pelo país

Desde que a palavra compostagem saiu dos círculos fechados de sítios e ganhou adeptos entusiasmados nas grandes cidades brasileiras, o desafio virou equacionar espaço, formato, tempo e amizade com minhocas para que a transformação de lixo orgânico em adubo ganhasse escala.

Para quem gosta da ideia, mas não preenche todos os requisitos, o novo serviço de busca a domicílio vem a calhar. Em troca de uma mensalidade, entre R$ 30 e R$ 60, microempresas jovens e movidas a bicicleta recolhem o lixo semanal e o levam a centrais de compostagem. No final de cada mês, o cliente recebe adubo resultante do processo ou mudas de ervas.

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Para o criador da Ciclo Orgânico, do Rio, Lucas Chiabi, trata-se de desconstruir a "mágica do lixo", aquela em que "você coloca o saco para fora de casa e ele desaparece". No mesmo modelo, surgiram a EcoBalde, de Campo Grande (MS), e Pietzsch, que abriu a Re-Ciclo com dois sócios em Porto Alegre há apenas um mês, conta que já tem 400 cadastrados. "Sabia que havia demanda, mas não tanta."

Vai lá: cicloorganico.instapage.com, ecobalde.eco.brbrotei.com.br e facebook.com/reciclopoa

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Foto principal: Reprodução

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