Revista Trip

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Postado em 31.07.2009 | 21:07 | por Diogo Rodriguez
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Jasper Joffe vende tudo em 33 lotes. Quer comprar?

Jasper Joffe vende tudo em 33 lotes. Quer comprar?

 

O artista londrino Jasper Joffe está na crise da meia-idade. Aos 33 anos. Sua namorada terminou o relacionamento e ele vai ter de sair do ateliê onde trabalhava. Decepção atrás de decepção.  Para simbolizar as mudanças e o renascimento de uma maneira bem cristã (até beneditina), afinal, Jesus Cristo morreu e ressuscitou aos 33 anos, Jasper decidiu vender todas as suas posses materiais. Chamou isso de uma proposta artística e empacotou seus quadros, agendas, tudo mesmo, em 33 lotes que custarão 3.333 libras cada. Se tudo correr "bem", Jasper terá só as suas chaves, carteira e telefone celular. E, claro, 126 mil euros.

Veja a reportagem que o El País fez sobre o desapegado Jasper Joffe

Acompanhe o artista em seu twitter

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Postado em 30.07.2009 | 23:07 | por Diogo Rodriguez
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Alexandre Potascheff, produtor do Trip FM conta como foi a gravação do programa, que essa semana traz entrevista com Carolina Ferraz

 

Carolina Ferraz no Trip FM

Carolina Ferraz no Trip FM

 

Quando eu vi aquela figura séria, alta, muito bem vestida e simplesmente linda vindo na minha direção, confesso que fiquei um pouco travado. Mas quando ela chegou e abriu aquele sorriso, pronto, foi o suficiente. Carolina foi extremamente simpática, falante, divertida e tem, além do sorriso, uma das risadas mais encantadoras que eu já tive o prazer te escutar.

A entrevista para o TRIP FM foi demais. O papo foi desde os banhos de cachoeira na novela Pantanal e da importância do ballet na sua vida (ela é formada pelo Royal Ballet, uma das mais importantes companhias do mundo) até seus novos projetos, como os vídeos sobre histórias de amor que ela está produzindo para a internet e seu próximo longa, onde ela vai interpretar um travesti. Falou ainda sobre o contrato com a Globo, do salto de qualidade da produção televisiva no Brasil e no mundo, sobre idade e beleza, sobre publicidade e sobre maternidade: tanto de ser mãe de uma adolescente, a Valentina, com 14 anos, quanto da vontade de ter um segundo filho. E, em primeira mão para o Trip FM, admitiu que já começa a pensar na hipótese de esse segundo filho ser uma “produção independente”. Não perca. Esta sexta, nos 92,9 MHz em SP, ou no www.tripfm.com.br.

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Postado em 30.07.2009 | 20:08 | por Flora Paul
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Aconteceu ontem, aqui na Trip, as gravações de um programa piloto para a TV Trip, em parceria com o enxame.tv. Convidamos o inusitado par composto pelo ator Paulo César Pereio e a Monja Coen para falar sobre o tema da Trip #179: PRAZER.

Com apresentação dos trippers Kakau e Daniel Benevides, programa vai ao ar em breve, mas aí vão umas fotos dos bastidores pra ir dando uma palhinha de como foi o encontro.

As conversas do Professor Peréio

As conversas do Professor Pereio

Peréio e Monja, desligando o celular, conversam antes das gravações

Pereio e Monja, desligando o celular, conversam antes das gravações

A Monja troca de meias para gravar

A Monja troca de meias para gravar

 

3... 2... 1... gravando!

3... 2... 1... gravando!

 

O resultado você confere em breve aqui na TV Trip ou no site do enxame.tv

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Postado em 30.07.2009 | 11:08 | por Daniel Benevides
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O principal nome da street art, o inglês enigmático Banksy, andou fazendo seus stencils e grafites no continente africano – é o que dizem em fofoca iniciada  em um grupo de discussão no Flickr sobre o artista. As obras estariam localizadas em Mali, no oeste da África, e, apesar de ninguém ter falado delas antes, algumas imagens estão na última exposição de Banksy, no Bristol Museum. Há, porém, quem diga que elas são falsas, que a única tinta usada ali foi a do ícone do baldinho do Photoshop. Dá uma olhada e tire suas conclusões:

 

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Postado em 30.07.2009 | 02:09 | por Ivan Obara
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A historiadora Beatriz Nascimento, cuja vida é o fio dondutor da narrativa

A historiadora Beatriz Nascimento, cuja vida é o fio dondutor da narrativa

Ôrí é uma palavra africana que pode ser traduzida por "consciência negra". Ôrí pode derrubar o que séculos de escravidão imprimiram na cultura do Brasil: certo desprezo e uma incompreensão latente da revelância das culturas do continente africano na identidade do povo brasileiro. Muito além do samba e suas escolas; das rodas de capoeira e terreiros de candomblé, a verdade é que os hábitos de negros escravos africanos se misturaram aos costumes do cotidiano brasileiro. A rica e permanente troca de valores e identidades culturais resultou na carismática mistura que compõe hoje nosso país. E compreender essa interdependência nacional com a cultura africana nos ajuda a vislumbrar novas perspectivas ao problemas de nossa sociedade atual. Por isso o documentário de Raquel Gerber é relevante. A cineasta, socióloga e historiadora documentou os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988 que aparecem no filme, cujo fio condutor é a vida de Beatriz Nascimento. A historiadora, falecida no Rio de Janeiro em 1995, defendia o quilombo como recuperação de parte da nacionalidade brasileira. Raquel Gerber começou as filmagens de "Ôrí" em 1977, quando criou, em São Paulo, uma produtora de documentários em 16mm; e lançou o filme em 1989. Agora, a Versátil lança versão remasterizada em DVD que chega às prateleiras hoje, com preço sugerido de R$ 39,90

Gilberto Gil participa de um dentre os inpúmeros movimentos políticos de consciência negra dos anos 80

Gilberto Gil participa de um dentre os inpúmeros movimentos políticos de consciência negra dos anos 80

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