Revista Trip

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Postado em 09.03.2012 | 14:03 | por Flavia Durante
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Nas festas da editora Trip nunca falta música boa. São vários os funcionários que depois de um dia inteiro na redação nas horas vagas ainda têm pique pra se dedicar à arte de discotecar. Muitas vezes o que começa como hobby acaba virando uma segunda profissão e é possível ver vários de nossos colegas DJs tocando em festas, bares ou casas noturnas pelo Brasil afora.

Conheça na galeria acima os Trip DJs e abaixo veja links para seus sets e suas agendas. E parabéns pelo Dia Internacional dos DJs! ;-)

Mand
www.soundcloud.com/mandymussi
Agenda: abril @ Lowhertz

Elohim Barros e Bruno Torturra
www.soundcloud.com/elohim-barros
http://talcobells.blogspot.com
Agenda: 09/03 - Talco Bells @ Estúdio Emme - SP/SP

Millos Kaiser
www.soundcloud.com/selvagem
www.osritmosdigitais.com
Agenda11/03 - festa Selvagem @ Paribar

Flávia Durante
www.soundcloud.com/flaviadurante
www.mixcloud.com/flaviadurante
Agenda: 09/03 - Trabalho Sujo @ Alberta#3 - SP/SP
25/03 - Zumbi Skate Arte Música @ Praça Palmares - Santos/SP

Veja galeria de fotos Veja galeria de fotos
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Postado em 09.12.2010 | 19:12 | por Stephanie Stupello
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Vim de uma empresa (o site Virgula), na qual eu era muito apegada aos colegas de trabalho, e fiquei com um certo tempo de "viuvez" quando comecei na Trip, em agosto. Mas esse período logo passou, pois aqui encontrei uma equipe incrível, cheia de gente interessante e com muita história pra contar. A Jaque Amaral, coordenadora de mídias sociais do site da Trip e da Tpm, é uma delas. *Por Flávia Durante

Arquivo pessoal

01. Eu, corredora, passando calor no Rio. 02. Minha versão hippie jovem, em Salvador. Engraçado é que eu tenho várias fotos dessa viagem com a mesma roupa, era hippie mesmo, risos. 03. Amigas queridas da Abril. 04. Vestida de bailarina no Carnaval.

01. Eu, corredora, passando calor no Rio. 02. Minha versão hippie jovem, em Salvador. Engraçado é que eu tenho várias fotos dessa viagem com a mesma roupa, era hippie mesmo, risos. 03. Amigas queridas da Abril. 04. Vestida de bailarina no Carnaval.


Você veio de uma área totalmente diferente, o turismo. Como você resolveu recomeçar do zero e virar jornalista?
Trabalhei três longos anos na TAM. Digo isso porque era punk encarar a loucura que é o aeroporto de Congonhas mais o look transformista que a gente usava na época [risos]. Tirando os dramas, era legal porque eu tinha passagens baratíssimas e viajei bastante. Depois da TAM, fui para o STB [Student Travel Bureau]. Lá trabalhei com o turismo mais clássico mesmo, de viagens mais "empacotadas". Fiquei mais três anos, comecei como assistente e saí como gerente de loja, foi bacana também para ficar agilizada, sempre tinha muito pepino na minha mão e eu precisava me virar. Aí um dia cansei dessa adrenalina, era preciso fazer faculdade e escolhi o jornalismo porque já havia sido minha opção quando mais jovem e também porque sempre tem aquela professora que elogia suas redações e você acredita.

Se arrependeu dessa decisão ou não?
Jamais. Foi uma decisão acertadíssima. Me formei tarde, entrei na faculdade com 23 anos, idade em que a maioria já está formada. Mas isso foi bom, porque pude ter mais clareza sobre o que eu queria realmente fazer. No segundo ano de faculdade eu fui para a editora Abril, como estagiária. Foi uma supermudança porque eu já era profissional de uma outra área, tinha um salário razoável para a minha idade e abri mão para receber bolsa e aprender. Mas o legal é que fui contratada antes de me formar. Foram dois anos ótimos na Abril, fiz grandes amigos, aprendi demais e ainda por cima conheci meu namorado: valeu, Abril!

Como você veio parar na Trip?
Então, estava tudo bem lá na marginal Pinheiros, mas eu sempre fui muito fã da Tpm e volta e meia me batia uma vontade de saber como era aqui, de vir pra cá, participar desse editorial que eu achava tão bacana. Aí resolvi mandar um e-mail me apresentando e mandei direto pro Luna, na cara de pau mesmo. Ele respondeu depois de um mês e me chamou para um papo, não fazia ideia do que aconteceria, sabia que não existia uma vaga. Aí conversamos, ele gostou de mim e me apresentou pra Eva. Ela me entrevistou e acho que foi um pouco com a minha cara também, aí me contratou. Eu nem acreditava, no dia em que ela me ligou para confirmar eu fiquei tão feliz que saí ligando para todos os amigos da rua mesmo [risos].

