Peligro Discos
Tudo começou com o famoso ditado “juntar a fome com a vontade de comer”. Gui – como é conhecido nas noites paulistanas – tinha a vontade de mostrar as músicas, em sua maioria cheia de experimentações, que seus amigos faziam para todos, e o problema era sempre o mesmo, a falta de um disco físico, o famoso CD. “Quando comecei a Peligro Discos, eu queria vender esse tipo de som, mas as bandas não tinham disco. Aí eu pedia, e elas falavam pra mim que não vendia e tal. Então eu falei: ‘Manda que eu prenso seu disco’.” O diferencial começou pela logística da Peligro, apenas 100 discos de cada banda, segundo Gui, “o suficiente para atingir quem realmente interessa”.
E, de disco em disco, o catálogo da Peligro hoje reúne mais de 200 bandas, dentre elas, alguns nomes gringos como Arcade Fire, Eliott Smith, entre outros. Rumo tomado após uma certa indignação de não encontrar bandas gringas indies a preço justo no Brasil.
O selo ganhou seus tentáculos, virou festa – todas as quintas-feiras no Milo Garage e sábados no Inferno – e ainda foi o pontapé para a nova cria, o selo Open Field Church.

Conheça o trabalho de Gui Barella:
Peligro Discos - www.peligro.com.br
Open Field - www.openfield.org
Peligro no Milo - www.milogarage.com
Peligro Doble - www.infernoclub.com.br

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