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O que tem na Trip de maio

06.05.2013 | 16:05 | por Luiz Filipe

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As capas da Trip #221

As capas da Trip #221

Chega às bancas nesta terça (7) a edição de maio da revista Trip, trazendo um extenso especial sobre Humor no Brasil. No país em que se perde tudo, menos a piada, descobrimos o que vale e o que não vale na hora de fazer graça profissionalmente no país da piada pronta.

No recheio tem Páginas Negras com Antônio Tabet, criador do site Kibe Loco e co-fundador do novo think tank da comédia tupíniquim - o popularíssimo Porta dos Fundos; Arthur Veríssimo aprendendo os truques e a pegada do mitológico Zé Bonitinho e a história da luta contra a heroína de Jeff Hakman, o surfista que riu por último.

Mas não é só isso. A Trip #211 ainda tem uma entrevista com Márvio Lúcio, o Carioca do Pânico na Band e um dos grandes mestres da imitação no Brasil; e a Trip Girl-sereia Julia Bernardi, nativa de Fernando de Noronha, que aos 19 anos faz seu primeiro ensaio sensual.

Para os assinantes as revistas já estão sendo entregues. Em caso de dúvidas, entre em contato com a Central do Assinante:

São Paulo: (11) 3512-9465
Rio de Janeiro: (21) 4063-8433
BH: (31) 4063-8482
Segunda a sexta das 9h às 18h

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As capas da Trip #221

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As capas da Trip #221

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Baú da Trip: especial Humor

06.05.2013 | 12:05 | por Luiz Filipe

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Por: Lucas Gamboa

Os três mosqueteiros dos quadrinhos brasileiros – Angeli, Glauco e Laerte – estamparam as Páginas Negras da Trip de outubro de 1990.

Os artistas contaram como transformavam situações cotidianas em passagens cômicas e falaram do humor que nascia do cenário político nacional, então dominado pelo governo de Fernando Collor de Mello.

Glauco morreu em março de 2010. Angeli segue como cartunista veterano do jornal Folha de S. Paulo, assim como Laerte. Desde 2009, este último passou a se vestir como mulher, colocando em xeque definições de gênero e limites da liberdade individual. Ele também foi homenageado com o Prêmio Trip Transformadores ano passado.

Leia no Google Books: tinyurl.com/d4wypnl

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Nova edição da Trip alemã já está nas bancas da Europa

03.05.2013 | 16:05 | por Flavia Durante

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Capa da nova Trip alemã

Capa da nova Trip alemã

A oitava edição da Trip em alemão chega às bancas da Europa nesta quinta-feira (dia 25/4). E o tema da edição é: Sem Limites. Quais são os limites que você nunca ultrapassaria?

Nas Páginas Negras, Pedro Paulo Diniz deixa a adrenalina de lado e explica por que trocou a carreira de piloto de Fórmula 1 pela vida de biofazendeiro. A top brasileira Mayra Azevedo é a Trip Girl e declara o amor pela natureza tropical.

Imigração ilegal, contrabando de armas e drogas. Na matéria “Entre fronteiras”, artistas na fronteira entre o México e os Estados Unidos mostram a vida e o trabalho na zona de risco. E mais, uma dupla de snowkiters alemães arriscam suas vidas no Alasca em busca de aventura em “Voo na caverna de gelo”. Na reportagem “Mistério bondage” tenta descobrir os caminhos da submissão pela tortura e pelo prazer.

A revista circula nas principais metrópoles da Alemanha, da Áustria e da Suíça com periodicidade trimestral e tiragem de 50 mil exemplares.

Acompanhe a versão digital da revista www.tripmagazin.de e curta www.facebook.com/tripmagazin.germany

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RIP: Paulo Vanzolini

29.04.2013 | 01:04 | por Eva Uviedo

Gabriel Rinaldi

Paulo Vanzolini em sua casa

Paulo Vanzolini em sua casa

O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini morreu neste domingo, aos 89 anos, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele estava internado desde a noite da última quinta (25) na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Autor de composições clássicas, como “Volta por cima” e “Ronda”, Vanzolini, ele nunca se considerou músico e sim zóologo, sua verdadeira vocação. Foi um dos idealizadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e diretor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), onde trabalhou por mais de 40 anos. Sua importância, tanto pra ciência quanto pra arte, é inegável. Vanzolini deixará saudade.

A Trip entrevistou o compositor e zoólogo em agosto de 2011, na edição especial Bichos, assunto que ele dominava (leia aqui)

ENTRE COBRAS E LAGARTOS
Famoso pela música, Paulo Vanzolini fala sobre suas duas maiores paixões na vida e crava: “Sou zoólogo!"

Em 1934, o pequeno Paulo Vanzolini fez um acordo com seu pai. Em troca de boas notas no colégio, ganharia uma tão sonhada bicicleta para seu aniversário de 10 anos. Dito e feito. Saiu-se bem nas provas (hábito que cultivou por toda a vida) e, assim que recebeu sua parte do trato, atirou-se em uma ainda pacata São Paulo. Do Jardim Paulistano, onde nasceu e foi criado, o moleque atravessou o rio Pinheiros e deu no bairro do Butantã. Descansando da longa pedalada, entrou pela primeira vez no instituto biológico. Entre cobras e lagartos nos aquários, ainda impúbere decidiu o que seria pelos 78 anos seguintes: um herpetologista. Em português mais... vulgar: um zoólogo especializado em répteis e anfíbios.

