Revista Trip

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Postado em 30.09.2009 | 23:07 | por Carol Nogueira
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Nesta seção, atualizada toda quarta-feira, publicamos uma entrevista feita por algum funcionário da casa. O entrevistado também sempre será da Trip. Criada originalmente para o blog interno da editora, fez tanto sucesso que resolvemos compartilhar com os leitores do site. Esta semana, repescamos uma entrevista que Emanuelle Saeger, do comercial da Trip, fez com Camila Fank, editora de arte na editora.

"Quem tem um não tem nenhum", já dizia o ditado popular. Tive um pequeno probleminha de percurso com meu entrevistado-corintiano-roxo (o ilustríssimo Sr. Cesar Bergamo), que anda ocupadíssimo entre fechamentos, planilhas e cursos. Mas confesso que foi uma ótima oportunidade de conhecer mais uma pessoa que há muito me chama a atenção: a Camis Fank.

Não sei se é porque nossa formação é a mesma (ambas fizemos desenho industrial) ou se ela me chama a atenção por mudar o cabelo com a mesma frequência que eu (acredito que ela mude muito mais). O fato é que Camis Fank é única, se destaca no meio da multidão, pois é autêntica (e, sim, porque tem cabelos ruivos - pelo menos até o fim desta entrevista -, e eu acho lindo cabelos ruivos). Te digo que foi uma delícia poder conhecê-la um pouquinho melhor. E, se foi bom para mim, será otimo para você ter um pedacinho da Camis Fank:

Por Emmanuelle Saeger

1. Família: casamento da irmã. 2. Papai, mamãe e Camis. 3. As duas grandes paixões, Alice e Mancha. 4. Camis pequenita em Santiago. 5. Nas férias em Santiago com o gatíssimo

A Camis veio de Santiago. Não, ela não é chilena e sim de uma cidade pequenina do Sul com 51.088 habitantes (população estimada em 2008). Deixa eu te mandar um link para você ver a cidade. Santiago é uma cidade de tradição literária conhecida como "a terra dos poetas". Camila faz poesia visual (para quem ainda não a conhece, ela é a nossa diretora de arte dos projetos especiais das revistas da Trip Editora), projetos lindos de se ver.

Pai e mãe ainda casados, Camis é a segunda filha (tem uma irmã mais velha e um casal mais novo). Com 15 anos seu coração mandava fazer teatro. O pai se recusou a ajudar. "Tudo menos teatro". Não fez nenhuma outra exigência. Cogitou fazer "aquela coisa da santa trindade": medicina/odonto, engenharia ou direito.
Optou por odonto. "Um dia fui a uma livraria pra ver uns livros de odonto e quase vomitei ali mesmo". O critério de escolha ficou simples: eliminaria qualquer coisa que envolvesse exatas e os cursos "com sangue" (calafrios).

Saiu de Santiago para fazer um intensivo (pré-vestibular) em Santamaria. Caiu no desenho industrial. Nada assim muito pensado, mas "aconteceu", assim como muita coisa simplesmente "acontece" em sua vida. E se encontrou. "Me apaixonei por design de embalagem e PDV". Se arrepende de não ter feito teatro? "Não. mas no fim a gente sempre acaba encenando um pouco, né? Hoje dou graças a Deus porque não deu certo". Pela questão da grana? "Digamos que eu aprendi a ser mais reservada por causa da minha (atual) profissão [risos]".

Morava em Porto Alegre já fazia cinco anos, trabalhando com direção de arte, ia pro trampo de bike, fazia kung fu e ia ao cinema. Um dia chegou naquele dilema: batalhar por uma agência grande lá pelo Sul mesmo (destas que deixam "a vida da gente sem vida") ou aventurar-se numa cidade maior? "Larguei tudo e me joguei". Veio para São Paulo, afinal de contas essa história de "não ter vida" não é com ela. Já tinha diversos amigos por aqui (literalmente, em Pinheiros) e veio de mala e cuia para cá. E não bastasse a mudança de cidade resolveu também mudar de profissão: cansou do computador e resolveu fazer um curso de produção de moda e figurino. Quando ela me contou isso parecia um déjà-vu, afinal de contas, a moda é algo quase que intrínseco ao seu DNA. Camis está sempre estilosa. Era tão óbvio, pensei.

"Procurei trampo na área, mas não rolou. óbvio, né? Não conhecia ninguém! E nesse mundinho 'faxion' tem que ser amiguinho, 'bee'. Quando terminei os cursos fui trampar na Cavalera, fazendo vendas em showroom de coleção, e depois fui para a MTV".

