Festival da Piroca Pink
A chuva continua castigando os meus planos de passear e fotografar nos parques e ruas de Tóquio. Uma das minhas principais pautas pelo Japão seria participar do festival da fertilidade em Kawasaki, o “Kanamara Matsuriâ€, mais conhecido como O Festival da Piroca Cor de Rosa. Meus planos estavam escorrendo literalmente pelo bueiro com a tempestade diária. Esse festival acontece sempre numa data especÃfica do mês de abril. Fui dormir desolado. Na manhã seguinte, o sol rompeu pela janela e saà feliz da vida para a estação central de Tóquio para fazer baldeação e seguir para Kawasaki de trem. Nas imediações do templo xintoÃsta, multidões se aglomeravam para a celebração. Havia contratado o serviço em uma agência de uma senhora descolada que já manjava do Festival e era chegada do sacerdote. Nas dependências paralelas do templo ela alugou um quimono tridimensional e saà montado de peruca cor de rosa. Em menos de dois minutos, eu já atraia todos os flashes do evento. Fui o único ocidental a participar da romaria de ponta a ponta a caráter. Foi um Deus nos acuda. Nessa existência nunca fui tão fotografado e filmado. Na muvuca percebi as confrarias que carregavam os estandartes pirocudos. Comerciantes, verdureiros, famÃlias, empresários, travecos e gente da Yakusa.
Contarei os detalhes desta missão impossÃvel em breve nas páginas da Trip. Enquanto isso, amiguinho, se deleite com o Fallus Pink.
Arthur “Tiger†VerÃssimo






11.04.2008 at 12:14 pm
Esta festa seria bem vinda no Gay Parade em São Paulo. Piroquinha pink bem estranha. Cade o Arthur???
12.04.2008 at 2:03 pm
Arthur-san, até que enfim entendi porque você estava tão interessado no festival de Kawasaki!
Hã-hã, hem!
12.04.2008 at 7:32 pm
Genial Arthur. Não sabia que existia esta historia. Fazoca numero um do seu trabalho. Queremos maissssssssssssssss bjs na glande
13.04.2008 at 9:06 am
Sou seu fã. Desde os tempos em que você só tinha páginas em papel. Depois que começei também uma jornada pelo mundo não pude mais ter o papel na mão e antes um blog na mão que duas páginas impressas voando. Enfim posso acompanhar em tempo quase real (agora eu sei como as coisas funcionam!) a sua jornada semi-indizÃvel!
Abraços