Prova de que os daltônicos ainda são incompreendidos pela sociedade é o post-it acima. Um repórter, daltônico, tentava explicar aos colegas como era não conseguir enxergar as cores corretamente. Um deles, vestindo uma camiseta branca, não estava entendendo e lançou a pergunta: "Quer dizer então que você acha que a minha camista é preta?". Foi prontamente bombardeado pela frase, "eternizada" no papel amarelo (ou seria verde?) colado na parede.
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
Depois de alguns minutos de discussão entre duas pessoas da equipe, ninguém lembra ao certo se eles estavam falando de:
a) um fantasma de verdade, com bigode e tudo
b) uma pessoa que é tão ruim, tão ruim, que até a alma tem bigode
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
"Me joga no google, me chama de pesquisa e diz que sou tudo que você procurava". É, as relações estão cada vez mais impessoais. Tanto que ninguém sabe a história dessa pérola.
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
Eis que, de repente, ouvimos uma confissão inesperada. Será que ela queria ser cheeleader do Campeonato Paulista? Apostamos que não.
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
Com a internet, as relações pessoais ficaram mais impessoais. Posta lá, que eu leio amanhã.
Fotos de Trip Girls abundavam na tela de um computador da redação. Um colega desavisado olhou uma, duas, três vezes e cravou o post-it dessa semana.
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
Aqui na redação é difícil conseguir resgatar o passado dos post-its. Às vezes porque já se esqueceu da história que os gerou, às vezes porque o pessoal não quer comentar algum momento constrangedor. É o caso do post-it acima. Sabe-se que ele foi proferido em uma discussão sobre a relação entre a disposição das lâmpadas e os reflexos nos monitores. Talvez alguém não estivesse muito a fim de entrar no papo ou não fizesse a mínima idéia do que estava acontecendo. Foi o suficiente para ganhar a eternidade.
Quando alguém solta uma pérola em reuniões de pauta ou no meio daquele fechamento tenso, ganha como prêmio um post-it, eternizando o momento de genialidade.
Às vezes nos pegamos falando mais do que deveríamos. Como por exemplo, quando um repórter decidiu que tinha de dar um nome para seu estilo de se vestir. "Neo-rústico" foi a bobagem que saiu de seu esforço conceitual. Foi prontamente retrucado por um colega que talvez não estivesse se sentindo muito paciente naquele dia. A besteira original ficou ofuscada pelo bate-pronto proferido acima.
A lentidão da internet pode ser um problema (como vimos no último post-it); as pessoas ficam frustradas porque não conseguem trabalhar ou entrar no Orkut. Qual seria a solução para resolver essa aflição? Um exemplo bonito foi dado pela repórter que proferiu a frase acima, num momento Pollyana. Ou ela estava sendo muito irônica, não se sabe bem. Os fatos são: nunca foi encontrado nenhum tipo de artesanato em sua mesa e ela ganhou um post-it.
Momento de tensão na redação. A internet cai e inviabiliza o trabalho de todos. Desesperadas, as pessoas começaram a reclamar e perguntar ao colega ao lado se sua conexão também foi pro brejo. Um repórter desavisado, sem perceber a gravidade da situação, ao ouvir as indagações que ecoavam pelo andar todo soltou a pérola acima. Todo mundo querendo trabalhar e o cara no Orkut? Ganhou post-it na parede pela cara-de-pau.