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	<title>Só em NY</title>
	<link>http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny</link>
	<description>Uma jornalista em Nova York</description>
	<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 16:08:40 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Remar é preciso</title>
		<link>http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/18/remar-e-preciso/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 02:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Costumes locais]]></category>

		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foi um domingo lindo, de sol, Central Park LOTADO. A cada passo, uma atração - palhaço, massagem, banda de jazz, patinação estilo anos 80, artista metido a barítono, corrida de tartaruga (juro) e por aí vai. Mas eu tive o privilégio de estar acompanhada por dois cavalheiros num programa turístico pra lá de bom - remar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25492" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/18/remar-e-preciso/august-021jpg/" title="august-021.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/08/august-021.jpg" alt="august-021.jpg" height="478" /></a></p>
<p>Foi um domingo lindo, de sol, <strong>Central Park LOTADO</strong>. A cada passo, uma atração - palhaço, massagem, banda de jazz, patinação estilo anos 80, artista metido a barítono, corrida de tartaruga (juro) e por aí vai. <strong>Mas eu tive o privilégio de estar acompanhada por dois cavalheiros</strong> num programa turístico pra lá de bom - <a href="http://www.thecentralparkboathouse.com/sections/boats.htm"><strong>remar os barquinhos do lago</strong> </a>que fica na altura da rua 73. Por 12 dólares a hora, o barco é seu (e cabem 4 pessoas). <strong>Uma de-lí-cia.</strong> Cada um de nós três remou um pouco, e claro que rolou um bate-bate nos barcos alheios (foto) e uma tentativa de ópera estilo gôndola veneziana, mas só conseguimos cantar a trilha do comercial do sorvete Cornetto (estilo Sole Mio).  <em>Whatever!</em> <strong>Tá dada a dica.</strong></p>
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		<title>Yes, nós temos Chinatown!</title>
		<link>http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/13/yes-nos-temos-chinatown/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 22:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Costumes locais]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Confesso que não tenho acompanhado as Olimpíadas - mas hoje de manhã, assisti a cenas de um dos canais daqui, que mostrou aspectos curiosos sobre a China (fora a história da menina que foi dublada por outra na abertura dos jogos por não ser considerada bonitinha o suficiente, viram isso?).
Deu vontade de estar lá, mas também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25490" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/13/yes-nos-temos-chinatown/winter-08-003jpg/" title="winter-08-003.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/08/winter-08-003.jpg" alt="winter-08-003.jpg" height="478" /></a> </p>
<p>Confesso que <strong>não tenho acompanhado as Olimpíadas</strong> - mas hoje de manhã, assisti a cenas de um dos canais daqui, que mostrou aspectos curiosos sobre a China (fora a história da menina que foi dublada por outra na abertura dos jogos por não ser considerada bonitinha o suficiente, viram isso?).</p>
<p>Deu vontade de estar lá, mas também não há do que reclamar: <strong>aqui temos a Chinatown, cheia de gente que desconhece a língua inglesa e que vende sapo vivo nas lojas de comida.</strong> É MUITO interessante dar uma volta por lá. Peraí, não estou falando da Canal Street, que deixa a irritabilidade de qualquer ser humano à flor da pele. Principalmente para seres como eu que não estão nem aí para bolsas de marcas, sejam falsificadas ou não. O<strong> que vale a pena são as ruazinhas do bairro, as lojinhas típicas, os barbeiros, os restaurantes e as casas de chá.</strong>  Pode ser um bom passeio antropológico. Agora, leve um mapa, porque se você se perder&#8230;.<em>xingming-ling</em> (isso singnifica &#8220;danou-se&#8221;, em chinês!).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>See that girl, watch that scene&#8230;</title>
		<link>http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/05/see-that-girl-watch-that-scene/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 04:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Corra para aquele armário onde a sua mãe guarda os vinis dos anos 70 e descole aquele, ou aqueles, disco do ABBA, aquele quarteto sueco, lembra? Coloque na vitrola, se é que ela ainda guarda uma (a minha sim!), e aumente o som. Só isto já basta para levar milhares de pessoas para o musical [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25488" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/05/see-that-girl-watch-that-scene/mamma-miajpg/" title="mamma-mia.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/08/mamma-mia.jpg" alt="mamma-mia.jpg" height="478" /></a> </p>
