Brazilian music - the one and only
O que será que um restaurante micro tailandês, a apresentação de ballet da minha amiga Helena, de 4 anos, e um salão de manicure de coreanas tem em comum, em Nova York? Bingo para quem pensou na música brasileira. É incrÃvel. Onde você vai, está lá Tom, Gil e Caê. Em horas e lugares mais imprevisÃveis, há sempre um deles nos fazendo companhia. Aposto que estão nos iPods da moçada também. Enquanto poucos sabem apontar o Brasil no mapa, o pessoal sabe achar os CDs certos, principalmente os de bossa nova. São fanáticos. Sei que não há novidade nisso - mas não a ponto de escutar nossa música em praticamente TODOS os lugares desta cidade. Nem no Brasil é assim (pelo contrário, muitas rádio nos entopem com o pior da música americana - coisa que nem toca aqui!). A sorte é que nenhum garçom malaio ou vendedor de roupa jamaicano pediu pra traduzir alguma letra - até agora.








10.05.2008 at 4:34 pm
Uma prova de que consumimos sim muito lixo musical…
… que os americanos em geral têm salvação (só pessoas interessantes curtem coisas interessantes, isso é fato!)…
… e que não importa o lugar do mundo: o brasileiro é fora de série!
Desde que não caia na vulgaridade…
Bjos
15.05.2008 at 3:16 pm
Em Tokyo também é assim. Você vai no café, tá lá o Tom. Vai numa loja de departamentos e faz compras em companhia da Elis. A Tower Records tem a seção de World Music e, separada, a seção de música brasileira — se bobear maior do que a de World Music.
28.05.2008 at 11:18 am
Me desculpe Tânia , mas o mesmo lixo Americano que toca aqui toca ai também ! E vende , vende muito ….
A sua sensação de que não toca ai , possivelmente se deve ao fato de ter muita opção de radio ,e obviamente você não ouve radios focadas em hip hop ( argh !!!!) e teen music ( help!!!)
29.05.2008 at 2:33 am
…mas tocar as mesmas figurinhas?Isso é ser fora de série?Caê,Gil,Tom…Quando é que a gente vai crescer,hein?