Haja fôlego para acompanhar tantas mudanças. Camis Fank deixa a maré levá-la. É uma pessoa "easy going", que acredita na vida e nas pessoas. "Às vezes eu me f*** com isso. Mas, em princípio, tu é do bem, até que tu mesma me prove o contrário. Prefiro acreditar nas pessoas primeiro". E foi por também acreditar nas pessoas que André Felipe acabou por trazer a Camis aqui para a Trip.

"Tinha entrado no site da ag407 [agência onde trabalhava o André Felipe] e mandei um e-mail falando quem eu era, de onde eu vinha e o que eu procurava. Me convidei para tomar um café com eles. No máximo, receberia um não. Daí o André respondeu. Fui tomar um café com ele no Suplicy e ficamos conversando um tempão. No fim da conversa ele me disse que tinha uns projetos pra fechar (ele já tinha saído da agência) e queria me chamar. Óbvio que eu fui embora rindo, imagina, nem viu meu portfolio, nem nada. E não tive indicação de ninguém. Voltei para meu emprego e uma semana depois eu já estava tendo doenças psicossomáticas por causa daquele lugar. Chutei o balde".

"E como nada é por acaso, dois dias depois ja estava frilando numa outra editora, cobrindo as férias de um funcionário. Eis que um dia, almoçando com uma amiga, quem liga? 'Andrefilipson'. Nem acreditei, Daí fechamos de trampar juntos. Eu comecei a fazer assistência pra ele nos trampos aqui na Trip e numa assessoria de imprensa. Trabalhava em casa, de pijama, 'tri' bom. Acabei focando mais na Trip, comecei a vir mais pra cá, daí a Trip me chamou e eu vim. Tô aqui".

Pura sorte? Chamo isso de "o poder da empatia". Sim, ainda existe gente que se guia por este "sexto sentido" (ou sei lá o quê). E pelo que vejo muitas vezes costuma dar até mais certo que as mil análises junguianas de personalidade ou de currículo. Dois anos depois e 200 cortes de cabelo nesse mesmo período (ou quase isso) André está na agência Africa, mas continua batendo cartão nos encontros da galera Trip no Rubi. "Até hoje, o André foi o chefe menos chefe e mais amigo que eu já tive. Muitas conversas sem crachá".

6. Alice, a fábrica de bochechas. 7. Versão blonde com o negão. 8. Irmã. 9. Na banda tocando baixo. 10. Irmão

E tirando o crachá descreveria a Camila como uma mulher-menina que não gosta de (nem quer) ficar parada. Chegar em casa e se jogar no sofá? Só se for para acessar as tendências de moda, beleza (leia-se, cabelos) e design. Ávida por novidades! Tanto que seu sonho de consumo é uma casa no campo (detalhe: com wi-fi e conexão de 50 Mb). Camis é diferente da maioria das pessoas que conheço que quando saem do trabalho mal veem a hora de chegar em casa. "Só se não tiver nada mais interessante para fazer!" Sede de aprender e saber o que há de "legal, bonitinho e útil pelo mundo". Sonha em não precisar mais dormir nem descansar, pra poder pôr em prática tudo o que "está na cachola". Camis Fank sai da Trip literalmente "caçando o que fazer", seja cortar cabelos, ir pra academia ou encontrar os amigos.

Aqui vale mais um parágrafo. Sim, você leu direito: nossa entrevistada também é cabeleireira profissonal. Tem até um flickr com o antes e o depois de seus clientes e passou parte da entrevista tentando me convencer a mudar (de novo) meu visual. A história dos cabelos começou lá por 99 na faculdade, porque não gostava de como ficava o corte quando saía do salão e acertava sozinha em casa com tesoura de cozinha mesmo. Com essa arma infalível foi que se aventurou por cabelos de namorados e amigos. Ano passado teve uma festinha (o dia de beautè) na casa da Lucia e do Tosca (uns dos melhores amigos da época de faculdade) e cortou cabelos lá no esquema "paga quanto vale", cuja renda foi revertida pra viagem dos amigos. Todo mundo gostou e começou a perguntar quando e onde seria o próximo. Uma amiga (a Carol) que apresentou a Larissa (dona do salão) e começou a cortar. Hoje faz um curso profissional, mas ja é formada "pela vida".

Sossego? Domingão, no colo do namorado, com quem está ha cerca de nove meses. "No primeiro 'hair day' eu cortei o cabelo do gato, que até então era só amigo. Errei tudo. Ficou torto, foi a primeira vez que usei uma máquina de cortar cabelo. Mas no dia seguinte a gente já se beijou". Sim, existe romantismo no coraçãozinho agitado de Camis Fank, e muito. Adora crianças, mas não pensa em filhos por agora, e passa horas da semana ao lado da Alice (filhinha da Lucia e do Tosca, hoje com 2 meses e meio), sua grande paixão (ao lado do gato, claro.).