Nunca pensou em ser outra coisa, Paulo? “Nunca”, postula. E por que o fascínio tão específico? O que répteis e anfíbios têm de tão especial? Após um breve suspiro, como que entediado pela pergunta, Vanzolini simplifica: “Eu gosto deles...”. Em vez de elaborar especulativos porquês, cientista que é, prefere se ater aos fatos como são. E por isso conduz a entrevista quase sozinho, contando o que ele considera as histórias, e feitos, mais importantes de sua longa trajetória. Seja nos laboratórios, na mata, em gabinetes – ou em uma longeva boemia. Foram manhãs e tardes de pesquisa que lhe deram o internacional nome de grande zoólogo. E noites e madrugadas que lhe deram a fama fora da academia, entre os milhões que preferem decorar sambas a nomes de espécies em latim.

Gabriel Rinaldi

TRIP-202_vanzolini_002

Paulo Vanzolini, o Zoólogo compositor

“Sou zoólogo!”, insiste há anos, se defendendo toda vez que alguém o acusa de ser sambista. “Um poeta de rua, na melhor das hipóteses...”. Assim, o autor de “Ronda”, “Volta por Cima” e “Samba Erudito”, dos mais consagrados sambas brasileiros, prefere gabar-se de sua assinatura em uma obra de título bem menos popular. Mas de implicações bem mais difundidas do que seus mais célebres versos. O estudo sobre a teoria dos refúgios, desenvolvido nos anos 50, tornou-se um paradigma científico que hoje é ensinado até em escolas secundárias.

Mas investir tempo e tutano em teorias como essa era um tanto herético para o status quo da biologia da primeira metade do século 20. “Eles diziam que era ‘fosfórico’ estudar especiação”, diz aos risos Vanzolini para um flutuante repórter. Fosfórico? “Era o jeito deles para chamar alguma coisa de bobagem”, explica, e emenda: “Naquela época o pessoal era tarado por descrever a espécie, dar nomes e só. Mas para mim isso era bobagem. O que eu queria saber era de evolução. De como as espécies apareciam.”

Um grande mistério em seu tempo, que desafiava o mais fundamentalista dos darwinistas, era a fabulosa biodiversidade amazônica. Tantas espécies, em inúmeras variações, convivendo em um espaço tão denso e próximo não correspondiam à lógica da seleção natural. Foi um estudo de Vanzolini, e insights do naturalista Ernest Williams, que determinou que antigas, e diversas, mudanças climáticas na região criaram espaços secos e isolaram certas áreas da floresta. Dessa forma os animais se diferenciavam e, quando a mata se adensava novamente, as novas variações passavam a conviver. Sem macular a mecânica evolutiva, Vanzolini ajudou a estreitar a relação entre geologia, clima e estudos estatísticos na compreensão do desenvolvimento e da distribuição da vida na Terra.

Espécie nômade, Vanzolini tornou-se doutor em Harvard, onde estudou e conviveu com lendas da biologia como o evolucionista Ernst Meyer. Embrenhou-se em todos os ecossistemas a que teve acesso. Tinha um barco laboratório na Amazônia, onde passou incontáveis dias coletando espécies, mapeando habitats. Circulou em todos os bares de São Paulo e do Rio, habitats de espécimes de raro talento como Adoniran Barbosa, Chico Buarque, Toquinho... Nessas explorações, urbanas e selvagens, que compunha.

Nada mau para um médico de formação. Por uma bem-aventurada dica de um amigo de seu pai, Paulo dispensou a faculdade de biologia dos anos 40 para ingressar em medicina. “O pessoal da biologia era muito boa gente. Mas quanta ideia errada...”, sentencia sem rodeios e segue contando as querelas internas, rivalidades pessoais e ideológicas da academia com a língua tão rápida quanto a dos répteis que estudou. 

(por Bruno Torturra - leia a íntegra aqui)

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Baú da Trip: especial ativismo

08.04.2013 | 18:04 | por Luiz Filipe

Por: Juliana Droghetti

O ativismo foi tema de um especial de 26 páginas publicado pela Trip em dezembro de 2000. A edição, intitulada “Tem Jeito?”, mostrava como a ação de ambientalistas, ciberativistas e voluntários de ONGs passou a ocupar o vazio deixado pela política tradicional. O fotógrafo Oliviero Toscani, autor das mais polêmicas campanhas publicitárias dos anos 90, lavou a roupa suja do capitalismo em entrevista exclusiva à revista, que incluía Páginas Negras com Oscar Niemeyer e um ensaio de Trip Girls pouco usual: 18 funcionárias da casa queimaram os manuais de administração e despiram a camisa da empresa.

Vai lá: http://tinyurl.com/buwadof

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