E as mídias sociais, como você foi parar nisso?
Você acha que essa área ainda tem muito a crescer e ser opção de trabalho pros jornalistas ou já está se estagnando?

Na Abril havia uma preocupação forte com audiência, retorno para patrocinador, e eu acabei não sendo uma repórter clássica: estava quase sempre mais envolvida com a parte estratégica de trazer números, otimizar o site, pensar em formatos especiais on-line. E, na conversa com o Luna e com a Eva, eles me falaram dessa vontade de fazer isso também com os sites da Trip e da Tpm. Como não existia a vaga, quando eu cheguei ficou meio confuso qual seria de fato o meu cargo e naturalmente eu acabei tomando conta das redes sociais, o que foi muito legal, porque a gente tem conseguido bons resultados e no ano que vem acredito que as coisas vão ficar ainda melhores. Acho que não dá para pensar nessa profissão isoladamente, não dá para ser bom nas redes se o seu conteúdo editorial e o seu site de destino não estiverem bem alinhados. Por isso acabo também me envolvendo com outras coisas, dando palpites aqui e ali, pensando também no que está sendo feito nos sites... Tenho uma queda forte pela estratégia digital [risos]. Como mercado de trabalho, a hora é essa: tá superaquecido porque agora as empresas descobriram as redes sociais. O problema é que nem sempre as pessoas têm uma visão clara do que é e de como se alcança um resultado bacana. Tem muita gente que acha que é um trabalho fácil, simples, que qualquer adolescente conectado faz. Não é bem assim. Agora, seria bem legal se os "especialistas" que estão sempre em fóruns e palestras fossem além do discurso da inovação, da nova comunicação, dos tuítes edificantes e ajudassem a esclarecer como é essa vida de redes sociais na prática. Falta isso no mercado.

Arquivo pessoal

05. Numa festa à fantasia com minha irmã mais velha e meu velho pai. 06. Em Jericoacoara, lugar lindo, longe e cheio de sapos. 07. Carnaval, eu, a mascarada, e o namorado, lindo. 08. Em Belém, eu, uma mini-hippie, minha mãe e a anta.

05. Numa festa à fantasia com minha irmã mais velha e meu velho pai. 06. Em Jericoacoara, lugar lindo, longe e cheio de sapos. 07. Carnaval, eu, a mascarada, e o namorado, lindo. 08. Em Belém, eu, uma mini-hippie, minha mãe e a anta.



Pelo que notei, você é muito unida à sua família. Como é sua convivência com eles?
Sou apegadíssima, tenho duas irmãs mais velhas e três sobrinhos. Minha família é do Pará, eu e mais um primo somos os únicos nascidos aqui. Então na minha casa sempre teve essa coisa de receber os familiares nas férias, viajar para visitá-los, fazer comida típica e festa por qualquer motivo. Cresci com esse espírito natalino [risos]. Hoje tenho duas casas: a dos meus pais, onde fico três dias por semana, e a do meu namorado, destino dos outros dias. Ainda não me mudei oficialmente, mas normalmente não participo mais com muita frequência dos almoços de domingo da minha casa. Às vezes bate uma saudade que nem é da carne assada da minha mãe [risos]...

Você tem um lado politizado bem forte. Sua família também é assim?
“Lula lá, brilha uma estrela!” Sou de uma família simples. Meus pais não têm formação superior, mas fizeram esforço para as três filhas estudarem... Em casa sempre falamos de política, por que votar nesse ou naquele. Minha mãe é funcionária pública e minhas irmãs professoras do Estado, então não tinha como ficar fora do assunto. Lembro demais da eleição de 1989, do clima de velório que ficou lá em casa. Hoje já não sou tão partidária, mas não admito gente que tem filho em escola pública votando no PSDB, já arrumei briga por isso e dei "descurtir" em alguns amigos do Facebook nessas eleições.

É verdade que você vai se casar no ano que vem? Já podemos pensar no modelito pro festão ou vai ser algo mais reservado?
Tô confiante! [Risos.] Sou megarromântica, gosto de rituais e essa oficialização vai ser mais um motivo de festa e alegria para a minha família, então vamos fazer alguma coisa sim, mas sem bolo de noiva e cerimônias. Vai ser uma coisa mais íntima, só faço questão de jogar o buquê: se prepara, amiga!

Você é uma "mulher prendada", como diziam nossas avós? Gostaria de aprender alguma atividade, tipo costurar, cozinhar?
Prendada para pedir comida pelo delivery do Disk Cook. Sei fazer risoto e só. Ah, sei fazer ponto cruz também, aprendi numa fase de muita revolta depois de um pé na bunda. É preciso paciência para fazer ponto cruz e também para se curar de um pé na bunda, taí a ligação.

