Revista Trip

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Postado em 29.07.2011 | 19:07 | por Luiz Filipe
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Reprodução/Santa Cruz

Shapes

Shapes

Fãs dos Simpsons que sempre sonharam em repetir as façanhas que o pequeno Bart protagonizou em todas as aberturas dos últimos 22 anos desta tão amada série animada de TV agora terão um atrativo a mais para realizar seu sonho. Neste mês, a Santa Cruz lançou uma série limitadíssima com quatro modelos de skate desenhados por Matt Groening e que fazem referência ao universo da família amarela e sua pacata Springfield, incluindo o skate verde e laranja que Bart usa na abertura e em tantos outros dos quase 500 episódios já exibidos do desenho.

Várias lojas virtuais tem os skates disponíveis em estoque, que além de serem belos ítens de colecionador, tem preços razoáveis (por volta de U$ 150) e qualidade de material indiscutível. Equipados com os melhores trucks e rodas da marca, os Cruzers (nome que a marca dá a seus longboards e skates mais "de passeio") dos Simpsons são ideais para os fãs hardcore do desenho que também apreciam um bom rolê de carrinho. 

Veja abaixo algumas fotos dos quatro modelos. A marca não entrega no Brasil mas sempre rola pedir praquele amigo que vai pra gringa.

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Postado em 29.07.2011 | 13:07 | por Flavia Durante
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Reprodução

This Is It, The Strokes

This Is It, The Strokes

Neste sábado, 30 de julho, são comemorados os 10 anos de Is This It, seminal álbum de estreia do The Strokes. O disco foi lançado primeiro por um selo australiano, em agosto no Reino Unido e somente em setembro nos Estados Unidos, pós ataques terroristas de 11/09/2011.

O álbum destes novaiorquinos trouxe o rock de volta às paradas e pistas em 2001, influenciou o surgimento de novas bandas na época, e mudou a forma de se ouvir música pois foi uma das primeiras a fazer sucesso na era digital. Quem não passou a noite inteira em programas de compartilhamento de música com conexão discada tentando baixar o disco? _o/

Sobre esse disco, Kid Vinil escreveu em sua resenha na Trip # 196:

"É um disco fácil, o mais pop do ano. Tem músicas grudentas, boas e com melodias simples. Uma banda que conseguiu aparecer fazendo rock - e ressuscitou o estilo que muita gente considerava enterrado. Uma injeção de ânimo."

O blog de música Stereogum lançou de graça na internet o tributo Stroked, homenagem ao álbum reunindo 11 bandas independentes com novas versões das músicas de Is This It.

No Twitter, os fãs brasileiros da banda estão comemorando a data usando a hashtag #IsThisIt10anos.

Veja abaixo o clipe de seu maior sucesso, "Last Nite":

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Postado em 29.07.2011 | 08:08 | por Flavia Durante
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Gui Pádua, integrante da 4ª edição do reality show A Fazenda, da Record, é um homem de muitos talentos e vida incomum. Paraquedista ousado [A Trip acompanhou quando ele bateu o recorde mundial de tempo em queda livre em 2008], apresentador de TV, agricultor, cineasta, administrador, publicitário, músico, surfista e arquiteto amador: desenhou a própria casa, com direito a uma pista de skate entre a sala e a cozinha (clique aqui para ler a reportagem na Trip 112).

Reprodução/Revista Trip #112

Reprodução/Revista Trip #112

Reprodução/Revista Trip #112

Veja abaixo reportagem da Trip TV que acompanhou Gui Padua na quebra do recorde:

Nós da Trip lhe desejamos boa sorte em sua nova aventura. Se joga Gui!

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Postado em 28.07.2011 | 17:07 | por Flavia Durante
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A inesquecível Amy Winehouse infelizmente deixou este mundo no último sábado mas deixou sua marca no mundo da música e da moda. Em maio de 2008 a Trip transformou Gisele Itié na cantora de soul e jazz.

Ao lado de um belo texto de Fernanda Young (leia abaixo), a atriz brilhou no ensaio fotográfico que reuniu a sua beleza de origem mexicana à atitude da anti-diva britânica.

Para ver o ensaio na íntegra clique aqui.

 

Reprodução/Trip

Reprodução/Trip

Reprodução/Trip

Quem não tiver uma Amy Winehouse dentro de si que se apresente. Vai se apresentar para uma platéia vazia, obviamente, pois nessas ninguém está interessado. Mulheres que não admitem a sua dor – aquelas que são perfeitamente esquecíveis – não merecem nenhuma poesia, ou rascunho, ou rápida melodia, pois se recusam a abrir mão do conforto de uma farsa em nome de uma verdadeira vocação: a de sofrer belamente.
 
O Drummond escreveu que “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Um verso bonito, além de sábio, porém tipicamente masculino. Mulheres não sofrem por opção, sofrem por evolução. Nós sofremos porque percebemos coisas que os homens ainda não são capazes. Talvez, um dia.
 
Não há, portanto, a mulher que não sofra – há a que não se mostra. Já que o sofrimento é, para nós, uma espécie de vestido lindo, antigo e bem adornado; um Paul Poiret. À nossa disposição, no cabide. Então usaremos essa roupa, não tenham a menor dúvida. E algumas de nós o farão em público, deslumbrantemente. Como é o caso da Amy.
 
