Revista Trip

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Postado em 16.12.2009 | 23:07 | por Stephanie Stupello
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“Oi, rapaziada”, “dançando e rodando” e “à pampa” são algumas das gírias "mudernas" que a Redação da Natura escuta diariamente da sarcástica e bem-humarada Carol Alcoragi. Pau pra toda a obra e cheia de alegria de viver, a palmeirense não esconde sua paixão por gatos e ATÉ corinthianos. (Giovanna Assaf)

*Por Bruna Madsen

Imagem: Arquivo Pessoal

1.Das antigas: praia e amigas! 2.Fingindo interesse na letra da Gaviões... Tem que participar, né? 3.Morcego-bruxo-feioso-lindo. 4.O Pacaembu vazio!

1.Das antigas: praia e amigas! 2.Fingindo interesse na letra da Gaviões... Tem que participar, né? 3.Morcego-bruxo-feioso-lindo. 4.O Pacaembu vazio!

Como você começou a trabalhar com produção/arte?
Veio de casa, meu pai sempre trabalhou com música, minha mãe sempre teve como hobby a pintura, meu irmão é arquiteto e acho que foi um processo natural dar continuidade a isso, mas custou um tempo até descobrir que era produção que eu gostava de fazer. Fiz vários cursos nessa área: fotografia, história da arte, cinema, até que entrei na faculdade de cinema e foi lá, entre um filminho e outro, que descobri que eu gostava de fazer produção. Durante a faculdade fiz vários curtas, inclusive o meu TCC rodou alguns festivais no Brasil e no exterior, foi superbacana. Depois de formada fui trabalhar com cinema publicitário, conheci melhor o mercado e descobri que nem sempre aquela faculdade que escolhemos fazer necessariamente será aquilo com que iremos trabalhar...

Assim você chegou à Trip?
Isso, aqui na Trip foi o meu primeiro contato com produção de fotografia. Trabalhei com a Carol Meirelles em uma produtora muito bacana que fazia filmes publicitários, animações, curtas-metragens, a gente se deu superbem trabalhando, e quando ela veio para a Trip um tempo depois me ligou para eu fazer um freela. E estou aqui até hoje, três anos...

Como produtora de fotografia para a Natura o que te dá mais prazer fazer? Porque temos a oportunidade de realizar trabalhos muito diferentes, fotos com os produtos, ensaios com modelos e com as consultoras. Qual te traz maior satisfação?
Em primeiro lugar, descobri que gostava de trabalhar com produção quando percebi que produção tem como princípio trabalhar com pessoas, estar com pessoas e fazer o possível para se dar bem com essas pessoas. No nosso cotidiano de trabalho na Natura, sem querer ser politicamente correta [risos], eu gosto de tudo! Adoro fazer fotos com produtos e com gente. Fico muito satisfeita especialmente com o trabalho realizado com as consultoras, porque eu gosto de conhecer e lidar com pessoas que são totalmente diferentes de mim, ter essa oportunidade de conhecer pessoas que vivem em outra realidade que não a minha... Isso é muito gratificante. E, fazendo esse trabalho com as consultoras, a gente entende a importância do nosso trabalho aqui na Trip. Na nossa correria aqui a gente se esquece que existem pessoas que tiram o seu sustento da venda desses produtos e não têm noção nenhuma do processo envolvido até a revista chegar na mão delas e elas fazerem a venda. É como se tivéssemos uma loja onde fôssemos responsáveis pela disposição dos produtos na vitrine e as consultoras, nossas vendedoras.

Existe uma brincadeira, na verdade um trocadilho, com o seu nome aqui na Redação: Carol “Coragem”. Conta pra gente.
Na verdade sempre foi feito esse trocadilho na família, meu pai e os irmãos eram conhecidos como os “irmãos coragem”. Tinha a novela na época e tal. Eu acho que o meu pai teve certa coragem na vida, meu irmão tem, eu tenho e minha mãe também tem. Mas aqui na Trip uma pessoa ligou procurando por Carol Valente, algo assim, e a pessoa que atendeu com muita paciência entendeu que não era bem Valente, e sim Coragem [risos]! E aí pegou, um pouco pela similaridade com o sobrenome, um pouco pela nossa rotina alucinante. Mas é Algoragi, com “i” no fim [risos].