Você tem algum hobby?
Tenho fases de ficar obcecada. A última grande fase, o último grande hobby foi a corrida. Treinava forte quatro vezes por semana e participava de todas as provas de rua possíveis. Até para o Rio de Janeiro eu fui só para correr. Já estava planejando provas internacionais quando machuquei o joelho e tive que parar. Desde então, estou ensaiando uma volta. Agora, para o próximo ano, o que eu mais quero fazer é me dedicar a alguns projetos pessoais que ficaram parados porque nunca me sobrava tempo, entre eles um livro reportagem que já deveria ter saído...

Arquivo pessoal

09. Sobrinhos lindos em versão natalina. 10. Com vários amigos na Chapada Diamantina. 11. Em Morro de São Paulo com minha melhor amiga. 12. Em Itacaré.

09. Sobrinhos lindos em versão natalina. 10. Com vários amigos na Chapada Diamantina. 11. Em Morro de São Paulo com minha melhor amiga. 12. Em Itacaré.


Você adora viajar, né? Quais os lugares mais bonitos que você já conheceu e recomenda?
Por falar em obsessão, já tive uma fase obcecada pela Bahia. Pensei até em morar lá, imagina. Salvador é minha paixão. Nem é o lugar mais lindo, mas pra mim é a cidade mais libertadora. Em beleza acho Jeri, no Ceará, quase imbatível, mas a chapada Diamantina também é incrível, assim como Maceió, Itacaré, Ilha Grande, Morro de SP, Paraty...

Qual seu recorde de sushis em um rodízio japonês? [Risos.]
Com certeza o número de sushis não é maior do que o de shimejis fumegantes na chapa.

Acredita na Susan Miller? Qual o seu signo? Quais seus planos pra 2011?
Na véspera do primeiro dia do mês eu fico dando F5 na página do site. Acredito tanto que já deixei de cortar o cabelo porque ela disse que não era uma boa época para mudanças no visual, a louca. Sou ariana com ascendente em Escorpião, tenso. Por falar nisso, um dos meus planos para 2011 é fazer um mapa astral [risos].

Qual é o seu maior sonho?
São muitos. Uma viagem gastronômica, uma casa no campo, aprender a lidar com os problemas com mais tranquilidade e dançar balé (esse é o mais fácil).

O que é o mais legal em ser mulher?
Ah, Flá, é pintar a unha de laranja Twiggy e a boca com batom vermelho. Se bem que Laerte faz o mesmo... [Risos.]

Conhecer a Flá foi um dos prazeres deste ano, uma supercompanheira de trabalho, querida e generosa. Brinco que vou dormir e acordo com ela no Twitter, hahaha. (Jaqueline Amaral)

 

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Postado em 06.12.2010 | 12:12 | por Stephanie Stupello
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Nos conhecemos através de umas amigas em comum, mas foi na Trip que nos aproximamos.
Por onde passa ela chama a atenção: estilosa, de personalidade forte, adora novas aventuras. Ela é designer, grafiteira, DJ e não nega uma boa festa rodeada de amigos. O significado de seu nome é: “digna de ser amada”. Com vocês, Amanda Mussi, uma amiga que eu amo.

*Por Flávia Fraccaroli

Arquivo pessoal

1. Eu, Pedro, Szonia e o namorado dela, em Budapest. 2. Eu fazendo um graffiti no teatro municipal, no começo do ano

1. Eu, Pedro, Szonia e o namorado dela, em Budapest. 2. Eu fazendo um graffiti no teatro municipal, no começo do ano

Não consigo imaginar a little Amanda, me fale um pouco de você quando era pequena: onde nasceu, família etc.
[Risos.] Bom, pra começar você acertou, era little Amanda mesmo... Eu nasci em São Paulo, em 1986. Com 6 meses de idade meu pai, que é paraguaio, arrumou um emprego na Nigéria. Então fomos morar lá meu pai, minha mãe e eu, por cinco anos. Depois voltamos pra SP, ficamos mais dois anos aqui e fomos para Asunción, capital “del Paraguay”, onde ficamos por mais cinco anos. Depois que meus pais haviam se separado, minha mãe e eu viemos para São Paulo novamente. Eu já moro aqui há dez anos.

E seus irmão?
Meus amores! Tenho dois irmãos por parte de pai, o Tomy, 9 anos, e o Joaquin, que vai fazer 6. Todo mundo que olha para nós três pensa que eu sou adotada, porque eles puxaram a cor do meu pai, são loiríssimos! Eles moram com a mãe deles, em Buenos Aires. O Tomy joga rugby e é mais molecão, o Joaquin vai ser artista, ele gosta de música, desenha e sempre me pede pra mostrar meus desenhos.

Você fez faculdade de que e onde?
Eu sou formada em design digital pela Anhembi Morumbi, me formei em 2009.

