Revista Trip

 
tamanho da letra
aumentar fonte
diminuir fonte
icone postado
Postado em 05.11.2009 | 17:11 | Redação da Trip
divisão

stereoview_gueixa

gueixas vendo imagens em stereoview

 

No final do século 19 e início do século 20, o fotógrafo T. Enami [1859-1929] capturou um grande número de "3D stereoviews" mostrando a vida no período Meiji no Japão. Um stereoview consiste de um par de imagens quase idênticas que parecem tridimensionais quando vistas através de um estereoscópio, porque cada olho vê uma imagem ligeiramente diferente. Esta ilusão de profundidade também pode ser recriada com GIFs animados como esse, criados a partir de imagens postadas no Flickr por 24443965@N08/sets/72157604144707515/">Okinawa Soba.

[veja mais em Pink Tentacle]

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 03.11.2009 | 19:11 | Redação da Trip
divisão
Paredes que hablan é uma série de dezesseis curtas-metragens produzida para a iSat.tv (canal de televisão da América Latina), mostrando artistas de rua em três cidades da América Latina: São Paulo, Buenos Aires e Cidade do México,

Do Brasil, entraram Boleta, Orion, Speto, Titi Freak, Nunca. Da Argentina, Gualicho, Nerf, Jaz, Pum Pum. Do México, Seher, Sego, neuzz, Saner, Watchavato.

Aqui está a primeira série, com os artistas de São Paulo:

Paredes que Hablan :: Nunca from I.Sat on Vimeo.

 

Paredes que Hablan :: Orion from I.Sat on Vimeo.

 

Paredes que Hablan :: Titi Freak from I.Sat on Vimeo.

 

Paredes que Hablan :: Speto from I.Sat on Vimeo.

 

Paredes que Hablan :: Boleta from I.Sat on Vimeo.

via http://www.woostercollective.com

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (1) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 06.10.2009 | 17:10 | Redação da Trip
divisão

Reprodução

Reprodução

Jesus Luz ganhou o mundo por ter sido "adotado" por Madonna. Figurou em festas ao lado dela, em clipes e deu à expressão "Jesus loves you" um sentido nada sagrado. Agora um "projeto sonoro" tenta se aproveitar do hype para se fazer conhecido e lançar seu primeiro single. Com um nome nada sutil, Jesus Christ (the indie band) [Jesus Cristo (a banda indie)] disponibilizou a faixa "Is this what you really want?" em streaming na internet. Composta não pela Santíssima Trindade, mas pelo escritor e poeta Tao Lin e pelo blogueiro Carles, a dupla prevê que o primeiro EP do projeto eletrônico indie saia no outuno do hemisfério norte (a nossa primavera).

Vai lá: "Is this what you really want?", de Jesus Christ (the indie band)

 

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 03.10.2009 | 20:10 | Redação da Trip
divisão
Os shows da banda montada por Thom Yorke para tocar seu primeiro disco solo, The Eraser, estavam marcados para os dias 4 e 5 de outubro, no Orpheum Theatre, em Los Angeles. Com ingressos rápida e completamente esgotados, foi marcado um novo show, menos divulgado mas igualmente concorrido, para o dia 1 no Echoplex. Esse show foi anunciado como um "warm-up" por Thom Yorke, uma "espécie de ensaio." O primeiro review, no entanto, o cita como 'um dos melhores shows já vistos' e ainda faz o favor de subir uma meia dúzia de vídeos do evento. Pra você, que como eu, mora abaixo da linha do equador e ainda vai esperar um bom tempo por essa epifania, aí vai:

O disco The Eraser foi executado na íntegra e na ordem, e ainda sobrou fôlego para "Paperbag Writer", do Radiohead, e "The Hollow Earth" and "Feeling Pulled Apart By Horses", do vinil de 12" recentemente lançado por Thom. Na platéia, celebridades como Spike Jonze, Rick Rubin, Dangermouse, Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt, integrantes do Daft Punk, Sonic Youth (Kim Gordon), Muse (Matt Bellamy and Dominic Howard) e Rage Against The Machine (Zack De La Rocha).