Imagem: Arquivo Pessoal

5.Festita com queridas (ai, Tina, desculpa, a foto é ótima!). 6.Gato que é gato... sobe em árvore! 7.Meu irmão, futuro pai! Viva o Felipe! 8.Sempre Parmêra!

5.Festita com queridas (ai, Tina, desculpa, a foto é ótima!). 6.Gato que é gato... sobe em árvore! 7.Meu irmão, futuro pai! Viva o Felipe! 8.Sempre Parmêra!

Como é ter esse trabalho com viagens – algumas vezes com horários nada comercias – e ser casada com um economista?
Eu volto na questão de gostar e me interessar por pessoas diferentes de mim. Nós somos diferentes na profissão apenas e isso é o máximo! Ele trabalha em banco, é um cara dos números [risos], tem a vida super-regrada, tem hora pra entrar, hora pra sair, usa terno e gravata todos os dias, o relacionamento com o pessoal do trabalho dele é superfrio, as pessoas não se tocam, não se cumprimentam. Já no meu trabalho, na medida do possível, posso expor o que eu realmente gosto, penso. Quando fomos morar juntos, foi um pouco difícil equilibrar as coisas, meus horários e nossa vida a dois. Quando eu fazia filmes, aconteceu de o motorista me pegar no domingo cedo e eu só conseguir voltar na segunda à noite. Então é por essas e outras que foi um caminho árduo até nos entendermos, foi um caminho construído com muito amor e paciência, porque eu também tive que aprender e respeitar a rotina dele.

E como está morar longe dele?
Longe? Muuuito longe! Está bem difícil... Que saudades... Sem mais [risos].

Você sempre foi da Pompeia e ele também?
Pompeia é tudo!!! [Risos.] Não, ele é da zona norte. “Meu coração bate mais forte sentido zona norte” graças a ele! Ele era amigo de um amigo do meu irmão, depois tivemos muitos amigos em comum e o resultado dessas coincidências você já sabe.

Falando em irmão, eu já sei que está vindo o primeiro sobrinho... Como está o coração?

Eu penso nisso todos os dias, acho que foi a melhor notícia do ano e da minha vida talvez. A minha família é muito pequena e eu quero muito vê-la crescer, penso muito nos meus pais, eles gostam muito de crianças, já pensaram até em adotar crianças porque os netos não vinham. E agora o Felipe chegará em março!!!

E o seu filho, o Rivelino [muitos risos]?
Pra quem não sabe o Rivelino é o meu gato preto fofo e feio, feioso e lindo! Eu sempre pensei que quando eu tivesse minha casa eu teria um bicho, porque meus pais nunca deixaram eu ter um, agora entendo que iria sobrar pra eles as responsabilidades “chatas”. Aí, quando eu tive a minha primeira casa, ela não era só minha, era também do Alê, e foi um trabalho de quase um ano pra conseguir convencer. A Dani [Martins] ajudou muito nesse processo de convencê-lo. Um dia ele cedeu, mas o bichinho tinha que “aparecer”... Até que um dia eu estava no café da Trip e a Eva Uviedo falou que tinha achado um gato preto. Lembro como ela falou: “Apareceu um gato preto na minha rua, macho, e parece um desenho animado”. Na hora eu liguei para o Alê e falei que o gato tinha aparecido. No mesmo dia levei ele pra casa, mas tinha uma condição: o gato só entraria em casa se tivesse nome de jogador do Corinthians! Só para lembrar, eu sou palmeirense! Mas se era só isso que faltava para eu ter um gato eu disse “tudo bem, pode escolher”. Ele ganhou o nome de Rivelino – acho que não tem nome mais perfeito para ele.
Conselho para os pais: quando o seu filho pedir um bichinho, dê pra ele. Mesmo sabendo que é você que vai cuidar, porque senão ele vai chegar aos 30 e vai brincar de casinha com o bicho e virar um monstro como eu [risos]!

Imagem: Arquivo Pessoal

9.Família Coragem. 10.Fair play romântico. 11.Ai, ai, Venceslau... 12.Ensaio dos vovôs com o Gustavo, o Mamuco.

9.Família Coragem. 10.Fair play romântico. 11.Ai, ai, Venceslau... 12.Ensaio dos vovôs com o Gustavo, o Mamuco.

