


*Por Nicole Balestro
Arquivo Pessoal
2.Amor pra vida inteira. 3.Lionel, Dan e Giovanna em Boston. 4.Bê e Rafa, afilhadinhos do coração. 5.Cunhado - Natal 2008. 6.O sorriso mais gostoso que já vi.
Arquivo Pessoal
7.Aquele Happy Hour. 8.Dea e Giovanna em milnovecentosealgumacoisa. 9.Desde o comecinho de Trip. 10.Gui e Rê (mãe dele).


Prova de que os daltônicos ainda são incompreendidos pela sociedade é o post-it acima. Um repórter, daltônico, tentava explicar aos colegas como era não conseguir enxergar as cores corretamente. Um deles, vestindo uma camiseta branca, não estava entendendo e lançou a pergunta: "Quer dizer então que você acha que a minha camista é preta?". Foi prontamente bombardeado pela frase, "eternizada" no papel amarelo (ou seria verde?) colado na parede.


Doze anos atrás, Trip despiu o rei. Publicamos 50 fotos inéditas de Pelé, resgatadas do baú dos irmãos Herrera, veteranos fotógrafos de Santos (SP). Com uma câmera Rolleiflex, Raphael e José ficaram na cola do jogador por 30 anos, registrando seus passos desde os tempos de plebeu até a chegada ao trono. Tem Pelé prestando vestibular, em seu primeiro dia de treino na Vila Belmiro, viajando pelo mundo, conquistando mundiais... O texto ficou a cargo do jornalista Juca Kfouri.


Quer conversar com a Trip e a Almap BBDDO?
Você é nosso convidado!
TRIP + ALMAP + DEBATES + REVISTAS + FOTOS + COMES + BEBES + DJ + JAMS!
Dia 18/11 às 13h na quadra nova da ESPM
Um encontro com Paulo Lima (publisher da Trip Editora) e Paulo Camossa (Diretor de mídia da Almap BBDO).
Como pensar, falar e principalmente fazer algo que ajude a melhorar o Brasil. Você vai entender melhor o conceito que inspira o Prêmio Trip Transformadores.
Quer saber mais? Acesse: www.trip.com.br/transformadores


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Capa da primeira edição da Trip |
Capa da edição de maio de 2001 da Tpm |
Trip e Tpm são as primeiras revistas brasileira a ter seu conteúdo publicado, com acesso gratuito, no Google Livros. Aos poucos, estão sendo digitalizadas todas as edições das publicações. Por enquanto, todos os números da Trip desde 1986 até 2001 já podem ser consultados no site. Da Tpm, estão disponíveis as edições de 2001. É possível fazer buscas por palavras-chave e ano de publicação.
Antes disso, ler o primeiro número da Trip, lançado em dezembro de 1986, só era possível recorrendo a algum colecionador. Agora, você vai ter todo o conteúdo da Trip disponível, a qualquer momento, no Google Livros.
Vai lá: Trip no Google Livros
Tpm no Google Livros


Para passar pela barreira que separava a fonte dos gritos agudos da porta giratória que leva ao lobby, era preciso apresentar RG e comprovar que seu nome estava na lista dos jornalistas e fotógrafos credenciados para a coletiva de imprensa. Primeira fase, ok. Dava até para sentir a orelha quente das garotas que dariam um dedo mindinho para estar no meu lugar. Haja alho pra proteção. Do lado de dentro, a bagunça continuava. Jornalistas cujos nomes haviam sumido da lista brigavam para conseguir alguma explicação da equipe da assessoria de imprensa, ao mesmo tempo em que fanáticas sortudas, ganhadoras de concursos em rádios ou sites, eram vaiadas enquanto subiam as escadas rolantes que levavam aos astros pop. A confusão foi tanta, que 15 minutos antes do encerramento oficial, assessores zumbis se mandaram de seus postos, e deixaram jornalistas longe do lobo e da mocinha mais desejados do momento.
Mas foi por ali mesmo, no lobby do hotel, que a festa ficou boa. Lá pelas 11 e meia da manhã, pencas de crepusculomaníacas (muitas delas acompanhadas de suas mães, acredite) derrubaram as grades de isolamento que as afastavam do hotel, e aos berros, desembestaram em direção ao local da coletiva como vampiros sedentos por sangue. Os seguranças, a la Hulk, tentavam travar as portas de vidro, que eram esmurradas pelas fãs superpoderosas. Umas choravam, outras esfregavam o rosto suado na barreira, e uma, mais malandra, forjava um desmaio. Horas e horas de furdunço depois, PMs Robocops foram acionados para acalmar a multidão de garotas cuja média de idade ficava na faixa dos 14 anos.
- Ei garota, você chegou aqui faz tempo?", pergunto através do vidro para uma vampirinha chorona.
- Sete da manhã
- Você está machucada?
- Não, não
- Tá triste porque não viu a Kristen e o Taylor?
- Não, tô feliz
- Você encontrou com eles?
- Não, mas eu respirei o mesmo ar que eles. Eu sou muito fã da saga, muito!"
Eu já disse que era um pré feriado de sol?
Por Kátia Lessa