Fico intrigada e volto à questão dos cabelos (talvez por buscar uma resposta para minhas próprias constantes mudanças de visual). E por que mudar toda hora de cabelo? "Eu adoro mudar meu cabelo, porque cabelo cresce, é diferente de uma tatuagem. Então, quando eu enjoo de me olhar no espelho, mudo o cabelo". Mas tem a ver com uma mudança interna? "Sim, normalmente é quando entro em uma nova fasse da vida. Mas quando descolori o cabelo este ano foi super para dar uma chacoalhada". Ou seja, existem os dois processos. O cabelo que combina com a nova fase (se está vivendo) e o cabelo que pede uma nova fase. Certo? "Exato. Logo que descolori, eu mesma me olhava no espelho e não me reconhecia. mas não demorou muito para eu me'redescobrir' dentro daquele look. E adorei ficar blonde. Só que logo enjoei. gosto de cores fortes, por isso ja tive todos os tons de vermelho".

Forte mesmo é a personalidade de Camila. Por trás dos serenos olhos azuis (verdes, dependendo do dia) ela diz que herdou da mãe "a faca na bota" (diz que não leva desaforo pra casa). Mas pelo pouco que conheci desta pessoa alegre e com sede do novo. existe um longo caminho a percorrer antes de tirá-la do sério.

Termino esta entrevista querendo mais. Com aquela sensação (ou melhor: certeza) de que há ainda muito por dizer de Camis Fank. Foi tudo muito rápido e bem em cima da hora.

"Me adapte-me
Me capte-me
It's up to me"

Como eu disse a um amigo "Acho que ela é mais. Mais do que ela conseguiu me dizer e mais do que eu consegui perguntar" (e olha que meu texto está longo! rs).
Mas foi muito bom. Obrigada, Camis.

*Manu, Manu, Emmanuelle (leia com entonação francesa por favor, fazendo biquinho), trabalha no comercial da Trip, aqui no terceiro andar. Está na Trip há exatamente um ano (completado há 5 dias). Formada em desenho industrial como yo. Nunca cortou o cabelo sozinha, mas vive mudando o visu. (Por Camis Fank)

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Postado em 30.09.2009 | 01:06 | por Carol Nogueira
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Alexandre Potascheff, produtor do Trip FM, conta como foi a gravação do programa, que recebe o crítico o ex-Titã Arnaldo Antunes

E quem esteve no estúdio do Trip FM esta semana foi o poeta, músico, escritor e cantor Arnaldo Antunes. Um dos fundadores da formação original dos Titãs, o Arnaldo já toca uma carreira musical solo há mais de 15 anos e está lançando agora seu décimo disco, intitulado Iê Iê Iê. Muito simpático e com uma voz inconfundível, o Arnaldo deu uma entrevista muito bacana, onde falou sobre seu lado família (ele é o irmão do meio de sete filhos e é pai de quatro), sobre fazer trabalhos mais populares e outros mais autorais, sobre a época de Titãs, sobre as diferenças de trabalhar sozinho e em grupo, sobre dinheiro, sobre drogas, tanto sua posição como cidadão, quanto como pai, sobre poesia e, de quebra, ainda revelou qual é a sua implicância com suas costeletas. Papo muito interessante esta sexta com Arnaldo Antunes no Trip FM, às 20h.

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Postado em 29.09.2009 | 23:06 | por Carol Nogueira
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Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.

ref.: uma pessoa que é tão ruim, que até a alma tem bigode

* * *

Clique aqui pra ver mais post-its e entender do que estamos falando.

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Postado em 28.09.2009 | 00:09 | por Eva Uviedo
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A banda pernambucana Mombojó lançou hoje em seu blog um making of, produzido por eles mesmos, das gravações do disco Amigo do Tempo, a ser lançado ainda este ano. A idéia é que esse making of seja o primeiro de uma série de registros de todo o processo de produção do terceiro disco da banda. Neste episódio, o foco são as gravações na Granja Rodízio, onde a banda se instalou. Os próximos devem mostrar os registros da fase de mixagem e composição.

Para acompanhar o vídeo, o músico e parceiro China escreveu um relase falando um pouco sobre esse momento.

Posso iniciar este texto dizendo que fui testemunha ocular de tudo o que aconteceu com o Mombojó de uns anos pra cá. E não foram anos fáceis para os meus amigos, pelo contrário, os caras passaram por maus bocados nesse tempo. Perderam dois integrantes e não tiveram o contrato renovado com a gravadora. Parecia que a carreira ia desandar de vez. Mas, para uma banda que sempre buscou formas inovadoras de trabalho, toda adversidade era pouca diante da vontade de continuar fazendo o que mais gostam. "O foco é a música", como eles costumam dizer.