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 01.10.2009 | 22:10 | Redação da Trip
divisão
Com produção da Goma Filmes, o documentário Vida Sobre Rodas retrata a história do skate no Brasil sob o ponto de vista de skatistas como Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda e Cristiano Mateus.

A direção é do Daniel Baccaro, roteiro do Guilherme Keller, a trilha sonora ficou a cargo de Daniel Ganjaman e Mauricio Takara, e abertura e design da Lobo.

O trailler oficial foi exibido neste fim de semana durante o evento da Megarampa, e vocâ pode conferir aqui:

Aqui, um vídeo promocional um pouco mais antigo, com os depoimentos de Paulo Lima e Carlos Sarli:

Vai lá: http://www.vidasobrerodas.com.br

divisão
  • Avaliar:(+ 1)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (1) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 01.10.2009 | 18:10 | Redação da Trip
divisão
Michael English, da turma de artistas gráficos Hapshash and the Coloured Coat, morreu no último dia 25 em decorrência de um câncer na medula, como noticiou hoje o The Guardian. Ao lado de Nigel Waymouth, ele produziu uma série de pôsteres que definiram o visual psicodélico na Londres dos anos 60, principalmente os cartazes do lendário clube UFO, onde rolaram os primeiros shows do Pink Floyd. Veja acima, alguns dos pôsteres do coletivo.

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 01.10.2009 | 17:10 | Redação da Trip
divisão

 

O disco Declaration of Dependence, do duo norueguês Kings of Convenience, formado por Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe tem lançamento previsto para o final de outubro no mercado americano; porém no mercado europeu o disco já está circulando, e inclusive já tem clipe (da faixa "Boat Behind") lançado no Youtube.

Pegue uma carona:

Declaration of Dependence
Gravado entre Itália e Noruega, o álbum terá 13 faixas:

1- “24-25″
2- “Mrs Cold”
3- “Me In You”
4- “Boat Behind”
5- “Rule My World”
6- “My Ship Isn’t Pretty”
7- “Renegade”
8- “Power Of Not Knowing”
9- “Peacetime Resistance”
10- “Freedom And Its Owner”
11- “Scars On Land”
12- “Second To Numb”
13- “Riot On An Empty Street”

Vai lá: Mais Kings of Convenience no MySpace da banda: http://www.myspace.com/kingsofconvenience

divisão
  • Avaliar:(+ 1)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 28.09.2009 | 00:09 | Redação da Trip
divisão
A banda pernambucana Mombojó lançou hoje em seu blog um making of, produzido por eles mesmos, das gravações do disco Amigo do Tempo, a ser lançado ainda este ano. A idéia é que esse making of seja o primeiro de uma série de registros de todo o processo de produção do terceiro disco da banda. Neste episódio, o foco são as gravações na Granja Rodízio, onde a banda se instalou. Os próximos devem mostrar os registros da fase de mixagem e composição.

Para acompanhar o vídeo, o músico e parceiro China escreveu um relase falando um pouco sobre esse momento.

Posso iniciar este texto dizendo que fui testemunha ocular de tudo o que aconteceu com o Mombojó de uns anos pra cá. E não foram anos fáceis para os meus amigos, pelo contrário, os caras passaram por maus bocados nesse tempo. Perderam dois integrantes e não tiveram o contrato renovado com a gravadora. Parecia que a carreira ia desandar de vez. Mas, para uma banda que sempre buscou formas inovadoras de trabalho, toda adversidade era pouca diante da vontade de continuar fazendo o que mais gostam. "O foco é a música", como eles costumam dizer.