Ah!! Tem uma coisa que eu acho muito engraçada: a sua relação com o futebol. No seu casamento ele é corinthiano e você, uma torcedora do Palmeiras...
Eu sempre gostei de futebol, mas não me pergunte muitos detalhes da jogada “x” que eu não vou saber, eu gosto da grande festa popular que é o futebol, da bagunça. Claro, não quero nem entrar no assunto das coisas que estragam, como a violência, as roubalheiras que sempre aparecem e esse mercado esquisito que é o futebol – isso eu prefiro fingir que não existe, prefiro só pensar na parte boa que é ir ao jogo, e não precisa ser só ao jogo do Palmeiras, eu acompanho o Alê nos jogos do Corinthians.

Quando tem jogo Corinthians x Palmeiras você vai com ele? Já aconteceu com você aquela cena cinematográfica de estar na torcida adversária, levantar na arquibancada e gritar “gol”?
Infelizmente eu nunca consegui assistir ao verdadeiro clássico: Corinthians x Palmeiras! Isso muito pela questão das confusões, brigas das torcidas, morte que a gente vê na televisão. Nunca tive coragem de ir, então a gente assiste em casa e adotamos o fair play: ele não grita “gol” contra o Palmeiras e eu não grito gol contra o Corinthians... é difícil mas dá certo.
A gente coloca as bandeiras dos times na janela, isso talvez sirva de exemplo pra essas pessoas que ficam se matando por causa de time! É só um time! Nós temos alguns times que simpatizamos, então aos sábados vamos ao jogo do Juventus na rua Javari, um grande acontecimento, muito engraçado. No Rio vamos sempre ao Maracanã e escolhemos a torcida que for maioria exatamente pelo medo da violência, uma proteção. Futebol é muito legal, eu adoro, adoro!

Então o gostoso é ir a um estádio e torcer por um belo jogo.^^~-_-
Sim... e volto no assunto diversidade, num jogo você também vê muita gente diferente, mas eu tenho alguma coisa em comum com elas – elas também saíram de casa num domingo para assistir ao jogo, mas durante a semana podem exercer uma atividade profissional totalmente diferente da minha e, se não fosse ali, na torcida, eu jamais iria conhecê-las. É a única grande festa popular que eu vou com gosto, e não me importo de não ter a infraestrutura necessária, principalmente aqui em São Paulo. O ingresso é caro, existe aquela grande máfia de cambistas e muitas vezes a confusão começa aí, a galera que não consegue entrar, tumultua o lado de fora do estádio e isso acaba com a festa! Outra coisa é a presença feminina nos jogos. Quando tivermos mais mulheres em campo, tenho certeza de que vai sair menos briga. Não que as mulheres não saiam nunca na porrada, mas acho que com mais mulheres os homens vão preferir se fazer de bonitos a ficar estilo ogro, andando com uma clava e distribuindo porrada na arquibancada.

Além do futebol, como momento de lazer, você tem uma coisa a mais com música. O que é a música na sua vida?
Vou dar uma resposta bem brega: A música é a minha alma! Música é uma coisa que pode te relaxar, pode te deixar “puto”... Um dos meus grandes sonhos de criança e adolescente sempre foi ter uma banda de rock, toquei piano, teclado, fiz aula de violão, fiz flauta, canto e descobri que eu não sirvo pra fazer música. Foi muito difícil para eu entender isso. Hoje a minha curtição é cantar muito em casa, no chuveiro, nos estúdios (pobres dos fotógrafos), pegar uma música que eu gosto e procurar mais coisas do artista, ouvir as músicas que eu curti quando era adolescente com outros ouvidos. Na adolescência eu ia muito a shows e em 99% desses eventos a Dani [Martins] estava comigo. Era o grande momento ir ao estádio ver grandes shows internacionais. Saía de casa de manhã para pegar um bom lugar para ver de perto meus ídolos... [risos].

Você já fez alguma viagem bacana?
Fiz muitas... Sempre pelo Brasil, acho esse país muito louco! Quero muito conhecer o Norte, inclusive Ano-novo em Rio Branco do Acre. Vamos? [Risos.]