Você olha para ela e vê que aquela é sua maior aptidão: existir sob esse manto raro, por vezes sombrio, que a cobre. Não há nada em Amy Winehouse que não seja genuíno, e isso consegue ser gritante em sua música suave enquanto doce em sua aparência rude.
Atraente e repugnante ao mesmo tempo. Linda e digna de pena. Ora, pode haver imagem mais explícita da crucial inconstância feminina? Óbvio que é disgusting vê-la toda borrada, sem um dente, com sapatilhas a lhe denunciar as picadas que dá nos pés. Mas também é maravilhoso vê-la tão pequena, antiga de tão moderna, na medida que só os autênticos conseguem ser, e se equilibrar. Mesmo que essa idéia, a de equilíbrio, não pareça muito adequada à Amy. Para mim, é.
 
Amy Winehouse é um acontecimento secular, tipo Billie Holliday, Edith Piaf. A gente não tem como exigir higiene, ou conduta, ou senso de preservação, ou auto-estima, dessas mulheres. Seria pedir demais."
 
"Como dizer para essa moça o que ela talvez devesse ouvir? “Ei, Amy, deixe esse cara pra lá, ele não vale tanto a pena.” “Ei, Amy, faz o seguinte: toma no máximo cinco cervejas quando for ao pub.” “Ei, Amy, fume seu baseado, mas deixe o resto de lado.” Imagina a cara que ela iria te olhar?
 
Pela Amy Winehouse, sinto essa contradição, acho, parecida com a de todas as mulheres. Eu me identifico com a delinqüente, e a mulherona que cobre o Blake de porrada, mas me preocupo, como uma mãe com uma filha, a ponto de rezar por ela todas as noites. Uma reza sincera, para que Deus a proteja, igual faço pelas minhas meninas.
 
Amy, olha só: você é tão jovem... E quando fico emocionada tenho essa mania, cafona e burra, de usar reticências... Mas não!... Para a Amy Winehouse, não cabem emocionalidades baratas. A triste junkie que habita em mim não suportaria parecer uma mãezona dócil que faz promessa.
Então, mais uma dose. Por que que a gente é assim?"
 
"Por que bad boys são “os fodões” e bad girls são “as fodidas”? Por que os bad boys são símbolo de liberdade e as bad girls são presas para servir de símbolo? Por que bad boys são assim por rebeldia e as bad girls são assim por sem-vergonhice?
Aparentemente, o mau comportamento ficou de fora das conquistas feministas. Então que seja esta nossa nova luta: pela igualdade de direito de errar. Direito de fazer o que não se deve. De chegar em paz ao fundo do poço.
 
Dean Martin, Frank Sinatra, Sammy Davis Jr. e aquele outro, que eu esqueço o nome, bebiam todas, consumiam tudo, comiam qualquer uma – e eram o charmosíssimo “rat pack”.
Britney Spears, Lindsay Lohan, Paris Hilton e aquela outra, que eu também esqueço o nome, bebem uns champanhes a mais, tomam uns analgésicos, dão umas batidinhas de carro – e são as vadias bêbadas e drogadas de Hollywood.
 
É, o machismo acabou só para as caretas. Para as doidas continua valendo. Acho, inclusive, que as próprias mulheres têm culpa nesse atraso. Notoriamente mais competitivas entre elas, não competem apenas com a colega do lado, mas com todas as mulheres do mundo.
 
De Marilyn Monroe a Anna Nicole Smith, todas morreram sem uma amiga do lado. Por quê? Porque mulheres não são companheiras na sarjeta. Homens são. Ou seja, encontramo-nos no ponto em que, juntos, chegamos. Não sei se tem alguém torcendo contra a Amy Winehouse, no momento, mas, se tiver, é mulher.
 
Eu? Eu torço por ela mais do que pela seleção brasileira.
 
Fernanda Young é escritora e roteirista
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Postado em 25.07.2011 | 12:07 | por Flavia Durante
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Trip para iPad

Trip para iPad

Trip Editora lança as revistas Trip e Tpm na versão iPad. As edições de junho e julho das revistas já estão disponíveis para download na Apple Store.

Além de todo o conteúdo das revistas impressas, o aplicativo dá acesso a making of, galeria de fotos e vídeos dos editoriais. As edições deste mês serão distribuídas gratuitamente para os usuários do tablet.

Segundo Paulo Lima, fundador e publisher da Trip Editora: “Este ano, a Trip comemora seu 25º aniversário e a Tpm, sua primeira década. Lançar as versões das duas revistas para tablet feitas integralmente no nosso laboratório interno é uma maneira excelente de comemorar e compartilhar essas datas importantes com os leitores e o público que busca conteúdos que façam pensar. Muitas vezes me perguntam o que acho da revolução digital, se ela ameaça o papel etc. A Trip e a Tpm no iPad são uma boa resposta. Para quem tem como principais atividades a análise curiosa do comportamento humano e a busca permanente da emoção, os suportes digitais são um presente incrível. Os vídeos, as trilhas, os recursos de animação e interação, este é só o começo de uma estrada incrível”. 

Para baixar é só acessar os links abaixo:

 

Tags: ipad trip

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Por Redação da Trip

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