Como o grafite entrou na sua vida?
Bom, eu gosto de desenhar desde que nasci e, quando tinha uns 13 anos, lá no Paraguai, eu andava de skate, meus amigos eram grafiteiros, MCs e skatistas também. Aí vim morar aqui, o pessoal do meu bairro grafitava também, conheci o trabalho de OsGemeos e muitos outros grafiteiros daqui. Resolvi aprender faz três anos e gostei tanto que deixou de ser hobby pra virar profissão também. Hoje em dia me sinto mal quando não pinto.^^~-_-

Arquivo pessoal

3. Eu tocando numa festa. 4. Com meus amigos no Paraguay, nas férias de janeiro passado. 5. Meus irmãos Joaquin (esq) e Tomy (dir) comigo em Buenos Aires.

3. Eu tocando numa festa. 4. Com meus amigos no Paraguay, nas férias de janeiro passado. 5. Meus irmãos Joaquin (esq) e Tomy (dir) comigo em Buenos Aires.



E a música, quando começou a tocar?
Eu estudei música desde criança, no colégio e em aulas particulares: fazia violão, canto, já toquei até saxofone! Eu sempre fui muito interessada por música, tenho muitos amigos DJs e produtores que me influenciaram. Eu sempre quis ter banda, na minha época mais punk rock. Depois fui me interessando mais por bases e produções experimentais e comecei a criar um gosto bem particular, até perceber que as coisas de que eu gostava não tocavam nas pistas. Então comecei a discotecar em festas de amigos e até em alguns clubes de SP. Eu adoro tocar, ainda sou bem amadora, mas estou investindo nisso e tenho vontade de levar a sério, a música é uma das minhas maiores paixões...

Como você se imagina daqui a 20 anos?
Rica [Risos]. Casada, com filhos, renomada no que faço, morando num lugar lindo e calmo...

Bandas preferidas? O que não sai do seu iPod?
Não tem algo que nunca saia do meu iPod: eu sempre troco tudo. No momento, escuto muito produtores de modern funk, electro-boogie etc., como Dam Funk, Flying Lotus, Mr. Oizo... Mas sempre tem faixas calmas de trip hop, como por exemplo Portishead, e nunca falta música jamaicana como Purple Man, Sister Nancy... Enfim, minhas amigas acham que eu escuto música de alienígena, só ouvindo mesmo pra explicar.^^~-_-

Entre seus trabalhos, de qual você mais se orgulha?
Do que você está falando? De grafite? Lugares em que trabalhei ou qual das profissões eu mais gosto?

Ah, pode ser um dos três, me fale de alguma coisa que você fez, olhou e falou: “C...lho, mandei bem!”
De grafite com certeza eu me orgulho do painel que fiz para a Adidas num evento de lançamento de coleção deles, na Bienal. Eu pintei um painel de 5 metros durante o evento e tinha que desenhar artigos de esportes como basquete, futebol etc. Eu nunca tinha feito desenhos com esse tipo de coisa, mas fui na fé e gostei muito do resultado! E de design com certeza eu me orgulho muito do meu TCC da faculdade, ralei um ano com meu grupo e fizemos um projeto sobre carnaval on-line, rede social etc. Depois de muitíssimo esforço, a gente tirou dez. Acho que até agora foi uma das minhas maiores conquistas...

E os apelidos? Paraguaia, Mandi, de onde vêm?
Paraguaia vem desde que eu tenho uns 12 anos, vim pra SP, fiquei só um ano aqui e no colégio uma amiga me apelidou assim. Hoje em dia a cidade inteira me chama de paraguaia. Eu cansei, mas não é algo que eu possa mudar, né? Mandi é um simples diminutivo de Amanda, muita gente me chama assim.

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7. A Flá querida e eu no Transformadores 2010 !! Amoooo. 8. Caio Ferreti, Eu, Nancy, Pri e o Diogo Rodriguez no Alma Surf.

7. A Flá querida e eu no Transformadores 2010 !! Amoooo. 8. Caio Ferreti, Eu, Nancy, Pri e o Diogo Rodriguez no Alma Surf.



Sobre o programa no Multishow [Em Busca da Balada Perfeita], conta um pouco como você foi parar em Budapeste.
Meus amigos ficaram sabendo do casting pra esse programa e faltava uma pessoa pra ir com eles. Então me chamaram. Acabou que só eu fui chamada, além de mais duas pessoas que até então eu não conhecia... Eu nunca tinha ido para a Europa e muito menos no maior festival de música de lá. O lance do programa era bem isso, a gente indo curtir o festival, entrevistar bandas, conhecer a cultura etc.

