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O pior sono é o de quem não quer acordar, justamente o que a sociedade brasileira parece experimentar nestes tempos de muitas mazelas e pouca reação. Conheça a insônia incômoda de Reginaldo Ferreira da Silva, um jovem escritor que, do coração do Capão Redondo, periferia barra-pesada de São Paulo, vem tentando acordar uma multidão de sonâmbulos para a realidade insustentável que vivemos. O primeiro alarme desse perigoso despertador imaginário foi a recente onda de ataques do PCC ao Estado paulista. Mas, como o próprio Ferréz diz, parece não ter sido alto o bastante. Já o próximo...
Por Paulo Lima e Cassiano Elek Machado*
*Agradecimento especial ao Instituto Rukha (www.rukha.org)
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“Patrulheiro” Ferréz pilota sua “viatura” no Capão Redondo. “Quando pequeno, meu sonho era ser polícia. Depois descobri que ser polícia não era como no seriado Chips”
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