Você já falou da Dani Martins algumas vezes na entrevista. Como é trabalhar com uma amiga de infância?
É bem interessante. Quando ela entrou, fiquei um pouco preocupada, tive receio de não sabermos separar o amigo do profissional, de acharmos que só porque nos conhecemos há anos poderíamos nos tratar de qualquer maneira aqui dentro, enfim, felizmente isso nunca aconteceu, soubemos respeitar os limites uma da outra e hoje é muito bacana saber que uma acompanha diretamente o crescimento da outra. Já tem três anos que eu estou na Trip, ela também. Às vezes eu até olho e penso: nossa, a Dani está aqui! E é superlegal, porque a gente sabe de histórias de amigas que vão trabalhar juntas e a amizade acaba prejudicada, mas conosco não aconteceu... nem vai acontecer!

Qual o seu sonho?
Eu já tive vários sonhos que, na verdade, viraram um só: quero tudo que eu tenho agora, falando de amizades, trabalho e os meus gatinhos (Rivelino e Ale). Gosto, sinto prazer e verdade em tudo o que faço. Acho que gostaria de ter mais tempo para me dedicar à vida acadêmica. Pode parecer papo furado, mas gosto muito de estudar, me aprofundar em algum assunto. O que mais me intriga é a cultura, como ela chega nas pessoas, como isso é absorvido pela massa, de que maneira podemos melhorar, se é que isso é possível.

Então você sempre gostou de estudar?
Não, sempre achei escola um saco, cabulava aulas, era péssima. Até hoje acho o ambiente escolar meio medieval, um lugar que não evolui, muito ligado a castigos, sei lá. Sei que algumas escolas são bem mais bacanas, até tive oportunidade de estudar em uma ótima, mas de resto é tudo muito chato. Foi só na faculdade que descobri esse gosto por estudo, demorou mas chegou.

*Bruna Madsen é produtora da Revista Natura Latam, produtos para Chile, Peru etc. é com ela mesmo! Sabe aquela pessoa de admirar? Equilibra pratos entre o trabalho supercorrido e ainda tem todo o tempo do mundo para a sua filha Isabela, de 3 anos, é de bater palmas! (Por Carol Alcoragi)

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Postado em 16.12.2009 | 16:06 | por Diogo Rodriguez
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Reprodução

Saiba desde o começo que a autobiografia Minha fama de mau, do cantor e compositor Erasmo Carlos, só faz sentido se lida como complemento ao livro proibido sobre o Rei, Roberto Carlos em detalhes (de Paulo César Araújo). Embora o Tremendão não tivesse a obrigação de fazer um livro indispensável sobre sua vida, carreira e o tempo em que viveu, ele desperdiçou a oportunidade de contar detalhes mais relevantes sobre as coisas que viveu.

São 360 páginas de pequenas anedotas pelas quais passou Erasmo. Histórias que ele considera engraçadas e inusitadas (apesar de nem sempre o serem), além de elogios quase exagerados a amigos e contemporâneos – inclua-se Carlos Imperial, Tim Maia, Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso etc.

Quem conhece bem a carreira do “número dois” da Jovem Guarda vai perceber que ele escreve em prosa como versa em seus discos: de uma maneira inocente, fazendo bom uso de clichês e escolhendo o muro quando trata de assuntos delicados. Obviamente que não poderia faltar um capítulo inteiramente dedicado ao seu eterno parceiro de composição Roberto Carlos, repleto de elogios e frases emocionadas.

Para quem leu Roberto Carlos em detalhes, não há muitas novidades em Minha fama de mau. É interessante ver Erasmo gastar inúmeras páginas discorrendo sobre sua vida sexual no começo do livro e depois jurando amor eterno a Nara, sua esposa por muitos anos. Apesar de não ser essencial para entender a música brasileira e o rock, Minha fama de mau é uma leitura divertida para quem é muito fã do Tremendão. (Diogo Rodriguez)

Minha fama de mau
Erasmo Carlos
Ed. Objetiva
360 páginas
R$ 45 (em média)

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Postado em 11.12.2009 | 15:12 | por Daniel Benevides
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Sabe aquela regra dos cinco segundos? Sua torrada caiu no chão, mas não tem problema se você a pegar imediatamente? Pois é, esqueça. As bactérias são capazes de se transferir de uma superfície para o alimento com muito mais velocidade do que a defendida pela tal regra. Essa é apenas uma das conclusões que os médicos Aaron E. Carroll e Rachel C. Vreeman apresentam no livro Não engula o chiclete! (Ed. Martins Fontes). Best-seller nos Estados Unidos, a tradução chega agora ao Brasil.

