Passei quase um mês imerso na calmaria sonora do americano Josh Rouse, culpa de seus dois únicos shows no Brasil, um em São Paulo (SP) e outro em Natal (RN). Ouvi toda a discofrafia, fui aos dois shows, conversei com o cara, e confesso, pedi para ele autografar meus cds, rs. Dois registros visuais da apresentação de Josh Rouse, você confere abaixo, uma no Sesc Vila Mariana, calmaria total e repertório mais extenso, e a outra no Festival Mada, chuva torrencial e repertório mais curto.
Ao lado da estação de metrô Marechal Deodoro aqui na capital paulista, um cartaz ocupando toda a parede com os dizeres “5 anos após o silêncio…” chama a atenção dos pedestres e motoristas.
Tudo leva a crer que se trata de um teaser dos Racionais Mc´s. A tipografia do cartaz e a proximidade do lançamento do novo disco do grupo reforçam ainda mais essa desconfiança.
Confesso, sou uma daquelas pessoas que simpatizaram com o Weezer depois de ouvir “Buddy Holy”, do clássico Blue Album, em meados de 1996.
Gostei dos outros discos, fui ver eles em Curitiba (PR) e fiquei ansioso quando resolveram anunciar o novo disco, Red Album, e ainda mais na expectativa com a nova música “Pork and Bean”.
Enquanto o xiliquento não resolve processar o Youtube, você pode ouvir uma música nova, ainda sem tÃtulo, que escapuliu em uma das apresentações ao vivo.
Ano passado, tive a oportunidade de conhecer o trampo dos britânicos do AddictiveTV no Skol Beats. Interessante, criativo e um pouco cansativo.
Depois de ser bombardeado por e-mails de assessoria de imprensa, resolvi assistir ao tão falado remix do filme Homem de Ferro. Achei interessante, criativo e muito cansativo. Ah, e tem recadinho do Robert Downey Junior no final do clipe.
Compartilhe:These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
O coletivo Kollective.de, um “grupo de designers, ilustradores, fotógrafos e inovadores dedicados a produzir produtos novos e excitantes”, promete deixar seu iPod protegido e lindão.
As “tinbots”, pequenas caixinhas de metal com ilustras classudas, deixam a sua biblioteca musical ambulante cheia de charme e estilo.
É só acessar o site www.Thetinbot.com e arrematar uma dessas belezuras pela bagatela de 29 dólares.
Compartilhe:These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
A produtora do artista Jorge Ben Jor lança um desafio:
Quem conseguir encontrar a melhor versão de qualquer música do Jorge Ben Jor gravada em outras lÃnguas e mandar o CD para o endereço abaixo, ganha um CD de sua escolha autografado pelo Jorge e um presente surpresa.
Mas só valem versões que já circulam por aÃ.
Promoção Jorge Ben Jor na LÃngua de Quem?
Rua Joaquim Floriano, 466 - sala 207
4534-02 São Paulo – SP
E por falar em Jorge…
O cara vai virar estação de trem na zona oeste do Rio de Janeiro. A Estação Realengo, citada na musica Engenho de Dentro, passa a se chamar Jorge Ben Jor/Realengo. No bairro, vai funcionar o Centro Cultural Jorge Ben Jor, que conta com espaço para shows.
Vou assumir. Fui ao show da Fergie. Eu e todas as adolescentes de 12 a 16 anos de São Paulo. O lugar estava abarrotado de garotas superproduzidas. Visual caprichado, saias curtíssimas, muito gloss e salto alto. Várias delas acompanhadas dos pais e de seus celulares Motorola, que a loira veio promover por aqui. Quem comprava o telefone ganhava dois convites. A promoção foi um sucesso. Mais de mil aparelhos vendidos em duas semanas.
As luzes do Via Funchal se apagaram e imediatamente o público ergueu os braços. Celulares apontados para o palco a espera da vocalista do Black Eyed Peas. No alto falante a voz anuncia: “Por favor certifiquem-se de que seus celulares foram desligados durante o espetáculo”. Ops!
O show foi melhor do que eu esperava. Fergie canta mais do que rebola e rebola muito menos do que eu imaginava. Aliás os trejeitos são mais de ‘gangsta’ do que de uma Britney (quando Brit. ainda sabia rebolar, claro). A apresentação teve de tudo. Um madley de clássicos do rock, outro de sucessos do Black Eyed Peas, reggae, os hits da carreira solo e até choro. A moça borrou a maquiagem ao cantar “Big Girls Don’t Cry”. Trocou de roupa três vezes. Entrou de colete e calça brancos de alfaiataria e um tênis dourado. Durante a fase rock and roll, voltou ao palco usando uma legging preta, regata preta e uma munhequeira de cristais que reluzia tanto quanto a aliança de noivado (muitos quilates) na outra mão. Para finalizar, prendeu os cabelos em um coque baixo, brincos dourados enormes e, linda em um vestido curtinho cheio de franjas (a la dançarina de charleston), empostou a voz para as baladas românticas como “Finally”. E eu, que achava que a Fergie era uma Karina Bacchi metida a Lauryn Hill, saí quietinha. Já o os fãs do site fergie.com.br ( muito elogiado pela musa) andaram soltando fum