Revista Trip

 
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Postado em 13.03.2009 | 09:59 | Tania Menai
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Sexta-feira, dia de jantar no Met Museu e celebrar a prisão de Bernie Madoff, o psicopata do dinheiro, que fez sumir 50 bilhões de dólares de pessoas que investiram em seu fundo.^^~-_-inlcuindo fundações de filantropia. Ele, que morava perto do Met, nunca mais verá arte. Nunca mais verá nada! 

ps - O Met fecha `as 8.45pm. 

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Postado em 05.03.2009 | 16:14 | Tania Menai
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Tudo o que você imagina de um restaurante indiano vai despencar quando você sentar `a mesa do Tabla. Não tenho a menor noção dos ingredientes de cada prato que já comi nas três vezes que almoçei ou jantei lá, mas basta dizer que este é um dos melhores restaurantes de Nova York.

A decoração é deslumbrante, o serviço é impecável, há sempre indianos `as mesas, e os pratos são assinados pelo chef Floyd Cardoz, autor do livro "One Spiece, Two Spice" (mas que coloca muito mais que isso em suas invenções), e um dos chef celebridades daqui. 

O mais recente item no cardápio é o drink Slumdog (em homenagem ao filme abocanhador de oito Oscars) que, entre outras coisas, inclui rum, menta e gengibre. E o melhor: não precisa ser millionaire para saboreá-lo. E na hora de pagar a conta, você, se quiser, ainda pode colaborar para o fundo do furacão Katrina. 

Vai lá - 11 Madison Avenue. Tel - 212. 889-0667
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Postado em 01.03.2009 | 23:56 | Tania Menai
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Alguns restaurantes estão sofrendo com a crise. A solução é ser criativo. Payard, por exemplo, passou a abrir aos domingos (coisa que nunca teve de fazer em seus 12 anos de existência), servindo brunch, entrada, prato principal e sobremesa por 25 dólares . Uma bagatela. Sorte nossa. O doce de banana é dos deuses. 

Payard - 1032 Lexigton Ave (com rua 73). 

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Postado em 12.02.2009 | 23:39 | Tania Menai
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Adoro encontrar um amigo para "have lunch" no Hearst Building. Veja como é lindo por dentro. Por fora também: fica na Oitava Avenida com rua 56. Imagina trabalhar num lugar assim...!
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Postado em 16.12.2008 | 13:47 | Tania Menai
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Confesso que a minha impaciência já me fez chorar de raiva numa fila de banco - no Rio de Janeiro. Odeio fila. Poucas coisas no mundo valem o nosso tempo em pé, parado. Mas aqui está um sanduiche que vale: o 'Shroom Burger do Shake Shack (que pertence ao mesmo grupo de restaurantes famosos como Union Square Cafe, Gramercy Tavern e Tabla e The Modern). O lugar é igualmente famoso pelo hamburger e pela fia - e já escrevi sobre isso antes. Mas agora eles fizeram a bondade de abrir uma filial no Upper West Side, atrás do Museu de História Natural, na Avenida Columbus com rua 77 (fica aberto até às 11 da noite). Os caras também respeitam que não come carne vermelha (como eu), normalmente maltratados em lugares de carnívoros. Aqui o burger de cogumelo portobello acompanhado por todos os molhos e apetrechos dignos de um sanduiche vale a fila. Ainda assim, os carnívoros saem na frente - o hamburger de carne custa $ 3,75 - o vegetariano custa $ 6,50. Ou seja, a vida de um cogumelo vale mais do que a de uma vaca. Whatever. Enfim, como diz a roupa de bebê acima, se você esperou nove meses, dá para encarar a fila. Inclusive a moçada impacientemente prematura.^^~-_-como eu.
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Postado em 09.12.2008 | 14:35 | Tania Menai
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O lugar é famoso, mas faz duas semanas que descobri o Jazz Standard, um refúgio musical no andar debaixo do restaurante Blue Smoke. No palco, Maria Scheneider comandando uma orquestra maravilhosa, que incluia um brasileiro no acordeom.  Para a última música, ela distribuiu previamante apitos de passarinhos brasileiros na platéia e combinou para que todos tocassem na mesma hora. A casa de jazz se transformou numa floresta Amazônica. De arrepiar. À mesa, comida bem americana, típicamente pesada, mas há saída como frango e saladas - e a sobremesa de banana...hmmm. O melhor de tudo é que a entrada, de 35 dólares, é bem mais barata do que as demais casas de Jazz, como a Blue Note.  
Passa lá! 116 E 27 Street.
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Postado em 25.11.2008 | 20:04 | Tania Menai
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Minha gente, a coisa está apertando financeiramente por aqui. Pela primeira vez, escutei histórias de amigos que perderam emprego. A saída é economizar e começar a frequentar lugares como o bom e velho Gray's  Papaya, onde você devora um cachorro-quente por $ 1,50. Todo mundo conhece, todo mundo já apelou pra ele. Inclusive o Kramer, do Seinfeld, que deixou uma longa fila de cinema (onde ele guardava lugar para o resto da turma) quando descobriu o Gray's Papaya do outro lado da rua. 