<p>Corra para aquele armário onde a sua mãe guarda os vinis dos anos 70 e descole aquele, ou aqueles, <strong>disco do ABBA, aquele quarteto sueco, lembra?</strong> Coloque na vitrola, se é que ela ainda guarda uma <a rel="attachment wp-att-25488" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/08/05/see-that-girl-watch-that-scene/mamma-miajpg/" title="mamma-mia.jpg"></a>(a minha sim!), e aumente o som. Só isto já basta para levar milhares de pessoas para o <strong>musical <a href="http://www.mamma-mia.com">Mamma Mia</a></strong>, que está há sei lá quantos anos em cartaz aqui, Las Vegas, Australia, Madrid, Londres e mais. É o único que <strong>faz a galera levantar e dançar</strong> (e olha que fazer americano dançar, sem estar bêbado, é uma arte). </p>
<p><strong>O sucesso do musical é tanto, que</strong> <a href="http://www.mammamiamovie.com/"><strong>virou filme</strong> </a>estrelado por Meryl Streep e Pierce Brosnan. O filme é uma réplica da peça (e a peça é melhor, claro), <strong>rodado na Grécia</strong>. A história foi escrita de uma forma que encaixa as letras das músicas (que todo mundo conhece). Trata-se de uma menina  de vinte anos prestes a casar, e quer que seu pai entre com ela na igreja. <strong>Mas ela não sabe quem é o pai</strong>. Ao ler escondido o diário da mãe, ela descobre três possibilidades, já que a mãe andou se &#8220;divertindo&#8221; bastante exatos 20 anos e nove meses antes. Enfim, <strong>a menina convida os três possíveis pais para o casamento</strong>, sem a mãe saber - sendo que cada um vive numa parte do mundo. Eles vão para Grécia, sem noção do que está por vir. E aí começa a história.</p>
<p><strong>Claro que um musical que vira filme-musical tende a cair no ridículo</strong>. Afinal, seriam dispensáveis as cenas de Meryl Streep rolando no chão da Grécia (enquanto num palco isso é comum). Mas na verdade,<strong> a velha guarda de atores estava lá escancaradamente se divertindo</strong>. A impressão que dá é que estava todo mundo de férias durante as filmagens. Me lembrou a época em que trabalhei no Club Med, no estilo &#8220;nóis rala mas se diverte&#8221;. No cinema, o filme levou palmas quando elas cantaram <strong>Dancing Queen</strong>, mas tem muitas outras músicas deliciosas. Não vá achando que este é um filme pra Oscar - é apenas gostoso e inocente como as músicas do ABBA (que ainda vendem 2 milhões de CDs por ano). Ainda assim, <em>you can dance, you can die, having the time of your life.</em> Quanto ao pai da menina, não vou contar. Mas saí de lá feliz ao pensar que <strong>o meu pai vale por três</strong>.</p>
<p>ps - o filme estréia no Brasil em setembro.</p>
<p>ps 2 - Thank you for the music! =)</p>
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		<title>Ops, aqui não há espaço pra ex. Move on!</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Costumes locais]]></category>

		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Ex-namorado ou ex-namorada é ex em qualquer parte do mundo. Todo mundo já passou por isso. Mas acho que em Nova York a coisa ainda é pior, por uma simples razão: falta de espaço. Quem vive em cavernas minimalistas, como qualquer apartamento nova-iorquino, não pode guardar aquele pullover do ex (ou da ex) &#8220;que remete àquela viagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-25486" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/25/ops-aqui-nao-ha-espaco-pra-ex-move-on/july-08-008jpg/" title="july-08-008.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/07/july-08-008.jpg" alt="july-08-008.jpg" height="478" /></a> </strong></p>
<p><strong>Ex-namorado ou ex-namorada é ex em qualquer parte do mundo.</strong> Todo mundo já passou por isso. Mas acho que em Nova York a coisa ainda é pior, por uma simples razão: <strong>falta de espaço.</strong> Quem vive em cavernas minimalistas, como qualquer apartamento nova-iorquino,<strong> </strong>não pode guardar aquele pullover do ex (ou da ex) &#8220;que remete<a rel="attachment wp-att-25486" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/25/ops-aqui-nao-ha-espaco-pra-ex-move-on/july-08-008jpg/" title="july-08-008.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-25486" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/25/ops-aqui-nao-ha-espaco-pra-ex-move-on/july-08-008jpg/" title="july-08-008.jpg"></a> àquela viagem romântica à Paris.&#8221; Até mesmo uma foto ocupa espaço! Esqueça - doe o pullover pro <em>NYC Care </em>na época de Natal, recicle a foto e, como dizem aqui, <strong>MOVE ON! </strong>Ou melhor <strong><a href="http://www.moveon.org">Moveon.org</a></strong>! <strong>Não é frieza não - é praticidade. </strong></p>
