Revista Trip

 
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Postado em 14.04.2009 | 17:48 | por Eva Uviedo
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Planeja passar o próximo feriado de calça de moletom, moscando em frente à TV? Tem todo meu apoio. Mas faça isso com classe. É pensando em sedentários elegantes que foi desenvolvida esta calça.

 

Tudo sob controle

 

 

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Postado em 17.09.2008 | 23:50 | por Eva Uviedo
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Por Carlos Sarli

O perfil dos visitantes do Monte Serrat, tradicional ponto turístico de Santos, vai mudar neste fim de semana. No lugar dos habituais frequentadores em busca da privilegiada vista da orla e dos peregrinos (tá certo, a maioria prefere subir de bondinho) com destino ao elevado santuário que este ano completa 400 anos, uma turma bem mais dinâmica invade o morro. Os 417 degraus, 650 metros de percurso, que separam o topo do monte do nível do mar serão transformados em pista para a sétima edição da Descida das Escadarias de Santos, prova de mountain bike down hill que faz parte do calendário do circuito da União Ciclística Internacional.

A prova foi inspirada na Lisboa Down Town, realizada desde 2000, porém é mais rápida e sinuosa. As duas são as únicas em escadarias a fazer parte do circuito da UCI, e a brasileira, apesar da premiação ainda baixa, tem atraído atletas de ponta. O francês Cedric Garcia, bicampeão da prova e ex-campeão mundial, o chileno Sebastian Vasques, campeão pan-americano, a americana Melissa Buhll, atual campeã mundial no 4X, são alguns dos que prometem dar trabalho aos brasileiros e atuais campeões da prova Luana de Oliveira e Wallace Miranda, além do top 10 do mundo Markolf Berchtold.

Não houve fraturas nos últimos três anos, segundo Marcelo Coelho, organizador da prova, mas por medida de segurança apenas 100 ciclistas poderão competir. No sábado todos descem quantas vezes quiser, e um chip mede o tempo, inclusive um parcial da primeira metade, e anuncia num painel a classificação por categoria (juvenil, junior, elite, master A e master B) e a geral. O juiz da prova autoriza as largadas a cada 10 segundos, e os melhores levam pouco mais de um minuto para chegar à base. Wallace, com 1:04, detém o melhor tempo.

No domingo apenas os 20 melhores do sábado mais dois pré-classificados na categoria masculina e as cinco melhores mulheres disputam a final. O público pode se espalhar pela escadaria, assistir pelo telão na chegada ou pela Globo, que transmite ao vivo.

MUNDIAL DE SURFE – WQS
O mar baixou mas o Hang Loose Pro Contest segue com bons tubos em Fernando de Noronha e transmissão ao vivo pela internet. Hoje começam as quartas de final.

SURFE DE CINEMA
Surf Adventures 2, dirigido por Roberto Moura e dando sequência ao original de 2002, tem estreia nacional marcada para 27 de março.

BIG SURFE
A 15 dias do final da janela de espera e sem perspectiva de swell para a próxima semana no Havaí, esse é o status do Quiksilver in Memory of Eddie Aikau.
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Postado em 11.09.2008 | 13:25 | por Cirilo Dias
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Por Luiz Alberto Mendes*

“Existem ontens e amanhãs. Não existem hojes.”
Mario Benedetti


Em 4 de março de 2004, permitiram que eu saísse da prisão, depois de 31 anos e 10 meses cumpridos. Havia praticado crimes graves, merecia. Daqui a pouco serão cinco anos. Terei direito à reabilitação social. Meu nome estará limpo, quite com a Justiça e zerado com a sociedade. Nesses quase cinco anos, tenho mesclado o que aprendi na prisão com o que tenho estudado, lido e relido aqui fora. Sem dúvida, estou aprendendo muito mais agora. Minha vida foi acelerada, de repente, de 10 para 1.000 km/h. Ainda bem que os livros e o fato de ser professor mesmo quando ainda preso conservaram minha mente ágil. Agora menos detalhe e mais universo. Menos eu e mais o outro.

O estudo, que na adolescência era sinônimo de tortura chinesa, na maturidade tornou-se bênção. Chances de ainda saber. Fica límpido como cristal que estudo, leitura, livro, conhecimento, tecnologias e tudo mais que o homem constrói não são mais que meio. Tudo que faz o homem é instrumento, mediação, busca de se safar de seu flerte com a insanidade de ser somente em si.

Trata-se, sem dúvida, de necessidade absoluta e desesperada de interação humana. Somente os vínculos de afeto e sentimento para com o outro podem preencher o vazio, a angústia profunda que cada um guarda dentro de si. Não explico como, mas sinto: está na maneira com que nos relacionamos com os outros o prazer, a alegria de viver. No fi m há uma certa idéia de humanidade que é preciso fazer prevalecer. Oferecimento, generosidade, compaixão, respeito, proteção aos mais fracos, apoio aos mais infelizes, distribuir e compartilhar saberes, conhecimentos...

