A primeira surgiu na hora de trocar os chips. Enquanto no iPhone a peça é ejetada com a ajuda de uma chavinha especial, no genérico ela fica debaixo da bateria, como na maioria dos celulares convencionais. Descoberto o detalhe, hora de fazer a primeira ligação. Alê passou sua receita de frango com curry para uma amiga de Buenos Aires escutando e sendo escutado em alto e bom som. O problema foi só desligar. O diretor batia com o dedo na tela e nada acontecia. Ponto negativo para o touchscreen do aparelho da Pajé, que se mostrou teimoso para funcionar em vários outros momentos.
O fake também não conseguiu conectar-se à rede wi-fi do prédio. Em compensação, recebe sinal de TV e rádio, podendo inclusive gravar as transmissões, graças a uma antena retrátil, funcionalidade que o original não tem. No geral, mesmo sentindo falta de checar seus e-mails, Alê viu algumas vantagens no clone: “Pelo preço e pelo que ele oferece, é fantástico”.
Aparentemente, nosso segurança também não se importou com a troca. Adorou o jogo de Fórmula 1, em que o telefone vira uma espécie de volante, e gostou mais ainda de poder acessar a internet. “Nem se eu pudesse compraria o original. Custando isso tudo, acho que não vale a pena. E com o meu posso gravar clipes preferidos e ver TV.”





