Acompanhei o processo de composição das novas canções e até participei em algumas delas, mas o que me chamava mesmo à atenção era o empenho deles em fazer um som diferente de tudo o que já tinham apresentado nos discos anteriores. Acho que nem era uma coisa consciente, apenas tocavam de outra forma, explorando ao máximo o que seus instrumentos poderiam oferecer, livres de formatos, padrões radiofônicos e, principalmente, do estilo que criaram.
Quando as sessões de ensaio terminaram, eles tinham dezessete músicas e estavam prontos para registrá-las. Mas gravar onde? Com que dinheiro? Estar numa gravadora não valeria muito à pena, pois nem elas saberiam que caminho percorrer nesse confuso momento em que se encontra a indústria fonográfica.

Daí veio a grande sacada: "Porque não seguir o lema do movimento punk e fazer o disco nós mesmos?". A idéia ganhou força rapidamente dentro da banda e logo estávamos todos (o Mombojó, eu, Homero Basílio e Jr.Black) na fazenda Rodízio, a 40 km de distância do Recife para dar início aos trabalhos. Levamos microfones, pré-amplificadores, compressores, guitarras e tudo o que tínhamos a mão para tentar registrar o som dos caras da melhor forma possível, mas percebemos que não seria uma tarefa fácil. A fazenda não tinha estrutura de estúdio, era apenas uma tranqüila e silenciosa casa de campo, e acredito que naquele lugar nem um violão tinha passado antes, que dirá uma, bateria. Deu muito trabalho ambientar a sala onde seriam gravados os instrumentos. Forramos as paredes com lonas, para evitar que o som rebatesse demais, e colchões foram colocados estrategicamente nos cantos da sala, pois, dizem os especialistas, que numa sala de gravação não podem existir quinas. Foi uma montagem totalmente autodidata.

Muitos cabos depois e alguns choques elétricos, estava tudo pronto para começar a melhor parte. Foram duas semanas de intenso trabalho e muita diversão. Os takes eram gravados entre uma partida de futebol e um banho de piscina. Tudo caminhava em perfeita harmonia. O Mombojó sabia exatamente o que queria passar em cada canção, e para que isso acontecesse, aquele estado de espírito era fundamental. Depois que o grosso do material foi captado na fazenda Rodízio, os caras se trancaram na casa dos irmãos Marcelo e Vicente para editar o que fosse necessário e incluir os teclados de Chiquinho nas músicas. Hoje em dia não é preciso estar num grande estúdio para fazer esse tipo de coisa, e nada melhor do que o conforto do lar para realizar o trabalho. Mas também gravaram no estúdio do Poço, e no Das Caverna, estúdio que adquirimos em meio a odisséia que o Mombojó se encontrava. Se tivéssemos essa plataforma antes, as coisas seriam bem mais fáceis, mas acredito que a dificuldade foi um fator importante para que os caras percebessem que só dependiam deles mesmos. E no final das contas, tudo o que é conquistado com muito esforço tem sempre um sabor especial.

De volta a São Paulo, a banda aproveitou o programa 10 Horas no Estúdio, da Trama, para gravar mais uma faixa do álbum. Em outro estúdio, o Totem, refizeram uma ou outra bateria que não tinha ficado 100% nas gravações anteriores e na casa que a gente divide na Pompéia, Guizado colocou o seu trompete em algumas músicas.

Até então, pouco dinheiro havia sido gasto nesse processo, mas eles sabiam que uma hora a corda ia apertar e precisavam ter algum na mão para bancar as despesas mais caras. Resolveram que os cachets ganhos nos shows do Mombojó e Del Rey (banda que montamos para tocar as canções de Roberto e Erasmo Carlos) seriam destinados a pagar músicos extras, técnicos de som, produtores e estúdios. Também economizaram bastante contando com a ajuda dos amigos que fizeram nesses anos de estrada. Pupillo, Evaldo Luna, Rodrigão e Kalil Alaia entraram em cena para ajudar na produção e mixagem das músicas.

Agora o disco está quase pronto, faltando apenas alguns ajustes para ser fabricado e, enfim, vendido em lojas de discos e disponibilizado em todos os sites e blogs.O título do álbum não poderia ser mais apropriado: Amigo do tempo. Pois foi o tempo que ensinou ao Mombojó que tudo tem seu momento. Mas as horas desse tempo foram eles que fizeram.

China

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Por Redação da Trip

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