<p><strong>Se já é difícil achar espaço pras nossas próprias roupas</strong>, livros, sapatos, casacos, luvas e cachecóis, imagina arrumar uma gaveta para guardar qualquer objeto de quem já era!  <strong>E, psicologicamente, sabe-se que se desfazer das coisas também ajuda a partir pra próxima.</strong> Tanto que outro dia topei com a publicidade acima, de uma empresa de aluguel de depósitos (um grande negócio em Nova York). Eles garantem ajudar os ainda apaixonados a seguir em frente: <strong>basta jogar tudo que é do (ou da) ex no depósito deles.</strong> Ao recuperar as bugigangas tempos depois, o apego será menor - e tudo acabará no lixo. E você deixará o ex (ou a ex) também viver a vida dele (ou dela) em paz. Os anunciantes sabem o que estão falando: a empresa já fez outro anúncio dizendo que o depósito é a solução, caso o seu armário tenha<strong> &#8220;a profundidade&#8221; da Paris Hilton.</strong>  Bem, ironicamente, talvez o único armário que não tenha, seja o dela&#8230;.</p>
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		<title>O Brasil na tela no MoMA</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 05:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasileiros em NY]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gente, rola até o fim do mês, o Premier Brazil, festival de filmes brasileiros do MoMA.  A abertura foi na quinta-feira passada com Estômago (a-do-rei) e na sexta-feira rolou um almoço para a equipe (foto) na Churrascaria Plataforma. A banana frita e o guaraná estavam um espetáculo&#8230; Para quem está aqui, confira a programação, que inclui Saneamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25484" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/20/o-brasil-na-tela-no-moma/july-a-08-011jpg/" title="july-a-08-011.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/07/july-a-08-011.jpg" alt="july-a-08-011.jpg" height="478" /></a></p>
<p>Gente, rola até o fim do mês, o<strong><a href="http://www.moma.org/exhibitions/film_exhibitions.php?id=9219&amp;ref=calendar"> Premier Brazil</a></strong>, festival de filmes brasileiros do <strong>MoMA</strong>.  A abertura foi na quinta-feira passada com <strong>Estômago </strong>(a-do-rei) e na sexta-feira rolou um almoço para a equipe (foto) na Churrascaria Plataforma. A banana frita e o guaraná estavam um espetáculo&#8230; Para quem está aqui, confira a programação, que inclui <strong>Saneamento Básico, Meu nome não é Johnny, Andarilho</strong> e <strong>Pindorama (do Roberto Berliner).</strong> Enjoy!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Até tu, New Yorker?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 00:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista New Yorker é paixão local - talvez nacional. Tanto, que já escrevi sobre ela aqui na TRIP há quase dois anos. Além dos textos literários (que inspiraram a revista brasileira piauí), as charges são uma obra de arte. Ganhei de presente a coleção inteira, que vem com um CD, e num dos natais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista <strong>New Yorker</strong> é paixão local - talvez nacional. Tanto, que <a href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2006/09/06/23801/"><strong>já escrevi sobre ela aqui na TRIP</strong> </a>há quase dois anos. Além dos textos literários (que inspiraram a revista brasileira piauí), as charges são uma obra de arte. Ganhei de presente a coleção inteira, que vem com um CD, e num dos natais distribui de presente um outro livro: <strong>Rejection Collection</strong>, as charges mais picantes e politicamente incorretas que foram rejeitadas pelos editores. Comprei uns 10. Meus amigos amaram o presente.</p>
<p>Mas <strong>essa semana</strong>, <a href="http://gawker.com/tag/barack-obama/?i=5024753&amp;t=the-new-yorkers-tasteless-obama-cover"><strong>a capa que deveria entrar para a Rejection Collection</strong> </a>acabou nas bancas. Trata-se de Barack Obama, vestido de muçulamo, na Casa Branca, com uma lareira queimando a bandeira dos Estados Unidos e a foto do Osama na parede. Barack cumprimenta a esposa, Michelle, que por sua vez veste uma roupa militar com uma metralhadora à tiracolo. Sátira por sátira, alguns podem até endenter.</p>