Os doutores Aaron e Rachel trazem um apanhado de mitos, meias verdades e mentiras descaradas sobre o nosso funcionamento orgânico. Pretendem, basicamente, revelar a verdade sobre coisas estranhas que se falam sobre o corpo humano. Além de informativo, o texto é bem humorado.
(Gui Odri)


Confira alguma das curiosidades encontradas no livro:

“É possível enganar o teste do bafômetro” - Colocar moedas de 1 centavo na boca para que o cobre disfarce o álcool não vai funcionar. Basicamente porque o bafômetro mede a quantidade do álcool no ar que vem do fundo dos pulmões – e não tem relação com a saliva. Aliás, nada vai funcionar. Amendoins, curry, cebola ou balas de hortelã. O efeito é nulo.

“A camisinha previne contra todas as DSTs” - Quase todas. Infelizmente, a camisinha não é perfeita em todos os casos. Um estudo realizado em 2005 mostrou que o uso do preservativo tem 94% de eficiência ao prevenir a transmissão do vírus do herpes simples. Mas a camisinha não foi proteção suficiente contra infecções causadas por tipos diferentes desse vírus. Outras DSTs  como o papilomavírus, os chatos e as úlceras genitais podem se instalar em áreas que o preservativo não não cobre. No entanto, vale dizer que a camisinha é ainda o método mais eficaz na prevenção de DSTs.

“A acupuntura não adianta nada” - Céticos do universo da medicina ocidental: abaixem a bola. Estudos científicos comprovaram a eficiência da acupuntura para o tratamento de algumas doenças e mazelas corporais. A prática mostrou-se bastante útil quando usada para combater dores crônicas e náuseas.

“O chiclete fica no estômago durante sete anos” - O chiclete é mesmo uma coisa nojenta. Você não vai querer engoli-lo. Feito de elastômeros, resina, gorduras, emulsificantes e ceras, realmente não pode ser digerido pelo corpo. Mas se, por acaso, você acabar engolindo, não se preocupe. Apesar de grudento, ele não é capaz de agarrar-se ao sistema digestivo e, em questão de dias, é expulso do organismo pelos movimentos peristálticos do intestino.

“A vida sexual dos solteiros é muito melhor do que a dos casados” - Pode parar de se vangloriar pra cima do seu amigo casado. Ele transa mais do que você. É o que apontam as pesquisas citadas por Aaron e Rachel. 43% dos casados fazem sexo de 2 a 3 vezes por semana, em contraste com 26% de solteiros. Enquanto 23% dos solteiros relataram não ter tido nenhuma relação sexual no ano anterior à pesquisa, apenas 1% dos casados deu a mesma resposta.

 

 

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Postado em 09.12.2009 | 23:07 | por Stephanie Stupello
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Marco Paoliello, editor de vídeo do site, bateu um papo pelo messenger com Thiago Bolotta, assistente de arte da revista Trip.

grilo.BOMBSTER diz:
Bom, vou cortar as introduções e a gente cai para aquele ping pong tradicional certo?

Bolotte diz:
Hauhauhauh... susse.

grilo.BOMBSTER diz:
Bom, que você é o Thiago aka o dalit todos sabemos. Agora, por que dalit?

Bolotte diz:
Hauhauhaha... por causa do Alex... Ele é um noveleiro safado e foi explicar a novela pra gente... para exemplificar ele separou os cargos do nosso departamento em castas... como o meu era o mais baixo eu virei dalit... hahaha... justo, né?

Bolotte diz:
Hauhauhauha... falar o que, né... quem manda perguntar as coisas pra ele...

Imagem: Arquivo Pessoal

1.Com pouca idade e muita bochecha já com o manto sagrado! 2.Foto Stylera, não podia ficar de fora! 3.Shoiti 2007 com a Marcelinha, o Caio e as Marinas.

1.Com pouca idade e muita bochecha já com o manto sagrado! 2.Foto Stylera, não podia ficar de fora! 3.Shoiti 2007 com a Marcelinha, o Caio e as Marinas.

grilo.BOMBSTER diz:
Não vou fugir da tradicional pergunta de como você veio parar na Trip...

