Revista Trip

 
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Qual o maior mico que você já pagou na praia?

Onze pessoas contam suas aventuras e desventuras nas praias alheias
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14.04.2009 | Texto por Redação, Fotos Arquivo pessoal

  01. GIBA NASCIMENTO (músico): “Eu estava em Maracaípe, ao lado de Porto de Galinhas (PE). Lá o mar não é tão calmo como em Porto. Eu perdi minha sunga pegando um jacaré e resolvi esperar a praia esvaziar de dentro d’água. O problema foi que não esvaziou e eu já estava virando uma uva-passa. Nadei até mais para o canto e tive que ir meio contornando até o bar do Marcão pra pegar uma toalha emprestada. Obviamente, várias pessoas me viram. Que beleza...”

 

 

02. GUSTAVO GUIMARÃES (diretor de cena): “Estava em um bar na praia no Rio com alguns amigos e saí pra atender o celular em um lugar mais silencioso. Quando voltei, sentei sem querer em uma mesa com três mulheres! E bem na hora que eu cheguei elas estavam reclamando que não aparecia nenhum homem por ali. Acabamos fazendo amizade e o mico virou uma coisa divertida.”

 

 

03. CAROL SALGADO (jogadora de vôlei de praia): “Como vamos todos os dias à praia pra treinar, sempre encontramos um maluco que mexe com a gente. Já passamos por várias situações. Tem uns doidos mais leves, que falam que a gente deveria namorar eles ou que encostam na rede e querem jogar. São passagens engraçadas lá em Ipanema. Mas uma vez teve uma situação mais pesada, quando um cara falou que ia me matar

 

 

04. ANDREA HEYNEN DE A. SALGUEIRO (publicitária): “Estava em São Sebastião, nadando naquele mar geladinho, quando senti umas algas nas minhas costas. Tentei pegar e começou a arder minhas costas e meu braço. Quando me dei conta eram águas-vivas. Saí do mar correndo e parecia uma louca, pulando e sentindo que estava pisando num formigueiro. A praia inteira olhando pra mim e eu correndo sozinha, hahahaha...”

 

 

05. VI NICIUS ROMOLO SILVA (estudante): “Fui andar de caiaque, mas fui muito longe e não conseguia voltar... Quando cheguei à praia, minha mãe estava desesperada e todos prestando atenção.”

 

 

06. PATRÍCIA HADDAD (publicitária): “É muito perigoso correr na praia sem que as coisas comecem a balançar. Saindo do mar fui tentar tal façanha para impressionar um rapaz e ignorei a onda gigante... Claro que caí de cócoras.”

 

 

07. MARINA BELTRAME (estudante): “Estava a caminho do mar, correndo para não queimar o pé na areia. Na confusão de correr e olhar o mar ao mesmo tempo, acabei levando um tombo, num castelinho de areia. Caí de boca, engoli areia e ainda frustrei a pobre da criança que havia construído o castelo. Vergonha!”

 

 

  08. FÁBIO HATAKA (produtor e músico): “Ser convidado para uma viagem à praia, comprar uma bermuda especial para a ocasião e, chegando lá, descobrir que era uma praia de nudismo.”

 


09. FLÁVIA DURANTE (jornalista e DJ): “Com 19 anos, em 1996, fui com minha tia e mais duas amigas dela para Porto Seguro (BA). Claro que demos um pulo em Trancoso, no trecho de nudismo. Foi engraçado pra mim fi car peladona no meio das coroas. Mais engraçado ainda quando um vendedor ambulante que estava de bicicleta viu aqueles quatro pares de tetas andando juntas e quase caiu pra trás derrubando acarajés, dendê e tudo o mais.”

 

 

10. GUI BORATTO (DJ): “Estava eu em Barcelona, tocando em um club, terminei às sete da manhã e decidi ir direto pra praia. Eu estava de calças jeans, e o calor, às nove da manhã, já era insuportável. Então tirei as calças e fi quei de cueca samba-canção, muito parecida com short. Achei que ninguém perceberia. De repente, a praia estava lotada e todos perguntavam: ‘Gui, você está de cuecas??’. Comecei a fi car realmente com vergonha. Não sei o que era pior, continuar assim ou colocar de volta minhas calças, então resolvi continuar de cuecas.”

 


11. MARGARETH MENEZES (cantora): “Meu maior mico na praia foi quando resolvi tirar uma onda de bodyboarder. Comprei uma prancha e entrei no mar achando que era fácil. Remei para junto dos surfi stas e lá fi quei, esperando a onda. De repente, ela veio e me deu o maior ‘caixote’, o que me deixou tonta. Quando consegui sair do mar, abandonei a prancha numa barraca e fui correndo pra casa.”

 

 

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