Nossa, eles devem ter ficado p... da vida e orgulhosos ao mesmo tempo...
Na real quem ficou p... fui eu, porque é óbvio que eu preferiria ter ido com meus amigos do que com dois estranhos, né? Uma pena mesmo.^^~-_-

Qual foi a coisa mais louca que você viu por lá?
Acho que o mais louco foi no último dia do festival, em que rolou um DJ holandês que tocava umas músicas folclóricas misturado com tecno bem cafona mesmo e, como 80% do pessoal era holandês, todo mundo levou milhões de brinquedos, esses jacarés e bichos de piscina infláveis, que é tradicional para eles, e arrancaram vários galhos enormes de arbustos. Então, quando eu entrei na tenda, parecia uma floresta de desenho animado, com umas boias pulando e cheio de plantas, eu não conseguia acreditar!

Qual lugar do mundo você sonha conhecer e por quê?
A Holanda, né?! [Risos] Depois do convívio que eu tive com esse povo, fiquei certa disso.

Pra finalizar a clássica: como veio parar na Trip?
O Colé [Vinícius] do site é meu amigo há muitos anos, e eu tinha acabado de sair da Trama, onde trabalhei antes. Ele viu a vaga de assistente de arte do marketing pelo Facebook do Guga, que era o diretor do departamento na época. Aí eu entrei em contato e foi “emprego” à primeira vista [risos]. Eu já queria vir pra cá faz tempo, gosto muito daqui! Fora que eu conheço muuuuita gente que já trabalhou na Trip também...

Eu conheci a Flavia um dia em que estava tirando um cochilo na casa de uma amiga nossa. Eu acordei, dei oi e nunca mais a vi. Nos reencontramos aqui na cozinha da Trip e foi como se já nos conhecêssemos há muito tempo. Ela é uma amiga muito querida e especial, sempre bem-humorada e com um sorriso estampado no rosto. É um humor muito particular, com o qual me identifico. Ela é uma pessoa que sabe ouvir e com a qual eu me sinto sempre à vontade para conversar sobre qualquer coisa. Rasgação de seda pra que, né amiga? Amo você!!!! (Amanda Mussi)

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Postado em 05.08.2010 | 18:08 | por Jaqueline Amaral
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Nem sempre entendo as tiradas inteligentes e salpicadas com um humor bastante particular de Diogo, e a vontade de saber mais sobre as coisas que ele é, foi e quer ser é que me moveu para entrevistá-lo. Logo que entrei, achei que ele era meio sério demais e adultão e não sabia se a gente ia se dar bem. Com o passar dos dias, fui vendo que o Diogo Rodriguez não só é o cara das tiradas inteligentes e de humor particular, mas também é um cara simpático, solidário e preocupado com os que estão ao seu redor. Por enquanto tudo que sei é que ele adora música, literatura, Post-its, cinema e camisas xadrez.

*Por Clarice Machado

1. Na minha formatura com: Daniel, meu irmão do meio, Bruna e Carol, amigas das antigas, e minha mãe, Olivia. 2. Fazendo um rock na cozinha de uma república. 3. Dentro da Alhambra, em Granada, Espanha (2008). 4. Rafael e Bruno, no Juca 2006

1. Na minha formatura com: Daniel, meu irmão do meio, Bruna e Carol, amigas das antigas, e minha mãe, Olivia. 2. Fazendo um rock na cozinha de uma república. 3. Dentro da Alhambra, em Granada, Espanha (2008). 4. Rafael e Bruno, no Juca 2006



Vou começar por onde acho mais curioso: Que história é essa de ser engajado politicamente? Isso não é meio geração passada?

Já fui mais engajado. Nunca fui de partido, apesar de ter pedido emprego para a Luiza Erundina e de ter feito campanha para o Lula em 2002. Isso vem de casa, na verdade, meus pais e meus irmãos são muito ligados em política e desde cedo eu aprendi que era importante. Me lembro de ter uns 8, 9 anos e já ser viciado em jornal. Com uns 6, queria pegar material de propaganda de todos os políticos, e meu pai, paciente, me levava a todos, menos no do Maluf. Dia de eleição antigamente era como Dia das Mães, Dia dos Pais. Todo mundo ia no mesmo carro, levando um por um pra votar. Quando acabava, a família ia para um restaurante bom almoçar. Quando fui prestar vestibular, decidi me inscrever nas ciências sociais também, porque tinha muita vontade de estudar política, entender como a coisa funciona. Me formei lá, fiz uma pesquisa em teoria política sobre democracia e gosto de ler sobre isso até hoje. Já trabalhei numa ONG que lida com política (Voto Consciente) também. É um envolvimento emotivo e intelectual, não partidário.

E você pensa em virar político? Sonha com isso desde pequeno?
Hahaha, não! Apesar de já ter achado que queria me envolver com isso de perto, hoje sei que não. No máximo, voltar a trabalhar com ONG, associativismo civil, coisas assim. Ou continuar minha pesquisa em teoria política.