Bolotte diz:
Cara, isso é meio que um mistério, man... não sei na real... hauhauhauha... Um dia a Eli Testone me ligou falando que tinha uma vaga de estágio na arte... Eu não me lembro de ter mandado meu portfolio pra cá... Vim fazer uma entrevista com ela e o Elohim... Só que isso era uma sexta-feira antes de um feriado prolongado... Fiz a entrevista e fui viajar e voltei só na quarta-feira... mil e-mais da Eli atrás de mim falando que eu tinha passado na entrevista... que era pra começar logo menos... Saí da agência que trabalhava e vim amarradão...

grilo.BOMBSTER diz:

Hahaha... por um acaso feliz, então?

Bolotte diz:
Pra caralho! (Posso escrever caralho no Papo de Quarta?)

grilo.BOMBSTER diz:
Pelas fotos que você mandou eu não preciso perguntar que time você torce. Agora a pergunta que não quer calar é se você segue a tendência da torcida do seu time...

Bolotte diz:

Hauhauhaha... vai ser o Papo de Quarta com o maior número de palavrões da história... Vai ficar me avacalhando mesmo?

grilo.BOMBSTER diz:
Tá bom, vai, parei... hahaha

Bolotte diz:
Hauhauhauhauha

grilo.BOMBSTER diz:

Bom, vamos lá, eu não tenho nem ideia por isso te pergunto, que tipo de som você escuta?

Bolotte diz:
Man, sou um cara meio de fases... tenho escutado muito as bandas do Jon Spencer... tanto o Blues Explosion quanto o Heavy Trash... tenho gostado pra caralho de Black Keys também... sei lá, mano... escuto tanta coisa... gosto de música sussa também... tipo Donovan, Matt Costa, The Beutiful Girls, The Cat Empire, Bob Marley... música pra relaxar, manja?!

grilo.BOMBSTER diz:
Pô, acho legal. Minha praia é outra mas eu acho legal também. E cinema, você é um cara Tarantino ou água com açúcar?

Bolotte diz:

Água com açúcar não dá, né... Tarantino é foda... gosto mesmo! Curto todos os filmes dele... faz uns meses eu fiquei pilhado pra ver Um Drink no Inferno de novo... só que não saiu cópia em DVD desse filme aqui no Brasil. Me matei pra conseguir baixar... curto todos os filmes dele... mas o meu preferido é o Pulp Fiction... apesar de o novo ser fantástico! Já foi ver? Vale só pra ver a Soshanna...

grilo.BOMBSTER diz:

Lógico! Sou fã do Tarantino, ele mudou minha vida.

Bolotte diz:
Huahuahuahuah... por quê?

grilo.BOMBSTER diz:
Ah, cara eu tinha entre 13 e 15 anos, não lembro ao certo, quando vi Jackie Brown pela primeira vez, aquilo tudo explodiu minha cabeça... hahahaha

Bolotte diz:
Hauhauhauhauha... já viu a teoria sobre os filmes dele que tem no YouTube?

grilo.BOMBSTER diz:

Já, com o Selton Mello e o Seu Jorge? Muito foda...

grilo.BOMBSTER diz:

O assunto é você não desvia não, hein... hahaha

Bolotte diz:
Ah, corrige lá em cima depois... Drink no Inferno é do Rodriguez... Ele é codiretor, acho... além de atuar, né... huahuahauhauhuah... blz blz
Ah, tenho ouvido muito Roberto Carlos também... uahuahuahuahauhuah

grilo.BOMBSTER diz:
Pô, Roberto é clássico... hahaha... você fez facu do quê?

Bolotte diz:
Fiz desenho industrial, man... me formei no ano passado.

grilo.BOMBSTER diz:

Como você se interessou por arte/design, foi meio natural ou teve influência externa?

Bolotte diz:
Cara, nem teve influência externa na real... Meu pai era economista e minha mãe administradora de empresas... NADA ligado a arte/design... o engraçado é que minha irmã também é designer... hauhauha... Cara, sempre quis fazer alguma coisa ligada a comunicação... Gostava de desenhar e talz (apesar de não saber... huahahahauh nasci com duas mãos esquerdas). No colégio fiz aquela baboseira de orientação vocacional e não deu em nada... só sabia que não ia rolar com exatas ou biológicas. Resolvi prestar publicidade... fui fazer a inscrição pro vestibular com essa ideia... mudei de última hora porque não me via trabalhando em agência, virando madrugada e talz (o legal é que meu primeiro estágio foi em agência de publicidade)... e na época trabalhava com desenho técnico em uma empresa de engenharia e me interessei pelo curso de projeto de produto, que é uma subdivisão do desenho industrial, já que no segundo ano você tem que escolher se vai fazer programação visual ou projeto de produto... no primeiro ano da faculdade me descobri e vi que queria fazer programação visual e talz...

grilo.BOMBSTER diz:
Hummm, entendi, então sua escolha foi um processo na verdade...