Tudo me leva a crer que essa última parte, a de distribuir e compartilhar os benefícios do saber, é minha área de atuação. É muito importante para mim que os outros saibam. Se me perguntarem por que, não saberei explicar. É mais sentir que saber. Talvez porque saí da prisão absolutamente consciente de que aquele era um mundo governado pela ignorância e pela estupidez. E que vencer a ignorância seria vencer a estupidez. Havia acontecido comigo. Pessoas intermediaram. Aprendi com elas, com o gesto afetuoso delas para comigo e com os livros que trouxeram. Deixei de ser ignorante e aos poucos vou deixando de ser estúpido.

Sempre entendi que ler fosse um exercício que exigia estar sozinho, como escrever. Isolar para concentrar era o princípio. Hoje, depois do segundo ano fazendo oficinas de leitura e escrita para adultos e crianças, a experiência me ensinou que para ler é importante estar acompanhado. Ler sozinho é busca de entender. Ler acompanhado é defender o que se entendeu e obter a contrapartida. Como o outro entende e no que discorda. Quando lemos sozinhos, ficamos abandonados, à mercê da realidade, do conhecimento que nos é dado. Perdi muito do que li e estudei na prisão porque não havia com quem dialogar sobre o que estudava. Ler e conversar com alguém que leu também é cotejar, discordar, ampliar e fi xar o lido. Até para escrever a experiência em ofi cinas demonstrou que o texto individual (salvo o escritor genial) não tem a substancialidade do texto produzido em grupo.

A curiosidade da ignorância é muito mais selvagem na infância. Hoje as pesquisas do INAF (Indicador de Analfabetismo Funcional) indicam que o gosto pela leitura de 47% dos pesquisados vem por infl uência das mães, 24% dos pais e apenas 36% dos professores. Nos últimos cinco anos as pesquisas vêm indicando que as crianças cujos pais liam para elas desde pequenas são as que aprenderam a ler e a escrever com maior facilidade. Então a lógica me levou a dirigir meus estudos também para essa área supernova (ao mesmo tempo que tão antiga...) da educação. Os pais precisam ser convencidos a ler mais para os fi lhos. Esse conhecimento precisa ser distribuído e compartilhado. E é por onde tenho caminhado ultimamente, com muito prazer.

*LUIZ ALBERTO MENDES, 56, autor de Memórias de um sobrevivente, passou 31 anos e 10 meses na prisão e está mais preparado para o fi m do mundo que a maioria de nós. Seu e-mail é lmendes@trip.com.br
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Postado em 06.08.2008 | 12:21 | por Cirilo Dias
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Por Fernanda Paola e Flora Paul Fotos Wagnerpinto.com

Em seus quadros, o gaúcho Wagner Pinto usa símbolos e cores da umbanda e do santo-daime, das mirações que tem com o chá – o que ele define como surrealismo abstrato. Aos 30, Wagner, que faz parte do coletivo Upgrade do Macaco, inaugura sua primeira exposição individual em São Paulo, na POP livraria. Em entrevista à Trip, o artista fala sobre suas influências religiosas, diz como o daime ajuda em seu trabalho e compara a importância do grafite à da bossa nova.

Em sua arte, você se utiliza de referências como o santo-daime, a umbanda, grafismos e elementos alquímicos. Qual o seu contato com essas referências? Wagner Pinto. Na verdade, eu sou fardado no santo-daime, e quando a gente é fardado é como se fosse um fiel dessa igreja. Além disso, eu estudo e pesquiso muito a mitologia dos orixás. Sempre tive contato com isso, porque no Rio Grande do Sul tem muita umbanda. Então, antes de ir ao médico, a gente sempre tentava curar nossas doenças no terreiro, com benzedeira. Mas meu vínculo religioso é com o santo-daime, uma igreja da nova era.

O que você traz desse contato para a sua arte? Na verdade, quando começamos a consagrar o chá do santo-daime, certamente ficamos mais sensíveis, e, no caso, as mirações são efeito da ingestão do chá. Claro que meu trabalho não é somente baseado nisso, mas tem influência direta dessas mirações, com referências de cores. As cores que uso geralmente são contrastantes e podem ter a ver com o contexto do ritual, que tem um tom mais terroso – que, como diz o santo-daime, é o sangue da floresta.