Se bem que, geração passada pode mesmo ser a sua, né? Uma vez alguém me disse que "Diogo só gosta de coisas mortas. Músicos mortos, bandas que não existem mais, escritores mortos e cineastas enterrados". É isso mesmo ou exagero?
Isso não é verdade, hahaha. Quem disse isso, aliás? Gosto de bandas contemporâneas. Meu ídolo, por exemplo, está vivo, apesar de já ter uns 40 e muitos (Black Francis, vocalista do Pixies). Eu gosto de pesquisar, então estou sempre lendo, ouvindo e me inteirando de coisas do passado. Mas acompanho as coisas contemporâneas também. Curto muito uma banda nova que se chama The Black and White Years, gostei do romance Vista do Rio, do Rodrigo Lacerda, sempre vejo os filmes do Michael Winterbottom. O problema é que eu sou fã do Charles Chaplin, do Murilo Mendes, do Albert King, então fica todo mundo achando que eu não gosto de coisas novas.

Você ama o Pixies, né?! Por que exatamente e qual a sua música preferida?
Os Pixies me educaram musicalmente. A partir de quando comecei a ouvir os discos deles, descobri outro jeito de escutar música. Antes eu era metaleiro, gostava de Metallica, Sepultura, Marylin Manson. A partir deles descobri bandas que eu nunca tinha ouvido, livros que não conhecia, filmes que nem sabia que existiam. E o som é do caralho também. Misturar surf music, punk, Velvet Underground, a Bíblia e o surrealismo e fazer ficar bom não é para qualquer um. Pô, uma música? Uma só não. Eu gosto muito de "Monkey gone to heaven" "Planet of sound" e "River Euphrates". Mas gosto de tudo que eles fizeram, sempre ouço.

Você é americano, ou morou um tempo fora do Brasil? Com foi isso?
Americano nada, nasci no Jabaquara! Morei nos Estados Unidos entre os 16 e 17, fazendo intercâmbio de um ano no glorioso Estado do Alabama. Pô, foi uma das experiências mais malucas da minha vida. Vivi um ano com as pessoas mais religiosas que eu já conheci. Tentaram me converter várias vezes, inclusive na escola, que era religiosa. Vi gente entrando em transe religioso, fui a mais "missas" do que em toda a minha vida. Até toquei guitarra na banda que fazia as missas da escola às sextas-feiras de manhã, porque era o único jeito de continuar praticando com banda. Mas claro que uma vez inventei de fazer um solo distorcido com wah-wah numa das músicas do culto e choquei os professores. Foi a minha glória. Mas lá conheci a família O'Brien, minha família postiça, que é como se fosse família de verdade. Falo com eles toda semana, até hoje. E olha que faz dez anos que morei com eles.

E há quanto tempo trabalha na Trip? Como veio parar aqui?
Tô na Trip desde maio de 2009. Cheguei aqui porque a minha amiga Isabella Infantine, que foi estagiária da revista Trip, me avisou que o site tinha uma vaga de estagiário. Aquela coisa clássica: mandei e-mail com currículo, pediram pauta, depois entrevista com os chefes etc. etc. Fui chamado e consegui a vaga. Aí estávamos sem repórter em agosto desse mesmo ano e resolveram me efetivar. Foi sensacional para mim, ainda nem tinha me formado em jornalismo, faltava terminar o semestre.

Qual foi a coisa mais esquisita sobre a qual já escreveu?
Esquisita...? Teve aquela matéria sobre a matinê gay que foi mais estranho de ver do que escrever sobre. Não porque eram gays, mas porque a molecada de 12, 13 era muito precoce. Uma que eu gostei muito foi a entrevista com o reverendo Billy, o pastor da Igreja da Vida Pós-Consumo. Ele é uma figura bem estranha, até pelo telefone. E teve também aquele lugar na Hungria que aluga tanques de guerra para passeio, como se fosse pista de kart. Essa, aliás, foi sugestão do meu irmão do meio, o Daniel, que é um cara peculiar.

Por que seu apelido é Tieta?

Esse é um mistério enorme. Dizem que é porque eu comecei a dançar lambada na Talco Bells uma vez, mas eu não me lembro. Tem outra história que conta que, cobrindo um campeonato de surf, eu tomei umas cervejas a mais, peguei uma canga nas mãos, levantei os braços e fiquei cantando a música tema da novela. Não sei em qual versão confiar, pra ser sincero. Mas ficou o apelido.

5, 6 e 7. Das pérolas que falei e viraram post-it

5, 6 e 7. Das pérolas que falei e viraram post-it



Como é ser daltônico? Digo, você já falou que "é daltônico, mas não idiota", e isso até virou um Post-it na nossa parede da redação. Mas, na vida real, como é ser daltônico?
Sei lá. Para mim, vocês todos é que falam os nomes errados das cores. Mas é um ótimo assunto pra quebrar o gelo numa mesa de bar.