Acompanhei o processo de composição das novas canções e até participei em algumas delas, mas o que me chamava mesmo à atenção era o empenho deles em fazer um som diferente de tudo o que já tinham apresentado nos discos anteriores. Acho que nem era uma coisa consciente, apenas tocavam de outra forma, explorando ao máximo o que seus instrumentos poderiam oferecer, livres de formatos, padrões radiofônicos e, principalmente, do estilo que criaram.
Quando as sessões de ensaio terminaram, eles tinham dezessete músicas e estavam prontos para registrá-las. Mas gravar onde? Com que dinheiro? Estar numa gravadora não valeria muito à pena, pois nem elas saberiam que caminho percorrer nesse confuso momento em que se encontra a indústria fonográfica.

Daí veio a grande sacada: "Porque não seguir o lema do movimento punk e fazer o disco nós mesmos?". A idéia ganhou força rapidamente dentro da banda e logo estávamos todos (o Mombojó, eu, Homero Basílio e Jr.Black) na fazenda Rodízio, a 40 km de distância do Recife para dar início aos trabalhos. Levamos microfones, pré-amplificadores, compressores, guitarras e tudo o que tínhamos a mão para tentar registrar o som dos caras da melhor forma possível, mas percebemos que não seria uma tarefa fácil. A fazenda não tinha estrutura de estúdio, era apenas uma tranqüila e silenciosa casa de campo, e acredito que naquele lugar nem um violão tinha passado antes, que dirá uma, bateria. Deu muito trabalho ambientar a sala onde seriam gravados os instrumentos. Forramos as paredes com lonas, para evitar que o som rebatesse demais, e colchões foram colocados estrategicamente nos cantos da sala, pois, dizem os especialistas, que numa sala de gravação não podem existir quinas. Foi uma montagem totalmente autodidata.

Muitos cabos depois e alguns choques elétricos, estava tudo pronto para começar a melhor parte. Foram duas semanas de intenso trabalho e muita diversão. Os takes eram gravados entre uma partida de futebol e um banho de piscina. Tudo caminhava em perfeita harmonia. O Mombojó sabia exatamente o que queria passar em cada canção, e para que isso acontecesse, aquele estado de espírito era fundamental. Depois que o grosso do material foi captado na fazenda Rodízio, os caras se trancaram na casa dos irmãos Marcelo e Vicente para editar o que fosse necessário e incluir os teclados de Chiquinho nas músicas. Hoje em dia não é preciso estar num grande estúdio para fazer esse tipo de coisa, e nada melhor do que o conforto do lar para realizar o trabalho. Mas também gravaram no estúdio do Poço, e no Das Caverna, estúdio que adquirimos em meio a odisséia que o Mombojó se encontrava. Se tivéssemos essa plataforma antes, as coisas seriam bem mais fáceis, mas acredito que a dificuldade foi um fator importante para que os caras percebessem que só dependiam deles mesmos. E no final das contas, tudo o que é conquistado com muito esforço tem sempre um sabor especial.

De volta a São Paulo, a banda aproveitou o programa 10 Horas no Estúdio, da Trama, para gravar mais uma faixa do álbum. Em outro estúdio, o Totem, refizeram uma ou outra bateria que não tinha ficado 100% nas gravações anteriores e na casa que a gente divide na Pompéia, Guizado colocou o seu trompete em algumas músicas.

Até então, pouco dinheiro havia sido gasto nesse processo, mas eles sabiam que uma hora a corda ia apertar e precisavam ter algum na mão para bancar as despesas mais caras. Resolveram que os cachets ganhos nos shows do Mombojó e Del Rey (banda que montamos para tocar as canções de Roberto e Erasmo Carlos) seriam destinados a pagar músicos extras, técnicos de som, produtores e estúdios. Também economizaram bastante contando com a ajuda dos amigos que fizeram nesses anos de estrada. Pupillo, Evaldo Luna, Rodrigão e Kalil Alaia entraram em cena para ajudar na produção e mixagem das músicas.

Agora o disco está quase pronto, faltando apenas alguns ajustes para ser fabricado e, enfim, vendido em lojas de discos e disponibilizado em todos os sites e blogs.O título do álbum não poderia ser mais apropriado: Amigo do tempo. Pois foi o tempo que ensinou ao Mombojó que tudo tem seu momento. Mas as horas desse tempo foram eles que fizeram.