Bolotte diz:

Cara, foi... entrei meio de gaiato na faculdade e acabei realmente com tesão pelo curso no terceiro ano, quando eu vi do que eu realmente gostava... Hoje dou graças a Deus por não ter feito publicidade...

Imagem: Arquivo Pessoal

4.Com a minha mãe ainda pirralho! 5.No colo da mãe já não tão pirralho assim. 6.Muleketinho... devia ter uns 13 anos...

4.Com a minha mãe ainda pirralho! 5.No colo da mãe já não tão pirralho assim. 6.Muleketinho... devia ter uns 13 anos... 7.Com a irmã Graziela, que mora em Sydney, na Austrália

grilo.BOMBSTER diz:
E você fez algum intercâmbio ou só a viagem Santo Amaro-Pinheiros do dia a dia?

Bolotte diz:
Nem fiz, cara... cagada da vida... devia ter feito quando saí do colégio... mas meu pai tinha morrido fazia pouco tempo, minha mãe se matava pra sustentar eu e minha irmã, já que eu não ganhava muito no trampo... minha irmã tava no colégio ainda... acabei não indo e entrei na faculdade...

grilo.BOMBSTER diz:
Nossa você perdeu seu pai faz pouco tempo então?

Bolotte diz:
Cara, ele morreu no ano 2000...

grilo.BOMBSTER diz:
Pô, foi uma barra então. Quantos anos você tinha?

Bolotte diz:
Tinha 14... foi uma fase tensa mesmo... minha mãe foi muito raçuda de criar dois filhos sozinha... ela trabalhava de domingo a domingo... e eu tava bem naquela fase chata de adolescente, manja?!... a nega é forte pra cacete! Nunca se abateu e talz...

grilo.BOMBSTER diz:
Pô, que foda. Sua mãe com certeza é sua heroína então...

Bolotte diz:
Com certeza! minha referência de caráter sem dúvida alguma é ela!

grilo.BOMBSTER diz:
Como minha mãe mesmo fala, quem tem mãe tem tudo quem não tem é complicado... você é um cara bem família então?

Bolotte diz:
Cara, família é foda! Hum, minha irmã mora fora já faz quatro anos e eu dificilmente encontro minha mãe durante a semana, já que nossos horários não batem... quando ela sai pra trabalhar eu tô dormindo ou quando eu chego em casa ela já ta na cama... mas a gente se dá superbem mesmo... tentamos ficar juntos no domingo e talz... minha relação com a minha mãe ficou muito mais próxima desde que minha irmã foi morar fora...

grilo.BOMBSTER diz:
Sua irmã mora na Austrália, é isso?

Bolotte diz:
É... ela mora em Sydney...

grilo.BOMBSTER diz:
Ruim, hein...

grilo.BOMBSTER diz:
Ahahha... agora já tá bem grande este papo. Vou encerrar com uma pergunta: Tiago Bolotte, qual seria a SUA seleção para a edição clássica das Funcionárias da Trip?

Bolotte diz:
Huahauhauha... não me complica, mesmo!

grilo.BOMBSTER diz:
Hahahhaha... justo, resposta aceita.

Bolotte diz:
Sucesso, foi fácil.

grilo.BOMBSTER diz:
Até que foi mesmo... ahahha

*Marco Paolielo aka Grilo é editor de vídeo do site da Trip, tem 22 anos, cara de mau mas é parceiraço. Assim como eu, é viciado nos filmes do Tarantino, mora com um mano que faz bolinho pra ele e possui os tênis mais irados da editora.

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Postado em 08.12.2009 | 23:06 | por Diogo Rodriguez
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Redação Trip

Era uma sexta-feira, serpentinas e confetes se espalhavam pelo chão e o hit "Silvio Santos vem ai..." dominava o ambiente, quando um de nossos colegas resolveu perturbar a paz reinante.

* * *

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