Falando nos Post-its: Como conseguiu confiança para ser o guardião do depósito secreto de Post-its grandes? Um dia vou chegar lá?
Esse cargo de editor de Post-its do site foi uma dura batalha pessoal. Tive que usar todos os meus dotes editoriais para convencer a Eva de que eu merecia isso. No começo ela achou que era um delírio meu, tentou me dissuadir, mas convenci a nossa chefe no fim. Você também pode, Clarice, claro. Só não venha querer puxar meu tapete, hein, meu?

Você tem um projeto paralelo de um blog pessoal onde escreve poesias e posta junto com fotografias. De onde surgiu a ideia?
Começou quando eu vi uma foto no Facebook que me fez querer escrever um poema. Só por causa da foto. Ficou bem legal, curti pra caramba. Aí vi que era outro jeito de me exercitar. É muito difícil encontrar sobre o que escrever sem se repetir, e as fotos te dão referências visuais que você segue ou só usa de motivo.

8. Em Buenos Aires com os amigos jornalistas Gabi e Chico. 9. Em algum lugar ermo do Tennessee. 10. Tocando violão deitado no chão em Ilhabela (2007). 11. Carol e Bruna, amigas há mais de dez anos

8. Em Buenos Aires com os amigos jornalistas Gabi e Chico. 9. Em algum lugar ermo do Tennessee. 10. Tocando violão deitado no chão em Ilhabela (2007). 11. Carol e Bruna, amigas há mais de dez anos


Você já pensou em levar isso a sério mesmo e fazer um livro de poesias, ou coisa assim?

Tenho um monte de poemas, mas não sei se um dia vai virar livro. Quer dizer, não quero pensar nisso. Ainda não sei se são bons o suficiente para virarem um livro. O que importa é continuar escrevendo, porque eu gosto muito disso, mesmo que eu não seja tão bom. Mas estou amadurecendo a escrita aos poucos, o que acho um sinal positivo.

E a tatuagem de macaco, o que é isso que eu soube que você tá querendo fazer?
Ah, eu falo isso há anos, mas e a coragem? O macaco está na capa de um dos discos do Pixies, o Doolittle. Penso em fazer porque o disco tem muito significado para mim. Na verdade, é a única coisa que eu tatuaria. Mas não sei se vou fazer mesmo. Se viesse uma tatuagem no pacote do salgadinho seria mais fácil.
 
Pra terminar, você tá solteiro, né!? Como faz pra uma garota interessada em você não estragar tudo? O que ela não pode fazer? Ela tem que gostar de política também?
Olha, prefiro não responder a essa. Sou bem reservado, então vou deixar essa no ar. Posso dizer que não precisa gostar de política não. Mas tem que gostar de alguma coisa na vida. Gente desinteressada não é pra mim, até se for pra ser amiga.


Clarice chegou faz pouco tempo no site, mas parece que trabalha conosco há muitos meses. Ela é uma ótima fotógrafa e sua mãe manda da Bahia os melhores sequilhos que eu já comi. (Diogo Rodriguez)


Tieta, opa, Diogo, além de dançar lambada e não lembrar depois também escreve aqui:
Tumblr: http://rodriguezzz.tumblr.com/
Blog: http://azulouverde.blogspot.com

 

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Postado em 07.07.2010 | 22:07 | por Jaqueline Amaral
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Ele é responsável por vários dos vídeos do site da Trip e da Tpm e tem o blog Cheiro da Rua, que retrata acontecimentos e cultura de rua. Marco é mais conhecido como Grilo. Agora, por que "Grilo"?

Ele ganhou o apelido num rolê com os amigos que ficavam procurando nele o botão de stop, já que não parava de falar... estilo grilo falante! Aqui na redação não é muito diferente, ele senta ao meu lado e não é raro eu perguntar o que ele está falando, meio baixo, e acreditem ou não... ele fala até sozinho.

*Por Camila Nuñez

1.Com Kátia Lessa na balada. 2. Nos vocais, com sua banda. 3. Em uma das muita sessions, no 176.

1.Com Kátia Lessa na balada. 2. Nos vocais, com sua banda. 3. Em uma das muita sessions, no 176.


E aê? Vou fazer perguntas aleatórias e depois vejo como monto. Como chegou na Trip? Você já tinha trabalhado antes?
Bom, cheguei na Trip através de um amigo meu, o Thiago "China", ele era estagiário e foi promovido, me indicou. Aí fiz a entrevista, no dia seguinte a Eva me ligou e me chamou. Lembro até hoje, tava na Galeria do Rock dando um rolê, ela me ligou, fiquei pilhado: primeiro emprego, né? Ainda mais na Trip! Ah, trabalhei com a minha mãe de office boy e ajudante de estúdio de tatuagem, mas emprego de verdade mesmo foi na Trip.