<p>Dessa vez, no entanto,  a revista pegou pesadíssimo, tem até programa de TV hoje fazendo o público votar. Por mais intelectuais que os jornalistas da revista sejam (ou pensam que são), <strong>o público em geral não é</strong> - e de forma alguma vai enteder que a capa é uma sátira à política do medo. A galera em geral ainda acha que Barack é muçulmano, quando ele já repetiu milhões de vezes que é cristão. Uma religião não é melhor que a outra, mas é só para ilustrar a falta de informação das massas. Agora, com esta charge, que coloca o dedo em terrorismo, a coisa vai piorar. <strong>Enfim, bola fora</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Do nosso parque a gente cuida</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 03:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Costumes locais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Está vendo a foto acima? Este é um dos bancos do Centra Park, patrocinado pela família de Peggy Schulhof, uma nova-iorquina falecida em 1997, em sua memória. Esta é uma forma linda de homenagear quem se foi e, ao mesmo tempo, sustentar o parque. Para quem não sabe, o Central Park (que é maior que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25481" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/14/do-nosso-parque-a-gente-cuida/junho-2008jpg-2/" title="junho-2008.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/07/junho-2008.jpg" alt="junho-2008.jpg" height="478" /></a></p>
<p>Está vendo a foto acima? Este é um dos bancos do Centra Park, patrocinado pela família de Peggy Schulhof, uma nova-iorquina falecida em 1997, em sua memória. <strong>Esta é uma forma linda de homenagear quem se foi e, ao mesmo tempo, sustentar o parque.</strong> Para quem não sabe, o Central Park (que é maior que o Principado de Mônaco) é financiado por pessoas que nem eu e você - todos sabem da sua importância e por isso colaboram. Cada um, como pode. <strong>A maioria, simplesmente, não jogando uma agulha no chão e protegendo a natureza.</strong> Simples. Quem dera se meus camaradas cariocas aprendessem com os nova-iorquinos. Cariocas (e acredito que a costa inteira) não conseguem ir à praia sem deixar lixo para trás. E quem contestar está mentindo. Basta espiar o trabalho dos garis.</p>
<p>Semana retrasada, por exemplo, promovemos um picnic no Central Park para 60 amigos - não ficou um guardanapo na grama. No último sábado, fomos <strong>ao show do Jon Bon Jovi, no Great Lawn</strong>, área imensa onde acontecem os grandes shows. Milhares de pessoas comportadíssimas - <strong>não ficou um papel pra contar a história. </strong>Porém, o melhor da história conto eu: assim que o show terminou, a produção colocou imediatamente a música &#8220;New York, New York&#8221;, de Frank Sinatra. T-o-d-o m-u-n-d-o cantou junto, ao deixar calmamente o Central Park. Soa brega?  Que nada, foi de arrepiar!</p>
<p>Então, Brasil, aí vai um recado: todo mundo ama Nova York, coisa e tal. Mas Nova York é o que é por causa das pessoas que cuidam dela. Então vamos fazer o mesmo com a nossas praias e parques. <strong>Lugar de lixo é no lixo.</strong> If you can make it there, you can make it anywhere. Boa semana!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cadê o povo que tava aqui?</title>
		<link>http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/04/cade-o-povo-que-tava-aqui/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Costumes locais]]></category>

		<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem, quinta, véspera do feriado de 4 de julho, resolvemos jantar fora, meio em cima da hora com uns amigos. Note que a expressão &#8220;em cima da hora&#8221; em Nova York gera calafrios. Se você resolver pegar um cinema ou escolher um restaurante badaladinho escolha com antecedência - compre ingresso pela internet, faça reserva.
Mas ontem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25478" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/07/04/cade-o-povo-que-tava-aqui/new-york-spring-024jpg/" title="new-york-spring-024.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/07/new-york-spring-024.jpg" alt="new-york-spring-024.jpg" height="478" /></a></p>
<p>Ontem, quinta, <strong>véspera do feriado de 4 de julho</strong>, resolvemos jantar fora, meio em cima da hora com uns amigos. Note que a expressão &#8220;em cima da hora&#8221; em Nova York gera calafrios. Se você resolver pegar um cinema ou escolher um restaurante badaladinho escolha com antecedência - compre ingresso pela internet, faça reserva.</p>
<p>Mas ontem foi diferente.Liguei pro restaurante e escutei <strong>uma frase inédita</strong>: <strong>&#8220;que horas vocês querem jantar?&#8221;</strong>  Normalmente, o restaurante diz a hora disponível e olhe lá. Além disso, as calçadas estão vazias, o telefone sossegado - os nova-iorquinos debandaram para os <strong>Hamptons, o equivalente a Búzios daqui</strong> (só que Búzios dá de mil). </p>
<p>Por sinal, <strong>Hamptons pode ser sinônimo de roubada</strong>: a galera aluga casas em grupos e vai revezando por fim-de-semana. Mas em vez de um esquema <em>Friends</em>, tudo pode acabar em pesadêlo: um não paga a conta, o outro convida gente extra, o outro não lava a louça. No final do verão, um não quer ver mais o focinho do outro. Conclusão: <strong>fique em casa, e curta a cidade vazia</strong>, sem filas, todinha pra você.</p>