Se a fome apertar, você já sabe: corra para a esquina da rua 72 com a Broadway.
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Postado em 04.07.2008 | 18:34 | Tania Menai
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new-york-spring-024.jpg Ontem, quinta, véspera do feriado de 4 de julho, resolvemos jantar fora, meio em cima da hora com uns amigos. Note que a expressão "em cima da hora" em Nova York gera calafrios. Se você resolver pegar um cinema ou escolher um restaurante badaladinho escolha com antecedência - compre ingresso pela internet, faça reserva. Mas ontem foi diferente.Liguei pro restaurante e escutei uma frase inédita: "que horas vocês querem jantar?"  Normalmente, o restaurante diz a hora disponível e olhe lá. Além disso, as calçadas estão vazias, o telefone sossegado - os nova-iorquinos debandaram para os Hamptons, o equivalente a Búzios daqui (só que Búzios dá de mil).  Por sinal, Hamptons pode ser sinônimo de roubada: a galera aluga casas em grupos e vai revezando por fim-de-semana. Mas em vez de um esquema Friends, tudo pode acabar em pesadêlo: um não paga a conta, o outro convida gente extra, o outro não lava a louça. No final do verão, um não quer ver mais o focinho do outro. Conclusão: fique em casa, e curta a cidade vazia, sem filas, todinha pra você.
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Postado em 09.06.2008 | 20:48 | Tania Menai
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danny-meyer.jpg Domingo passado aconteceu no Lincoln Center a entrega do "Oscar dos restaurantes dos Estados Unidos":  o prêmio mais importante da indústria gastronômica americana, concedido pela James Beard Foundation. E, voilà, o melhor restaurante do país: Gramercy Tavern, um dos sete estabelecimentos (incluindo os três do MoMA) do restauranteur mais popular de Nova York, Danny Meyer (foto). O reconhecimento é merecido: há quase 14 anos na praça, o Gramercy Tavern, hoje chefiado pelo simpático Michael Anthony, tem uma estrela (de três) no Guia Michellin e é considerado pelo New York Times o restaurante "mais amado pelos nova iorquinos". Na equipe, de mais de cem pessoas, apenas um brasileiro: o carioca Felipe Saint-Martin, que despeja o talento preparando os pratos frios do jantar. O serviço é excelente (depois de jantar lá, garanto que sua exigência perante garçons aumentará) e a lasanha de cogumelos  e o pudim de pão são coisas de outra galáxia. Dica: não faça reserva. Apareça e espere uma mesa na parte da frente, chamada Tavern. É mais descontraída, mais barata e igualmente espetacular. Bon ap! Gramercy Tavern - 42 E 20th Street.
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