Falando em pilhado, essa é uma característica que te define. Sempre mil coisas, né? Me fala dos seus interesses e atividades?
Haahaha, é, bom, sempre fui elétrico, gosto de dividir meu tempo pra conseguir fazer tudo. Mesmo assim, às vezes me pego viajando na maionese. Dedico meu tempo pra estudar, eu faço clipes dos meus amigos, viajo e toco com a minha banda. Sempre ocupado, hahaha.

Banda? Conta tudo...
É, tenho uma banda de hardcore há uns seis anos pelo menos, este ano estamos em tour, então quase todos os fins de semana tenho show. É paixão, não tem como largar.

4.  Com a família 360°. 5. Na estrada com a banda.

4. Com a família 360°. 5. Na estrada com a banda.


Você é supernovo, quantos anos? Me parece ter um espírito independente e saber o que quer...
Sou novo, tenho 22, entrei na Trip um mês antes de fazer 18. Quando entrei na Trip, já tinha uma vontade imensa de morar em São Paulo. Minha mãe mora em São Caetano (ABC), é perto, mas eu queria me mudar. Não teve jeito, um ano depois fui efetivado e me mudei pra São Paulo.

Estuda o quê?
Vídeo é estudo constante, então aproveito meu amigos pra experimentar, ahhaha, faço clipes de rap, hardcore etc. Inclusive, estou finalizando mais um, que deve sair no começo do mês de junho.

Legal. E você também é envolvido com grafite?
É, tô meio parado, antes tinha mais pique de acordar domingo de manhã e ir pintar. Hoje em dia, tô devagar quase parando...

Vejo que gosta de moda, street, tá sempre pesquisando tênis e afins...
Vício, tênis é vício total pra mim, me seguro pra não gastar mais do que posso, moda vem na bota, né? Hahaha, sei lá, sempre tive essa neura de tênis. Eu jogava basquete e andava de skate, essas duas coisas têm tudo a ver com tênis. Saía modelo de jogador, de skatista, você quer ter todos, né? Vê os caras jogando, ou no vídeo de skate, usando o tal tênis... é uma bola de neve!

6.  Festa da Trip, 2008. 7. Com a câmera em ação.

6. Festa da Trip, 2008. 7. Com a câmera em ação.

E vai ter show em Sampa também? Você é o quê na banda?
Estamos marcando! Em São Paulo não tem nada marcado ainda, só no interior e em outros Estados (ES e RJ). Sou o vocalista da banda.

Quais são as suas referências e influências musicais?
A música é como água pra mim. Escuto muito rap, reggae, soul, funk, jazz e hardcore, né? Mora no coração. Mas nem só de barulho vive o ser humano, hahaha.

E você, tem muitos barulhos? Como você define a sua personalidade?
Minha pessoa? Vixe, difícil, eu me acho um cara gente fina. Mas às vezes me acho chato, hahaha, falo demais. Então pra alguns sou gente fina, pra outros sou chato, vai saber. Mas sou tranquilo, deixo amigos por onde passo e quando volto eles sempre tão lá. Então dever ser um bom sinal…

Anda de skate?
Não, parei faz tempo, tenho o joelho zoado. Mas tenho vontade, é a maior frustração da minha vida.

Quais são seus planos futuros?
Futuros? Pô, ficar rico, hahahah. Não só isso, né? Realização pessoal supre qualquer coisa pra mim. Posso estar pobre, mas se estiver realizado, é isso: felicidade.

Sei que também cozinha, é gosto ou necessidade?
Cozinho, e é um poco dos dois, hahaha. Mas sempre gostei, então agora que moro sozinho faz parte da rotina, né? Mas nem sempre sai um risoto, às vezes é só miojo... depende da companhia, ahhahaha.

Gosta de cozinhar quando tem companhia. É romântico?
É chato cozinhar pra você mesmo. Agora, não sei se isso é bom ou ruim nos dias de hoje...

Por quê? Como vê os dias de hoje nesse sentido?
Depende, tem mulher que gosta e tem outras que não querem saber. Depende da pessoa, acho.

Mas se você é romântico, prefere se relacionar com mulheres que valorizam isso, ou se adapta e vira um bruto? Hahahahaha.
Hahahaha, jamais, quem dá valor sai ganhando, né?

Faz a linha indiferente, e esses tipos todos que às vezes nos vemos forçados a fazer?
Não me forço a nada, no meu livro ser romântico é vantagem. Mas tem gente que não gosta, né, fazer o quê?

Sair andando? Imaginei mesmo que você não é de ficar fazendo tipo...

(*) Camila é produtora do site da Trip e da Tpm, tem suas dúvidas de ramais, mas estou sempre ao seu lado para ajudá-la. Usa colares que ela mesma faz, tem estilo próprio e sabe muito bem escolher e produzir Tripgirls. (Por Marco Paoliello)

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