Desenhos do sketchbook do artista

Como define seu trabalho?
Eu trabalho como “surrealismo abstrato”, porque é uma abstração, com um pouco de surrealismo metafísico. Porque as coisas abordadas ali vêm do meu universo particular, são forças invisíveis que a gente tem e que acabam sendo interpretadas no meu trabalho de maneira muito particular. São códigos meus e que talvez só eu vá interpretar, mas o resultado final disso é uma abstração um pouco diferente, meio surreal, difícil de explicar. O daime me ajudou bastante nessa série, mais especificamente nos últimos desenhos que fiz, porque na época que eu produzi comecei a ter uma experiência mais intensa com o chá, o que me deu força, perseverança e referências de cor.

Quando começou a fazer arte?
Na verdade, desde pequeno eu dizia que queria ser artista, só que veio pela via mais tortuosa. Então, eu trabalhei bastante e a arte sempre ficou em segundo plano. Faz um tempo que resolvi encarar com mais seriedade, mas a minha produção mesmo, séria, começou há uns dois, três anos.

Quem você admira na arte? Quem te influencia?
Admiro muito um cara com quem trabalho, o Bruno Novelli. Gosto também do trabalho do Franz Ackerman e do Cy Twombly, ambos pintores. Eu admiro muito o grafite no Brasil, acho que tem uma superpersonalidade, gosto bastante de todos os artistas. Tenho muita admiração e muito orgulho pelo movimento que acontece no Brasil. É muito importante, assim como a bossa nova. Pode parecer ridícula a comparação, mas o grafite ajudou o Brasil a ter uma supervisibilidade e respeito lá fora, o que foi bem bacana e importante.

Chegou a fazer grafite?
Na verdade, não. Eu tenho muita influência porque tenho muitos amigos que trabalham com isso, mas meu lance é desenho no papel ou na tela. Eventualmente, eu pinto algumas paredes, mas como suporte para o meu trabalho.

O que você achou da invasão na galeria Choque Cultural?
Fiquei sabendo, sou amigo do pessoal da galeria. Eu achei que foi um tiro pela culatra. Primeiro porque ninguém tem direito de chegar e invadir um lugar assim pra vandalizar. Porque foi vandalismo agir dessa maneira; foi dentro da galeria, estragou o trabalho de outros artistas que não tinham nada a ver. Acho que foi um protesto sem fundamento, foi diferente do que aconteceu na Belas Artes, porque lá tinha um contexto. E, outra coisa, acho que essa invasão não foi feita por pessoas que levam o picho muito a sério, porque tinha pichações criticando o planeta, coisas nada a ver lá dentro, e eu acho que muito pichador de repente nem concordaria com o que foi feito. Foi um protesto meio morno, uma coisa feita meio sem pensar, sem profundidade.

Você acha que dá pra mudar de estilo sem perder a identidade?
Acho que dá, mas tem que ser feito com muita cautela, porque você faz coisas com que as pessoas se identificam. Se ela compra aquele CD ou determinada arte, é porque realmente gosta muito daquilo, e se o artista muda de estilo está sujeito a perder os fãs. Mas muita gente já fez isso. O Palatnik pintava e, depois de visitar a colônia de doentes mentais no Juqueí e ver os doentes mentais pintando, desistiu de pintar, porque considerava aquilo uma pintura verdadeira e achou que fazia mera cópia. Então, deu novos rumos ao seu trabalho.



Vai Lá: Exposição Miração - POP Livraria R. Virgílio de Carvalho Pinto, 297, Pinheiros, São Paulo de 30 de setembro a 01 de novembro segunda à sexta das 13h às 20h e sábado das 11h às 18h Entrada gratuita Tel.: (11) 3487-1677
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Postado em 23.07.2008 | 18:20 | por Eva Uviedo
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Ânimo no trabalho é isso aí. Chega de palestras motivacionais! Ae pessoal do RH e financeiro que nos lêem, diretoria, por favor. Não estamos pedindo aumento, tudo o que queremos é HAWAII CHAIR para todos. Tem jeito? [kml_flashembed movie="http://www.youtube.com/v/E9_amg-Aos4" width="425" height="350" wmode="transparent" /] - if you can sit, you can fit
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Postado em 05.05.2008 | 19:14 | por Cirilo Dias
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tinbot_de.jpg O coletivo Kollective.de, um "grupo de designers, ilustradores, fotógrafos e inovadores dedicados a produzir produtos novos e excitantes", promete deixar seu iPod protegido e lindão. As "tinbots", pequenas caixinhas de metal com ilustras classudas, deixam a sua biblioteca musical ambulante cheia de charme e estilo. É só acessar o site www.Thetinbot.com e arrematar uma dessas belezuras pela bagatela de 29 dólares.
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Postado em 28.04.2008 | 14:30 | por Eva Uviedo
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Escrevo estas linhas sentado na sala de leituras de um albergue para peregrinos em Haridwar, uma cidade sagrada às margens do rio Ganges, no norte da Índia. Aqui se encontra o túmulo de Anandamayi Ma, uma santa de Bangladesh que viveu no século passado. Ela era uma mulher linda, profundamente iluminada, de gestos e palavras puros e comoventes. Seus milagres inspiraram a vida de milhões de pessoas, inclusive de Mahatma e Indira Ghandi. Aqui encontro um guru (mestre), Swami Vijayananda, um monge que foi encarregado por Anandamayi Ma de guiar os fiéis estrangeiros. Ele é um velhinho lindo e fascinante, muito amigo, engraçado, inteligente e carinhoso.