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		<title>Com vocês, Osgêmeos. Assim, juntinhos. E aqui!</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 00:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasileiros em NY]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Deitch Gallery]]></category>

		<category><![CDATA[Os Gêmeos]]></category>

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Um mais um são dois. Mas a soma de Gustavo e Otávio Pandolfo, dá mais, muito mais. São eles Osgêmeos, dupla paulistana, inseparável, que nasceu há 34 anos, com a função de pintar o mundo. Dos muros de São Paulo a castelos europeus. Usam sempre cores fortes, imagens bem brasileiras, cenas nordestinas e muito improviso. O mais incrível é que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/06/27/com-voces-osgemeos-juntinhos-e-aqui/junho-2008-20jpg/" rel="attachment wp-att-25476" title="junho-2008-20.jpg"><img src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/06/junho-2008-20.jpg" alt="junho-2008-20.jpg" width="640" height="478" /></a></p>
<p>Um mais um são dois.<strong> Mas a soma de Gustavo e Otávio Pandolfo, dá mais, muito mais. São eles Osgêmeos, dupla paulistana,</strong> inseparável, que nasceu há 34 anos, com a função de pintar o mundo. Dos muros de São Paulo a<strong> </strong>castelos europeus. Usam sempre cores fortes, imagens bem brasileiras, <strong>cenas nordestinas</strong> e muito improviso. O mais incrível é que <strong>os traços de ambos são idênticos</strong>. É impossível (e, segundo eles, desnecessário) dizer quem pintou o quê. Quem tiver sorte de estar aqui neste verão, <strong>Osgêmeos estão na</strong> <a href="http://www.deitch.com/"><strong>Deitch Gallery</strong> </a>(18 Wooster Street, no Soho, perto da Canal Street) de <strong>28 de junho</strong> <strong>até o dia 9 de agosto</strong>. Durante um mês, <strong>eles pintaram uma megaparede da galeria</strong>, além de quadros coloridíssimos feitos in loco e outros trazidos de fora, para o deleite da alta classe de colecionadores de arte contemporânea.  Mas quem não estiver, <strong>basta dar um rolé pelo mundo</strong>; mais cedo ou mais tarde, você vai topar com algum muro decorado por eles.</p>
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		<title>Hot Play!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 04:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania Menai</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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Do bem. É assim o público do Coldplay - e isso ficou claro na noite de segunda-feira no Madison Square Garden, aqui em Manhattan. Estádio lotado de gente jovem, (além de limpo, pacífico e organizado, como sempre) cantando as músicas de trás pra frente. E mais: o show foi grátis. Os moços lançam seu novo álbum Viva La [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-25473" href="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/2008/06/25/hot-play/junho-08-006jpg/" title="junho-08-006.jpg"><img width="640" src="http://revistatrip.uol.com.br/blogs/soemny/files/2008/06/junho-08-006.jpg" alt="junho-08-006.jpg" height="478" /></a></p>
<p><strong>Do bem</strong>. É assim o público do <a href="http://www.coldplay.com"><strong>Coldplay</strong> </a>- e isso ficou claro na noite de segunda-feira no <strong>Madison Square Garden</strong>, aqui em Manhattan. Estádio lotado de gente jovem, (além de limpo, pacífico e organizado, como sempre) cantando as músicas de trás pra frente. E mais: <strong>o show foi grátis. </strong>Os moços lançam seu novo álbum <strong><a href="http://xpertforensic.com/coldplay">Viva La Vida</a></strong>, lindo como sempre. <strong>Pra lá de carismáticos</strong>, o quarteto dispensa grandes pirotecnias - os rapazes se garantem. Tanto, que ousaram a sair do palco e - acreditem - deram a volta no estádio, no meio da galera - e cantaram no meião dos fãs!! <strong>Logo ali, ao lado.</strong> Fiquei a dez metros dos rapazes, mas minha altura não permitiu ver além do boné de um deles. A única coisa estranha foi o final - <strong>acabou assim, puff, do nada</strong>. A rapaziada gritava crente que eles iriam voltar. De repente, apareceram uns homens no palco, sob <strong>aplausos e gritarias</strong>. Mas &#8230;.eram os caras da produção. De qualquer forma, quem quis dar continuidade a qualquer alegria, pôde se inscrever na saida na <strong>campanha </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Make_Trade_Fair"><strong>Make Trade Fair</strong></a><strong> , que o Coldplay apóia</strong>. E assim, a gente deixa o mundo um pouco mais <em>warm</em>. Enfim, vista a camisa e compre o CD.</p>
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