Diogo Rodriguez
Orgulhosa, Kátia Lessa exibe o troféu
Indignada porque só os integrantes masculinos da redação da Trip receberam camisas do Corinthians , a repórter Kátia Lessa mandou um e-mail indignado à assessoria do clube, que havia esquecido da nossa corinthiana do sexo feminino. Não só ela recebeu a versão 2009/2010 do terceiro uniforme do Timão, como foi um exemplar autografado pelo xerife gaúcho Mano Menezes, com dedicatória especial para a nossa repórter torcedora.
Radiante, Kátia circulou pela redação hoje, exibindo o mimo roxo e preto.
Diogo Rodriguez
Dedicatória especial de Mano Menezes


por Lígia Osório / Maria Regina Cesar
A matéria “Canastra de reis” na nova Trip traz seis sósias do rei Roberto Carlos que vivem como se fossem o próprio Roberto. O tema central da edição é honestidade, e por isso a ideia de fazer uma matéria sobre pessoas que vivem como cópias de outras.
Caio Ferretti, repórter da matéria, encontrou os sósias no Google e um foi indicando o outro. Quando estava tudo fechado com os cinco sósias, Bruno Torturra, repórter especial da revista, estava em um karaokê na Liberdade e viu um sósia de Roberto Carlos cantando. Caio ficou uma semana atrás de Paulo Omine e só na noite anterior recebeu uma ligação dele. “E foi na última hora mesmo que entrou o sexto sósia”, conta Caio.
O fotógrafo Gabriel Rinaldi teve dificuldades em fazer as fotos, eles não pararam um minuto de cantar e dançar Roberto Carlos, inclusive Raul Nazário levou até um violão para o estúdio. Caio contou que Gabriel precisou brigar com eles para conseguir fazer as fotos. Ainda no dia das fotos, o sósia Paulo Omine (aquele último do karaokê da Liberdade) apareceu de sapato marrom, cor que o rei jamais usaria. Por coincidência Luis Rodrigues, videomaker do TV Trip, estava fazendo o making of da matéria e usava um tênis branco que acabou emprestando para Paulo. Luis foi embora de meia para casa.
Caio ainda destacou que andar com os sósias pelas ruas não foi fácil, “a mulherada assediava como se fosse o Roberto Carlos ali”, conta, se divertindo. Após ter feito essa matéria Caio passou a gostar mais de Roberto Carlos, “estou até tirando umas músicas no violão”, confessa. Ele ainda diz que “é impressionante ver como eles realmente encarnam o Roberto Carlos, até o jeito de falar é igual”.


Quem passou pelos estúdios do Trip FM esta semana foi uma das cantoras baianas de maior sucesso da atualidade mas que, diferente de suas conterrâneas, não canta axé. Grande no sucesso e no talento, mas pequenininha na altura, ela é uma das referências do rock nacional atual. Estamos falando da Pitty que, além de vender discos à beça e colecionar estatuetas do VMB, ainda mostra estar bem ligada nas novas plataformas e tecnologias: além de já ter faturado o inusitado prêmio “celular de platina”, ela acaba de lançar um jogo pra celular baseado em seu mais recente álbum, o Chiaroscuro, o quarto da carreira.
Simpática, educada e ainda mais bonita do que parece em fotografias, a Pitty deu uma entrevista muito bacana onde falou sobre a cena musical brasileira, sobre lambada, fama, vaidade, grana, sobre o relacionamento com o Daniel Weksler, baterista do NXZero e 8 anos mais jovem, e, entre muitas outras coisas, ainda revelou quem é que lava a louça na casa dela. Vale conferir o Trip FM com a Pitty.
Não perca. Esta sexta, nos 92,9 MHz em SP, ou no www.tripfm.com.br.
Confira as páginas Vermelhas com Pitty na Tpm #92.