Todos os dias, às quatro e meia da tarde, grupos de peregrinos, quase sempre franceses com ar de bonzinhos alternativos, fazem um círculo em torno de Swami Vijayananda para ouvir suas palavras. Mas eu confesso: para mim o maior atrativo desses encontros são os doces deliciosos que a francesada põe na roda. São marrons-glacês, pralines e bombons caríssimos, produzidos por chocolatiers tradicionais de Lyon ou Lille. Enquanto Vijayananda explica a importância da meditação diária, não paro de rezar para que ele decida abrir novamente a caixa de chocolate e mandar ver uma outra rodada de trufas.

Ontem, para combater meu profundo agnosticismo, Vijayananda recomendou que eu fosse ao templo de manhã bem cedo ouvir as preces. Segundo ele, talvez um lugar impregnado pela fé de milhões por tantos anos despertasse em mim uma nova possibilidade espiritual. Tive boa vontade. Fui ao templo, cruzei as pernas, fechei os olhos e comecei a pedir a Deus que viesse a mim. Mas fui distraído por uma irritante coceira no pé. Quando comecei a me concentrar novamente, uma indiana gostosíssima, dessas que param o trânsito e interrompem mantra, entrou no templo e se ajoelhou do meu lado.

Daí por diante foi tudo por água abaixo. Em vez de meditar, comecei a sonhar com o curry do almoço e a pensar na dança do Créu. Desisti da epifania e fui checar meus e-mails concluindo pela milésima vez que, apesar dos meus esforços, meu sentimento religioso não vai além de uma pura e simples curiosidade antropológica.

ATEU GRAÇAS A DEUS

Como diria Millôr Fernandes, “graças a Deus, sou ateu”. Adoraria acreditar em santos e milagres, rezar, meditar, levitar, fazer comunhão, ler a Torah, comer hóstia, acender velas e entrar em transe. Talvez me sentisse muito mais livre de minhas prisões e menos aterrorizado com o mundo. Sem conseguir crer, por que não abraçar o racionalismo ateísta tão em voga, encabeçado pelo cientista inglês Richard Dawkins? Mas não é ele uma outra forma de fé, um contrário árido, apoético, tão chato e cego quanto todos os fundamentalismos religiosos?

Quero ir a todas as Fátimas, Jerusaléns, Mecas, Vaticanos e Dharmsalas. Quero manter o coração e a cabeça abertos para todos os mistérios. Quero poder achar graça de tudo. Quero dormir um sono delicado e quero acordar continuando a querer. Talvez me baste saber que algumas perguntas não têm resposta

*Henrique Goldman, 46, cineasta paulistano radicado em Londres, pretende seguir sua busca por iluminação, apesar das eventuais distrações. Seu e-mail é: hgoldman@trip.com.br
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Postado em 27.04.2008 | 20:12 | por Cirilo Dias
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A loja britânica RED5 é de deixar qualquer maluco por tranqueiras tecnológicas com o cartão de crédito queimando no bolso. Os preços são salgados, mas os produtos do catálogo vai desde um abridor de latas em formato da nave espacial Enterprise até um belo amplificador miniatura para deixar o seu iPod devidamente equipado para uma festa. E tem também algumas bizarrices como o biquini para homens, popularizado por Borat. Mas o destaque fica para o abajur-vulcão. Bem mais estilo do que um lava-lamp. [kml_flashembed movie="http://www.youtube.com/v/4gUG6PikSlE" width="425" height="350" wmode="transparent" /]
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Postado em 01.04.2008 | 15:21 | por Eva Uviedo
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mybook-tablet-anim.jpg Laptop que gira e vira tablet, a verdadeira acepção de um computador 'de mesa', um notebook do tamanho e com a aparência de um... notebook. Alguns desses são apenas projetos, outros já estão na linha de produção. Veja e sonhe.
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Postado em 18.03.2008 | 22:56 | por admin
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Pra bom entendedor, essa descrição deve bastar: uma caneca de café, na qual você pode checar seu email, o tempo, as notícias. Tá na cara que a civilização humana está perto do auge. Preocupem-se, terráqueos
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