China

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 24.09.2009 | 14:09 | Redação da Trip
divisão
Por Carol Nogueira

Quem foi ao Studio SP ontem à noite conferir as atrações francesas trazidas pelo festival no No Ar Coquetel Molotov saiu com a impressão de que, se por um lado hoje a França exporta boa música, por outro falta originalidade em alguns aspectos. Não tanto pelo pop-folk-grunge de François Virot, mas pelo "mais do mesmo" do duo eletro-trash Zombie Zombie.

Antes do show, conversei um pouco com Virot, que estava empolgado por sua primeira apresentação no Brasil, mas não tinha nem ideia do que esperar do público. Perguntei se conhecia alguma banda brasileira e me surpreendi com a resposta: Trio Mocotó, Mutantes, Tom Jobim, Tom Zé e Los Hermanos - essa última ele não gosta muito.

 

Foto: Thiago Freitas

 

Abrindo a noite, ele começou a apresentação às 22h, com a casa cheia. Tímido na conversa, no palco François mais grita e grunhe do que canta, às vezes melancólico, outras beirando a raiva - fica claro que uma de suas maiores referências é Kurt Cobain, o falecido líder do Nirvana. Depois de algumas canções, voltava a ser tímido e soltava um "obrigado" quase sem sotaque. Recomendadíssimo. Se quiser conhecer mais do moço, vai lá no MySpace ou ouça o disco Yes or No (2008).

Depois da abertura dos paulistanos barulhentos do The Name, foi a vez da dupla Zombie Zombie, atração principal da noite. Com referências de filmes de terror - já usados pelos também franceses do Justice - o eletrônico mostrado pelo duo remete a projetos como o Ghostland Observatory. Para quem gosta até vai, mas o som deles é um grande apanhado de coisas que já foram feitas, nada novo. Zumbis no nome, zumbis no palco.

 

Foto: Thiago Freitas

 

François Virot e Zombie Zombie ainda se apresentam nessa sexta-feira em Curitiba, na Casa Vermelha (Largo da Ordem, São Francisco), a partir das 23h.

divisão
  • Avaliar:(0)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
icone postado
Postado em 23.09.2009 | 15:09 | Redação da Trip
divisão

Os irmãos Gallagher, sempre prestes a causar confusão

Os irmãos Gallagher, sempre prestes a causar confusão


Recentemente, o fim da banda britânica Oasis foi anunciado, devido a desentendimentos entre os irmãos Gallagher. Nenhuma novidade que Liam e Noel nunca se deram muito bem. Quando faziam as pazes brigavam com aeromoças, destruíam quartos de hotel ou simplesmente eram deportados de algum país por mau comportamento.

Curiosamente, essas brigas nunca foram (totalmente) públicas. Ficávamos sabendo do que aconteceu por relatos de pessoas que haviam assistido (possíveis vítimas) e notícias dos tabóides ingleses. Agora temos a oportunidade de saber como eram essas brigas, do lado de dentro. Um jornalista da New Musical Express fez uma entrevista com Liam e Noel Gallagher que terminou em um discussão acalorada. Essa gravação foi transformada em single em 1994 e lançada com o nome de Wibbling Rivalry. E, claro, agora está no Youtube, com transcrição e tudo. Vale a pena para os fãs e quem gosta de uma boa fofoca:

Parte 1 - Wibbling Rivalry

Parte 2 - Wibbling Rivalry

(via En Estéreo)

divisão
  • Avaliar:(+ 2)   avaliar mais   avaliar menos
  • favoritar
  • favoritar
  • ler depois
  • ler depois
  • imprimir
  • imprimir
  • comentários
  • (0) comentários
  • fechar janela
    Você precisa estar logado para realizar esta operação
    Entrar
CATEGORIAS

 


ARQUIVO
Páginas: 1 | 2 | 3 | 4  próximo »
TAGS